emissor desconhecido da RFM altera frequência de 89.7 para 98.5 MHz
Parece que o emissor que começou a emitir a RFM em 89.7, algures no Alentejo (distrito de Portalegre ou Évora) mudou de frequência para 98.5. Os 98.5 MHz permitem ter uma cobertura da região sem interferências, visto que não existem qualquer emissor em frequências próximas. Desconhece-se a localização do emissor.
Outra situação é o novo emissor de Elvas da RFM (107.1 MHz): aparentemente tem problemas técnicos; emite um forte ruído parasita, parecendo "fritar batatas", prejudicando fortemente a qualidade de som. Não está a emitir RDS.
Contactei o Grupo Renascença pelos mails frequencias@rr.pt e info@rr.pt mas mais uma vez se conclui que a Renascença continua a ignorar os emails dos ouvintes!
Vão no bom caminho! Para que serve o correio electrónico?????
Blog do site "Mundo da Rádio". Os comentários aos acontecimentos ao universo da rádio. As últimas notícias da rádio em Portugal e no Mundo. Visite www.mundodaradio.com .
quinta-feira, agosto 11, 2005
Seitas religiosas: o lixo radiofónico em Portugal
As seitas religiosas tem invadido o éter nacional, através de rádios locais que transmitem programas destinados a promoverem os seus alegadamente milagrosos feitos.
A IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) tem programas por quase todo o país. Vejamos: em Lisboa temos a Rádio Nossa e a Miramar. Temos depois a Gaia FM (distrito do Porto), Liz FM (Leiria), Rádio Regional Centro (Coimbra), Rádio Soberania (Aveiro) e Rádio Oeste (Santarém).
A Igreja Maná tem emissão na Rádio Vida (Arruda dos Vinhos).
Assim, uma boa parte do país pode ouvir brasileiros, que resolvem todos os problemas dos ouvintes. "Resolvemos seus problemas. Djinheiro, Saúdji, nós podemos ajudá". Surgem nos microfones pessoas anómimas que contam em primeira pessoa os problemas por que passaram e como quase por milagre, a sua Igreja resolveu-os. Tudo como se fosse por Obra e Graça do Espírito Santo (sem intenção de ofensa!). Tudo parece verdade... Só que muitas vezes essas Igrejas são autênticas fábricas de dinheiro (roubado aos crentes), controladas pelos brásileiros, lubridiando sem escrúpulos os pobres evangelizados que julgam encontrar a chave de todas as suas apoquentações! Tudo uma poderosa e rigorosamente elaborada maquinação de vigaristas de 1ª categoria! Um grande descaramento e uma terrível falta de vergonha na cara dos apresentadores do programa! Puras sangessugas...
Um drama para os ouvintes que procuram algo com um mínimo de interesse e qualidade!
A nova Lei da Rádio deverá combater com punhos firmes esta atrocidade que aniquila o conceito de rádio local. Não serve os ouvintes, só servem os idiotas ricos que chupam a carteira aos portugueses que caem na esparrela!
Eis o retrato do lixo radiofónico em Portugal...
As seitas religiosas tem invadido o éter nacional, através de rádios locais que transmitem programas destinados a promoverem os seus alegadamente milagrosos feitos.
A IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) tem programas por quase todo o país. Vejamos: em Lisboa temos a Rádio Nossa e a Miramar. Temos depois a Gaia FM (distrito do Porto), Liz FM (Leiria), Rádio Regional Centro (Coimbra), Rádio Soberania (Aveiro) e Rádio Oeste (Santarém).
A Igreja Maná tem emissão na Rádio Vida (Arruda dos Vinhos).
Assim, uma boa parte do país pode ouvir brasileiros, que resolvem todos os problemas dos ouvintes. "Resolvemos seus problemas. Djinheiro, Saúdji, nós podemos ajudá". Surgem nos microfones pessoas anómimas que contam em primeira pessoa os problemas por que passaram e como quase por milagre, a sua Igreja resolveu-os. Tudo como se fosse por Obra e Graça do Espírito Santo (sem intenção de ofensa!). Tudo parece verdade... Só que muitas vezes essas Igrejas são autênticas fábricas de dinheiro (roubado aos crentes), controladas pelos brásileiros, lubridiando sem escrúpulos os pobres evangelizados que julgam encontrar a chave de todas as suas apoquentações! Tudo uma poderosa e rigorosamente elaborada maquinação de vigaristas de 1ª categoria! Um grande descaramento e uma terrível falta de vergonha na cara dos apresentadores do programa! Puras sangessugas...
Um drama para os ouvintes que procuram algo com um mínimo de interesse e qualidade!
A nova Lei da Rádio deverá combater com punhos firmes esta atrocidade que aniquila o conceito de rádio local. Não serve os ouvintes, só servem os idiotas ricos que chupam a carteira aos portugueses que caem na esparrela!
Eis o retrato do lixo radiofónico em Portugal...
terça-feira, agosto 02, 2005
Televisão Digital Terrestre em Portugal: revolução tecnológica ou fiasco?
A União Europeia quer que os 25 estados-membros abandonem a televisão analógica até 2012. Efectivamente, tanto os operadores como os consumidores irão ganhar com esta revolução tecnológica, que pode mudar o próprio conceito de televisão. Mas, é necessário analisar a actual situação de Portugal, em termos de televisão. Actualmente, operam quatro canais livres via terrestre. De resto, apenas existem canais por assinatura, por cabo ou satélite. Se compararmos esta situação com outros países, por exemplo Espanha, tomamos conciência do abismo entre o funcionamento do serviço de radiodifusão televisiva no país de "nuestros hermanos" e o nosso. Em primeiro lugar, os Espanhóis, além de terem canais nacionais (TVE1, TVE2, Antena 3, Tele 5 e Canal +), tem canais regionais (Telemadrid, Canal Sur, etc.) e canais locais, na maioria das localidades. Todos estes canais operam na rede hertziana terrestre em UHF. Alguns canais regionais e locais operam também via satélite, no Astra e no Hispasat. A qualidade e quantidade do serviço prestado é indubitavelmente superior ao nosso. e é preciso dizer que já começaram as emissões em TDT (televisão digital terrestre) em Espanha.
Voltando ao nosso país, é necessário também referir que a rede de emissores e retransmissores, apesar de ser boa, tem uma grave falha: a TVI, da Média Capital tem uma rede de retransmissores mais fraca que a RTP e SIC. Há um considerável número de localidades onde a TVI ainda não chega em condições. A julgar pela base de dados da ANACOM disponível na Internet, a TVI ainda não tem retransmissores em:
Alcaria, Aldeia Viçosa, Alenquer, Almaceda, Alvaiázere, Alvito da Beira, Alvoco das Várzeas, Amarante, Barriosa, Beja, Belver, Belver (Barragem), Benfeita, Cabeção, Cabril (Montalegre), Babril (Pampilhosa), Cachopo, Caldas de Aregos, Candeeiros, Caneiro, Caranguejeira, Carvalhal, Carvoeiro, Castanheira de Pêra, Castelo de Vide, Ceira dos Vales, Cercal do Alentejo, Cerdeira, Cerva, Cheleiros, Coimbra, Cortiçada, Coruche, Elvas, Espinhal, Fajão, Frutuoso (Seixo), Gaia, Gerês, Gondar, Lalim, Lisboa (Areeiro), Loriga, Lorvão, Machialinho, Malveira, Manteigas, Melides, Montedor, Montemor-o-Novo, Mouriscas, Nazaré, Odemira, Ourém, Pampilhosa da Serra, Paredes de Coura, Penacova, Piodão, Podame, Ponte de Lima, Ponte de Sôr, Portela de Unhais, Préstimo, Relvas, Resende, Rio de Onor, Santa Maria da Feira, Santa Maria de Penaguião, Sertã, Silvares, Silves, Tourém, Vale de Santarém, Valença do Douro, Valezim, Valhelhas, Vide, Vieira do Minho, Viseu .
É de questionar o porquê desta disparidade entre a SIC e a TVI, sendo ambas empresas privadas, teoricamente em igualdade de circustâncias. A ANACOM não autoriza a Média Capital a abrir mais retransmissores? Ou é o próprio grupo liderado por Paes do Amaral que foge às obrigações inerentes a uma tv nacional, incluindo a de melhorar a cobertura a favor de uma boa qualidade de recepção? Independentemente da opinião de cada um em relação à programação da TVI, é lamentável ver pessoas prejudicadas por interesse ou pela falta dele das entidades responsáveis, sem conseguir por cobro ao problema.
Portugal ainda está muito atrasado em questões ligadas à televisão, e ninguém pode dizer que a TDT é o futuro quando o nosso vergonhoso presente não serve os interesses dos portugueses. Há alguns anos fala-se em TDT em Portugal. Mas o que se fez até agora para apostar de vez nesta nova tecnologia? ZERO! Ou perto disso. Ainda não existe um único emissor a operar em TDT, nem se espera que num futuro próximo venha a surgir. Segundo algumass notícias publicadas na net, a Itália vai fazer o switch-off da tv analógica em 2007. Outros países em 2010. Os últimos em 2012. E portugal? Já calendarizou uma data fixa para o total abandono do analógico?
O governo de José Sócrates fala em "choque tecnológico". Será que a TDT não é um choque tecnológico? O governo já pensou em promover de vez as novas tecnologias e aplicar as ideias à prática? Começar a emitir em TDT e criar novos canais de tv com critérios de qualidade e diversidade de programação que marquem a diferença pela positiva? Ou ficamos mais uma vez na causa da Europa à espera que os nossos "amigos de Bruxelas" façam pressão para que este país avance em inovação, competividade e tecnologia? Vamos esperar que o tempo avance... Para mais tarde apoiar ou criticar as atitudes deste país!
PS- em relação à TVI, sei que inclusivamente algumas câmaras municipais fizeram "pressão" no sentido de a TVI colocar retransmissores... Mas parece que em vão.
A União Europeia quer que os 25 estados-membros abandonem a televisão analógica até 2012. Efectivamente, tanto os operadores como os consumidores irão ganhar com esta revolução tecnológica, que pode mudar o próprio conceito de televisão. Mas, é necessário analisar a actual situação de Portugal, em termos de televisão. Actualmente, operam quatro canais livres via terrestre. De resto, apenas existem canais por assinatura, por cabo ou satélite. Se compararmos esta situação com outros países, por exemplo Espanha, tomamos conciência do abismo entre o funcionamento do serviço de radiodifusão televisiva no país de "nuestros hermanos" e o nosso. Em primeiro lugar, os Espanhóis, além de terem canais nacionais (TVE1, TVE2, Antena 3, Tele 5 e Canal +), tem canais regionais (Telemadrid, Canal Sur, etc.) e canais locais, na maioria das localidades. Todos estes canais operam na rede hertziana terrestre em UHF. Alguns canais regionais e locais operam também via satélite, no Astra e no Hispasat. A qualidade e quantidade do serviço prestado é indubitavelmente superior ao nosso. e é preciso dizer que já começaram as emissões em TDT (televisão digital terrestre) em Espanha.
Voltando ao nosso país, é necessário também referir que a rede de emissores e retransmissores, apesar de ser boa, tem uma grave falha: a TVI, da Média Capital tem uma rede de retransmissores mais fraca que a RTP e SIC. Há um considerável número de localidades onde a TVI ainda não chega em condições. A julgar pela base de dados da ANACOM disponível na Internet, a TVI ainda não tem retransmissores em:
Alcaria, Aldeia Viçosa, Alenquer, Almaceda, Alvaiázere, Alvito da Beira, Alvoco das Várzeas, Amarante, Barriosa, Beja, Belver, Belver (Barragem), Benfeita, Cabeção, Cabril (Montalegre), Babril (Pampilhosa), Cachopo, Caldas de Aregos, Candeeiros, Caneiro, Caranguejeira, Carvalhal, Carvoeiro, Castanheira de Pêra, Castelo de Vide, Ceira dos Vales, Cercal do Alentejo, Cerdeira, Cerva, Cheleiros, Coimbra, Cortiçada, Coruche, Elvas, Espinhal, Fajão, Frutuoso (Seixo), Gaia, Gerês, Gondar, Lalim, Lisboa (Areeiro), Loriga, Lorvão, Machialinho, Malveira, Manteigas, Melides, Montedor, Montemor-o-Novo, Mouriscas, Nazaré, Odemira, Ourém, Pampilhosa da Serra, Paredes de Coura, Penacova, Piodão, Podame, Ponte de Lima, Ponte de Sôr, Portela de Unhais, Préstimo, Relvas, Resende, Rio de Onor, Santa Maria da Feira, Santa Maria de Penaguião, Sertã, Silvares, Silves, Tourém, Vale de Santarém, Valença do Douro, Valezim, Valhelhas, Vide, Vieira do Minho, Viseu .
É de questionar o porquê desta disparidade entre a SIC e a TVI, sendo ambas empresas privadas, teoricamente em igualdade de circustâncias. A ANACOM não autoriza a Média Capital a abrir mais retransmissores? Ou é o próprio grupo liderado por Paes do Amaral que foge às obrigações inerentes a uma tv nacional, incluindo a de melhorar a cobertura a favor de uma boa qualidade de recepção? Independentemente da opinião de cada um em relação à programação da TVI, é lamentável ver pessoas prejudicadas por interesse ou pela falta dele das entidades responsáveis, sem conseguir por cobro ao problema.
Portugal ainda está muito atrasado em questões ligadas à televisão, e ninguém pode dizer que a TDT é o futuro quando o nosso vergonhoso presente não serve os interesses dos portugueses. Há alguns anos fala-se em TDT em Portugal. Mas o que se fez até agora para apostar de vez nesta nova tecnologia? ZERO! Ou perto disso. Ainda não existe um único emissor a operar em TDT, nem se espera que num futuro próximo venha a surgir. Segundo algumass notícias publicadas na net, a Itália vai fazer o switch-off da tv analógica em 2007. Outros países em 2010. Os últimos em 2012. E portugal? Já calendarizou uma data fixa para o total abandono do analógico?
O governo de José Sócrates fala em "choque tecnológico". Será que a TDT não é um choque tecnológico? O governo já pensou em promover de vez as novas tecnologias e aplicar as ideias à prática? Começar a emitir em TDT e criar novos canais de tv com critérios de qualidade e diversidade de programação que marquem a diferença pela positiva? Ou ficamos mais uma vez na causa da Europa à espera que os nossos "amigos de Bruxelas" façam pressão para que este país avance em inovação, competividade e tecnologia? Vamos esperar que o tempo avance... Para mais tarde apoiar ou criticar as atitudes deste país!
PS- em relação à TVI, sei que inclusivamente algumas câmaras municipais fizeram "pressão" no sentido de a TVI colocar retransmissores... Mas parece que em vão.
segunda-feira, agosto 01, 2005
Rádio Pública faz 70 anos!
A radiodifusão pública faz hoje, dia 1 de Agosto, 70 anos. A antiga Emissora Nacional, actualmente RDP (Radiodifusão Portuguesa) iniciou as emissões em 1935.
" Como mais um soldado que se alista...
Adelino Gomes
Salazar não compareceu. E Carmona só foi aos estúdios três dias depois, para a inauguração oficial. Mas as emissões começaram
em 1 de Agosto de 1935. "Como mais um soldado que se alista", a Emissora Nacional passa a ser "uma força ao serviço do Estado Novo"
Ver mais em http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?a=2005&m=07&d=31&uid=&sid=3617 , no entanto, fica a informação que o acesso à notícia é pago
A radiodifusão pública faz hoje, dia 1 de Agosto, 70 anos. A antiga Emissora Nacional, actualmente RDP (Radiodifusão Portuguesa) iniciou as emissões em 1935.
" Como mais um soldado que se alista...
Adelino Gomes
Salazar não compareceu. E Carmona só foi aos estúdios três dias depois, para a inauguração oficial. Mas as emissões começaram
em 1 de Agosto de 1935. "Como mais um soldado que se alista", a Emissora Nacional passa a ser "uma força ao serviço do Estado Novo"
Ver mais em http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?a=2005&m=07&d=31&uid=&sid=3617 , no entanto, fica a informação que o acesso à notícia é pago
sábado, julho 30, 2005
As frequências "fantasmas" em Portugal (actualização):
- 97.4 MHz - Rádio Renascença (Vouzela)
- 89.7 MHz - RFM (emissor desconhecido / Alentejo?)
- 93.2 MHz - RDP Antena 2 (Elvas/ Vila Boim)
- 101.6 MHz - RDP Antena 3 (Elvas/ Vila Boim)
- 107.1 MHz - RFM (Elvas/ Vila Boim)
Estes retransmissores não constam da desactualizada base de dados da ANACOM, nem nos sites das rádios. Provavelmente, ainda estão em emissões experimentais. Estão aqui apresentadas para que se saiba das novidades no éter, que cada vez se enche mais. Felizmente para os ouvintes, que vem a qualidade de recepção melhorada através da instalação de mais retransmissores. Mas, é caso para questionar: e a Média Capital? Não reforça a cobertura nacional da Rádio Comercial, nem a rede regional sul do RCP? Se por acaso, descobrirem mais emissores, apresentem essa informação ao "Mundo da Rádio ", por forma a que seja aqui divulgada.
- 97.4 MHz - Rádio Renascença (Vouzela)
- 89.7 MHz - RFM (emissor desconhecido / Alentejo?)
- 93.2 MHz - RDP Antena 2 (Elvas/ Vila Boim)
- 101.6 MHz - RDP Antena 3 (Elvas/ Vila Boim)
- 107.1 MHz - RFM (Elvas/ Vila Boim)
Estes retransmissores não constam da desactualizada base de dados da ANACOM, nem nos sites das rádios. Provavelmente, ainda estão em emissões experimentais. Estão aqui apresentadas para que se saiba das novidades no éter, que cada vez se enche mais. Felizmente para os ouvintes, que vem a qualidade de recepção melhorada através da instalação de mais retransmissores. Mas, é caso para questionar: e a Média Capital? Não reforça a cobertura nacional da Rádio Comercial, nem a rede regional sul do RCP? Se por acaso, descobrirem mais emissores, apresentem essa informação ao "Mundo da Rádio ", por forma a que seja aqui divulgada.
sexta-feira, julho 29, 2005
RFM em 107.1 Elvas:
O emissor do Grupo Renascença que surgiu há pouco tempo, em Elvas, nos 107.1 MHz emite agora a RFM.
Por razões operacionais, emitia, em carácter provisório, a Renascença Elvas, em paralelo com os 99.8/102.3 MHz . Está assim esclarecido esta caso! Emite RDS "__RFM___".
Com esta nova frequência, o concelho de Elvas passa a ter 8 emissores:
99.8 + 102.3 - Renascença Elvas
91.5 + 104.3 - Rádio Elvas
103.8 - RDP Antena 1
93.2 - RDP Antena 2 (emissor fantasma)
101.6 - RDP Antena 3 (emissor fantasma)
107.1 - RFM (emissor fantasma)
Falta agora a Média Capital melhorar a cobertura da Comercial e do RCP (rede regional sul) neste concelho.
O emissor do Grupo Renascença que surgiu há pouco tempo, em Elvas, nos 107.1 MHz emite agora a RFM.
Por razões operacionais, emitia, em carácter provisório, a Renascença Elvas, em paralelo com os 99.8/102.3 MHz . Está assim esclarecido esta caso! Emite RDS "__RFM___".
Com esta nova frequência, o concelho de Elvas passa a ter 8 emissores:
99.8 + 102.3 - Renascença Elvas
91.5 + 104.3 - Rádio Elvas
103.8 - RDP Antena 1
93.2 - RDP Antena 2 (emissor fantasma)
101.6 - RDP Antena 3 (emissor fantasma)
107.1 - RFM (emissor fantasma)
Falta agora a Média Capital melhorar a cobertura da Comercial e do RCP (rede regional sul) neste concelho.
Projecto da nova Lei da Rádio em Novembro:
O projecto-lei da nova Lei da Rádio deverá ser apresentado em Novembro. A actual legislação, além de obsoleta, não serve os interesses, quer dos ouvintes, quer das estações e grupos económicos associados.
Torna-se fundamental que a nova lei contemple:
1) A imposição de quotas obrigatórias de música portuguesa nas rádios, por foma a promover a música nacional e a definição exacta do conceito de "música portuguesa", nas rádios locais. O que não implica que se despreze a música estrangeira, até porque as rádios com maior audiência passam mais música estrangeira do que nacional. E o dia em que a maioria das rádios passarem pimbas e afins (sem querer ofender ninguém), muitos ouvintes abandonarão essas rádios, em detrimento das rádios que apostam nos grandes músicos internacionais. Seria uma boa ideia que a Ultra FM ou outra rádio virada para a juventude apostasse só em música portuguesa, rock, hip-hop e outros géneros (Da Weasel, Xutos, etc...). Se não gostarmos da nossa música, quem gostará?
2) A atribuição de licenças para o aumento do número de rádios nacionais, definida em concurso. A Média Capital e a TSF, assim, podiam concorrer a ter uma cobertura nacional, sem o uso de rádios locais como meros retransmissores.
3) O aumento da potência dos emissores das rádios locais, por forma a que estam possam alcançar mais ouvintes. Ter PARs entre 400 a 2000 watts não servem os interesses das populações locais.
4) A autorização aos grandes grupos, como a Média Capital e Renascença de abertura de novas frequências para as suas rádios (Cidade FM, Best Rock, Mega FM, ...) em vários distritos e impedi-las de usarem rádios locais para esse objectivo. Uma rádio local deve servir os ouvintes da sua região, com programação de âmbito local. Esse conceito é imcompatível com a programação dos estúdios da Sampaio e Pina durante 16 horas por dia e de 8 de desdobramento, como acontece um pouco por todo o país.
5) A aposta na rádio digital, abrindo concursos para a atribuição de frequências em DRM e DAB.
6) A limitação da concentração da propriedade dos media.
Vamos esperar para ver... A rádio em Portugal precisa de uma boa lufada de ar fresco...
O projecto-lei da nova Lei da Rádio deverá ser apresentado em Novembro. A actual legislação, além de obsoleta, não serve os interesses, quer dos ouvintes, quer das estações e grupos económicos associados.
Torna-se fundamental que a nova lei contemple:
1) A imposição de quotas obrigatórias de música portuguesa nas rádios, por foma a promover a música nacional e a definição exacta do conceito de "música portuguesa", nas rádios locais. O que não implica que se despreze a música estrangeira, até porque as rádios com maior audiência passam mais música estrangeira do que nacional. E o dia em que a maioria das rádios passarem pimbas e afins (sem querer ofender ninguém), muitos ouvintes abandonarão essas rádios, em detrimento das rádios que apostam nos grandes músicos internacionais. Seria uma boa ideia que a Ultra FM ou outra rádio virada para a juventude apostasse só em música portuguesa, rock, hip-hop e outros géneros (Da Weasel, Xutos, etc...). Se não gostarmos da nossa música, quem gostará?
2) A atribuição de licenças para o aumento do número de rádios nacionais, definida em concurso. A Média Capital e a TSF, assim, podiam concorrer a ter uma cobertura nacional, sem o uso de rádios locais como meros retransmissores.
3) O aumento da potência dos emissores das rádios locais, por forma a que estam possam alcançar mais ouvintes. Ter PARs entre 400 a 2000 watts não servem os interesses das populações locais.
4) A autorização aos grandes grupos, como a Média Capital e Renascença de abertura de novas frequências para as suas rádios (Cidade FM, Best Rock, Mega FM, ...) em vários distritos e impedi-las de usarem rádios locais para esse objectivo. Uma rádio local deve servir os ouvintes da sua região, com programação de âmbito local. Esse conceito é imcompatível com a programação dos estúdios da Sampaio e Pina durante 16 horas por dia e de 8 de desdobramento, como acontece um pouco por todo o país.
5) A aposta na rádio digital, abrindo concursos para a atribuição de frequências em DRM e DAB.
6) A limitação da concentração da propriedade dos media.
Vamos esperar para ver... A rádio em Portugal precisa de uma boa lufada de ar fresco...
terça-feira, julho 26, 2005
RFM com novo emissor em 89.7?
O éter está cada vez mais cheio... Agora, é a vez da RFM abrir mais uma frequência, no Alentejo, em 89.7 MHz . Desconheço totalmente qual a localização deste novo emissor, muito provavelmente é nos distritos de Portalegre ou Évora. Se alguém descobrir que novo emissor é este... Na base de dados da ANACOM só existe um 89.7 em Braga!
O éter está cada vez mais cheio... Agora, é a vez da RFM abrir mais uma frequência, no Alentejo, em 89.7 MHz . Desconheço totalmente qual a localização deste novo emissor, muito provavelmente é nos distritos de Portalegre ou Évora. Se alguém descobrir que novo emissor é este... Na base de dados da ANACOM só existe um 89.7 em Braga!
sábado, julho 16, 2005
Média Capital troca IOL pelo Clix :
A MCR fez uma parceria com o Clix, por forma a ter os sites das suas rádios neste portal de Internet. Assim, os novos URLs das rádios são:
Rádio Comercial - http://radiocomercial.clix.pt
RCP - http://rcp.clix.pt
Cidade FM - http://cidadefm.clix.pt
Mix - http://mix.clix.pt
Best Rock - http://bestrock.clix.pt
Cotonete - http://cotonete.clix.pt
Site da Média Capital Rádio - http://mcr.clix.pt
"A Media Capital Rádios (MCR) pretende, com a parceria estabelecida com o Clix, «atingir cerca de 1.400 milhão de ouvintes mensais do «Cotonete» e chegar aos 2 milhões de audições das rádios MCR», afirmou o responsável pela área Multimédia da MCR, Carlos Marques, à Agência Financeira, à margem da apresentação da parceria. A pareceria junta numa plataforma única a MCR e o Clix e «nasce da necessidade dos projectos da MCR exigirem banda larga e visa permitir o crescimento de tráfego, até porque estávamos tamponados, sem margem de crescimento, apenas registando valores na ordem dos 5%», declarou ainda o mesmo responsável da MCR. «O Clix é o parceiro ideal pela sua posição excelente no mercado, graças à sua rede de distribuição própria». As expectativas do Clix são «atingir um crescimento significativo de forma a chegar aos 3 milhões de visitantes por mês face aos actuais 2,5 milhões», revela o director de marketing do Clix, Miguel Figueiredo. Para que os sites da MCR estivessem disponíveis no site do Clix, desde as 12:00 de hoje, foi necessário «reforçar alguns investimentos, mas marginais, já que o Clix enquanto grupo de telecomunicações já tem uma infra-estrutura montada, sendo só necessário algum ajuste», anunciou o director do Clix. «O Clix entrou com a componente tecnológica e a MCR com a componente de conteúdos», acrescentou ainda. A MCR, escusando-se a dar valores sobre os valores desta parceria, adiantou que «o investimento no Cotonete e na área multimédia tem vindo a ser pensado já há algum tempo e foi faseado, pelo que não foi muito significativo», adiantou Carlos Marques da MCR. «Toda a área da música do site do Clix vai migrar para as rádios Media Capital, uma vez que não faz sentido concorrer com algúem que já está dentro da casa», conclui a mesma fonte. Recorde-se que já no ano passado, o Clix tinha estabelecido acordos de partilha de conteúdos com o grupo Sojornal/Edimpresa e com o Jornal Público.
MCR quer investir em musica online e musica on-demand A Media Capital Rádios tem em mente «grandes projectos futuros», como a música on-line e música on-demand. Um projecto que a MCR está «a trabalhar e pretende lançar dentro de pouco tempo», anunciou o responsável pela área de multimédia da MCR, Carlos Marques. No presente, a aposta prioritária da MCR é o Cotonete, «o site por excelência da MCR, para o qual temos grandes projectos, já que agora estão reunidos os dois grandes passos nesse sentido. Primeiro somos actualmente o único site em Portugal licenciado para fazer Webcasting, depois do acordo com a Audiogest e em segundo lugar a parceria com o Clix». Lembre-se que a MCR é sub-holding do Grupo Media Capital para a rádio. No seu universo estão as rádios Comercial, Rádio Clube Português, Cidade FM, Best Rock FM, Romântica FM e o portal de rádios e música online Cotonete.
"
onte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=561081&div_id=1728
A MCR fez uma parceria com o Clix, por forma a ter os sites das suas rádios neste portal de Internet. Assim, os novos URLs das rádios são:
Rádio Comercial - http://radiocomercial.clix.pt
RCP - http://rcp.clix.pt
Cidade FM - http://cidadefm.clix.pt
Mix - http://mix.clix.pt
Best Rock - http://bestrock.clix.pt
Cotonete - http://cotonete.clix.pt
Site da Média Capital Rádio - http://mcr.clix.pt
"A Media Capital Rádios (MCR) pretende, com a parceria estabelecida com o Clix, «atingir cerca de 1.400 milhão de ouvintes mensais do «Cotonete» e chegar aos 2 milhões de audições das rádios MCR», afirmou o responsável pela área Multimédia da MCR, Carlos Marques, à Agência Financeira, à margem da apresentação da parceria. A pareceria junta numa plataforma única a MCR e o Clix e «nasce da necessidade dos projectos da MCR exigirem banda larga e visa permitir o crescimento de tráfego, até porque estávamos tamponados, sem margem de crescimento, apenas registando valores na ordem dos 5%», declarou ainda o mesmo responsável da MCR. «O Clix é o parceiro ideal pela sua posição excelente no mercado, graças à sua rede de distribuição própria». As expectativas do Clix são «atingir um crescimento significativo de forma a chegar aos 3 milhões de visitantes por mês face aos actuais 2,5 milhões», revela o director de marketing do Clix, Miguel Figueiredo. Para que os sites da MCR estivessem disponíveis no site do Clix, desde as 12:00 de hoje, foi necessário «reforçar alguns investimentos, mas marginais, já que o Clix enquanto grupo de telecomunicações já tem uma infra-estrutura montada, sendo só necessário algum ajuste», anunciou o director do Clix. «O Clix entrou com a componente tecnológica e a MCR com a componente de conteúdos», acrescentou ainda. A MCR, escusando-se a dar valores sobre os valores desta parceria, adiantou que «o investimento no Cotonete e na área multimédia tem vindo a ser pensado já há algum tempo e foi faseado, pelo que não foi muito significativo», adiantou Carlos Marques da MCR. «Toda a área da música do site do Clix vai migrar para as rádios Media Capital, uma vez que não faz sentido concorrer com algúem que já está dentro da casa», conclui a mesma fonte. Recorde-se que já no ano passado, o Clix tinha estabelecido acordos de partilha de conteúdos com o grupo Sojornal/Edimpresa e com o Jornal Público.
MCR quer investir em musica online e musica on-demand A Media Capital Rádios tem em mente «grandes projectos futuros», como a música on-line e música on-demand. Um projecto que a MCR está «a trabalhar e pretende lançar dentro de pouco tempo», anunciou o responsável pela área de multimédia da MCR, Carlos Marques. No presente, a aposta prioritária da MCR é o Cotonete, «o site por excelência da MCR, para o qual temos grandes projectos, já que agora estão reunidos os dois grandes passos nesse sentido. Primeiro somos actualmente o único site em Portugal licenciado para fazer Webcasting, depois do acordo com a Audiogest e em segundo lugar a parceria com o Clix». Lembre-se que a MCR é sub-holding do Grupo Media Capital para a rádio. No seu universo estão as rádios Comercial, Rádio Clube Português, Cidade FM, Best Rock FM, Romântica FM e o portal de rádios e música online Cotonete.
"
onte: http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=561081&div_id=1728
segunda-feira, julho 11, 2005
RR Elvas responde!
Enviei um mail para a RR Elvas acerca do novo emissor em 107.1 e eles responderam:
"Caro Luís Carvalho
Efectivamente foi instalado um novo emissor aqui em Elvas que também
transmite a emissão da RR Elvas em caracter experimental.
De futuro este emissor irá transmitir ou a emissão de Elvas da RR ou a RFM que se sintoniza mal na nossa cidade.
Gartos pelo email apresentamos os nossos cumprimentos
A equipa da RR Elvas
"
Enviei um mail para a RR Elvas acerca do novo emissor em 107.1 e eles responderam:
"Caro Luís Carvalho
Efectivamente foi instalado um novo emissor aqui em Elvas que também
transmite a emissão da RR Elvas em caracter experimental.
De futuro este emissor irá transmitir ou a emissão de Elvas da RR ou a RFM que se sintoniza mal na nossa cidade.
Gartos pelo email apresentamos os nossos cumprimentos
A equipa da RR Elvas
"
domingo, julho 10, 2005
Renascença Elvas: uma rádio, três frequências?
Parece que no éter do Alentejo surgiu mais uma frequência fastasma...
Agora, a Renascença Elvas, que habitualmente ocupa os 99.8 (emissor principal) e os 102.3 MHz (micro-cobertura da cidade de Elvas) está também a utilizar uma terceira frequência: 107.1 MHz. Desconhece-se que emissor é este, embora se suspeite que esteja localizado em Vila Boim (Elvas), talvez partilhe o emissor com os 99.8 . Parece que efectivamente, as três frequências estão a operar, facto que causa estranheza: uma rádio usa três frequências para um concelho? Com que razão? Em breve desactivarão umas das "antigas" frequências para dar lugar aos 107.1 ? Se alguém souber o que realmente se passa, entre em contacto com o "Mundo da Rádio". Se algum leitor do blog viver em Elvas e puder confirmar este facto, melhor ainda se for alguém da RR Elvas, entre em contacto com o "Mundo da Rádio" !
Relativamente à cobertura desta nova frequência, posso dizer que decididamente não é nenhuma micro-cobertura, o sinal consegue ser captado inclusivamente em Évora, onde os 99.8 entram comn alguma dificuldade, os 107.1 são sintonizados em condições razoáveis. Ignoro a cobertura no distrito de Portalegre, mas a avaliar pelos 99.8, deverá ser semelhante ou mesmo de melhor qualidade que esta.
Recorde-se que nesta cidade fronteiriça é a segunda vez neste ano que surgem emissores fantasmas. A RDP "abriu" frequências para a Antena 2 e Antena 3 em 93.2 e 101.6 MHz, respectivamente, no início do ano. Agora será a vez da RR?
Tentei contactar a Renascença pelo mail frequencias@rr.pt , mas como tem sido hábito nos últimos tempos, não respondem. Também contactei a RR Elvas (geral@rr-elvas.com), mas até agora, ainda não recebi nenhuma mensagem desta, talvez por ser fim-de-semana.
Parece que no éter do Alentejo surgiu mais uma frequência fastasma...
Agora, a Renascença Elvas, que habitualmente ocupa os 99.8 (emissor principal) e os 102.3 MHz (micro-cobertura da cidade de Elvas) está também a utilizar uma terceira frequência: 107.1 MHz. Desconhece-se que emissor é este, embora se suspeite que esteja localizado em Vila Boim (Elvas), talvez partilhe o emissor com os 99.8 . Parece que efectivamente, as três frequências estão a operar, facto que causa estranheza: uma rádio usa três frequências para um concelho? Com que razão? Em breve desactivarão umas das "antigas" frequências para dar lugar aos 107.1 ? Se alguém souber o que realmente se passa, entre em contacto com o "Mundo da Rádio". Se algum leitor do blog viver em Elvas e puder confirmar este facto, melhor ainda se for alguém da RR Elvas, entre em contacto com o "Mundo da Rádio" !
Relativamente à cobertura desta nova frequência, posso dizer que decididamente não é nenhuma micro-cobertura, o sinal consegue ser captado inclusivamente em Évora, onde os 99.8 entram comn alguma dificuldade, os 107.1 são sintonizados em condições razoáveis. Ignoro a cobertura no distrito de Portalegre, mas a avaliar pelos 99.8, deverá ser semelhante ou mesmo de melhor qualidade que esta.
Recorde-se que nesta cidade fronteiriça é a segunda vez neste ano que surgem emissores fantasmas. A RDP "abriu" frequências para a Antena 2 e Antena 3 em 93.2 e 101.6 MHz, respectivamente, no início do ano. Agora será a vez da RR?
Tentei contactar a Renascença pelo mail frequencias@rr.pt , mas como tem sido hábito nos últimos tempos, não respondem. Também contactei a RR Elvas (geral@rr-elvas.com), mas até agora, ainda não recebi nenhuma mensagem desta, talvez por ser fim-de-semana.
sábado, julho 02, 2005
Live 8 - parte 3
Indubitavelmente, o espectáculo mundial organizado por Bob Geldof é um fenómeno mundial: passa em milhões de televisores em todo o mundo. Quanto à rádio, a situação é má: apenas 2000 rádios e em Portugal a Antena 3 e nos principais concertos, a Antena 1. Já passaram muitos grupos e artistas, como String, Pink Floyd (de novo todos reunidos passados 24 anos :) ), Joss Stone, Linkin Park, Robbie Williams e muitos outros artistas que nos 10 palcos tem estado a actuar.
Fiz um rápido Dxismo em Onda Média e Onda Curta, mas de facto, nenhuma rádio, excepto a Antena 1 emitiu alguns dos concertos. Lamentável! Ninguém quer saber do evento?
Falando de novo na RTP: só os principais concertos foram passados, como os Pink Floyd, na Dois. Na TVE foi melhor: transmitiram outros concertos.
No blog da Antena 3 surgiram milhares de comentários por não transmitir a maioria dos artistas em palco...
Indubitavelmente, o espectáculo mundial organizado por Bob Geldof é um fenómeno mundial: passa em milhões de televisores em todo o mundo. Quanto à rádio, a situação é má: apenas 2000 rádios e em Portugal a Antena 3 e nos principais concertos, a Antena 1. Já passaram muitos grupos e artistas, como String, Pink Floyd (de novo todos reunidos passados 24 anos :) ), Joss Stone, Linkin Park, Robbie Williams e muitos outros artistas que nos 10 palcos tem estado a actuar.
Fiz um rápido Dxismo em Onda Média e Onda Curta, mas de facto, nenhuma rádio, excepto a Antena 1 emitiu alguns dos concertos. Lamentável! Ninguém quer saber do evento?
Falando de novo na RTP: só os principais concertos foram passados, como os Pink Floyd, na Dois. Na TVE foi melhor: transmitiram outros concertos.
No blog da Antena 3 surgiram milhares de comentários por não transmitir a maioria dos artistas em palco...
Live 8 - parte 2
Houve algumas modicações: a TVE deixou de transmitir os espectáculos. A RTP "passou" a emissão dos comentários ao Live 8 da RTP1 para a Dois.
Em termos de rádios, a Antena 3 continua na sua emissão non-stop. Na Antena 1 há comentários à situação em África., intercalados com pequenos excertos em directo dos concertos. Várias entrevistas a personalidades ligadas ao continemte africano também passam na Antena 1. Nos palcos aparecera várias personalidades como Kofi Annan (Secretário geral da ONU), Nelson Mandela e Bill Gates (sim, o dono da Microsoft!). Tudo em directo na Antena 1 e Antena 3.
Efectivamente, a Antena 3 é a única rádio nacional a transmitir os concertos. Fora do país, nem a RNE espanhola o faz. Uma breve passagem pelas Ondas Curtas também resultou infrutífera.
Segundo o noticiário da Antena 1, 2000 rádios transmitem os concertos: em Portugal só a Antena 3. Em Espanha, parece que nada. Esperemos que venha a noite: talvez um bom DXismo em Onda Média, Onda Longa ou mesmo Onda Curta seja mais interessante... De resto, sempre dá para procurar na Net as rádios On-Line que se associam ao evento...
Pelos palcos, espalhados pelos 4 cantos do mundo, já passaram muitos artistas como U2, Dido, Paul Mac Cartney, Yassour N Dour, a "nossa" Mariza, Bon Jovi, Child Destiny, Black Eyed Peas, etc...
Mais uma vez, acompanhem as novidades deste evento no blog criado pela Antena 3: http://www.live8antena3.blogspot.com . A RTP vai transmitir sem comentários o Live 8 nesta madrugada. E também fica a informação que os tão esperados Pynk Floyd serão transmitidos na RTP.
No momento em que acabo de escrever estas linhas a Madonna subiu ao palco...
Houve algumas modicações: a TVE deixou de transmitir os espectáculos. A RTP "passou" a emissão dos comentários ao Live 8 da RTP1 para a Dois.
Em termos de rádios, a Antena 3 continua na sua emissão non-stop. Na Antena 1 há comentários à situação em África., intercalados com pequenos excertos em directo dos concertos. Várias entrevistas a personalidades ligadas ao continemte africano também passam na Antena 1. Nos palcos aparecera várias personalidades como Kofi Annan (Secretário geral da ONU), Nelson Mandela e Bill Gates (sim, o dono da Microsoft!). Tudo em directo na Antena 1 e Antena 3.
Efectivamente, a Antena 3 é a única rádio nacional a transmitir os concertos. Fora do país, nem a RNE espanhola o faz. Uma breve passagem pelas Ondas Curtas também resultou infrutífera.
Segundo o noticiário da Antena 1, 2000 rádios transmitem os concertos: em Portugal só a Antena 3. Em Espanha, parece que nada. Esperemos que venha a noite: talvez um bom DXismo em Onda Média, Onda Longa ou mesmo Onda Curta seja mais interessante... De resto, sempre dá para procurar na Net as rádios On-Line que se associam ao evento...
Pelos palcos, espalhados pelos 4 cantos do mundo, já passaram muitos artistas como U2, Dido, Paul Mac Cartney, Yassour N Dour, a "nossa" Mariza, Bon Jovi, Child Destiny, Black Eyed Peas, etc...
Mais uma vez, acompanhem as novidades deste evento no blog criado pela Antena 3: http://www.live8antena3.blogspot.com . A RTP vai transmitir sem comentários o Live 8 nesta madrugada. E também fica a informação que os tão esperados Pynk Floyd serão transmitidos na RTP.
No momento em que acabo de escrever estas linhas a Madonna subiu ao palco...
Live 8: retransmissão em Portugal na Antena 1, Antena 3 e RTP1
A Antena 1, Antena 3 e RTP 1 estão a transmitir o Live 8. 10 palcos, 100 músicos juntos por uma causa: a probreza em África. O Live 8 é mais uma iniciativa para alertar os 8 países mais ricos da crise humanitária no continente africano: milhares de pessoas, sobretudo crianças, morrem à fome ou com terríveis doenças, nomeadamente a SIDA. Vinte anos depois do "Live Aid", voltamos a lutar pela vida de milhões.
Acompanhem todas as informações no blog especialmente criado pela Antena 3 para este evento: http://live8antena3.blogspot.com/
A transmissão tem sido excelente na Antena 3, non-stop, sem qualquer interrupção, até às 2 horas de Domingo pode-se acompanhar quase todos os espectáculos. Infelizmente, a RTP 1 não está a prestar o melhor serviço, preferindo ter comentadores no estúdio a falar desta manifestação de solidariedade do que retransmitir todos os concertos em directo. Contrariamente à TVE2 (televisão espanhola) que não tem parado as transmissões em directo, da grande maioria dos palcos, tirando uns poucos segundos para publicidade. Será que os portugueses não gostam de ver concertos em directo? A Antena 1 também não tem estado a acompanhar a 100%, mas como há a Antena 3, compreende-se. Em termos televisivos é totalmente inaceitável privar os telespectadores de verem emissões em directo para todo o mundo quando não há alternativa noutro canal livre!
A Antena 1, Antena 3 e RTP 1 estão a transmitir o Live 8. 10 palcos, 100 músicos juntos por uma causa: a probreza em África. O Live 8 é mais uma iniciativa para alertar os 8 países mais ricos da crise humanitária no continente africano: milhares de pessoas, sobretudo crianças, morrem à fome ou com terríveis doenças, nomeadamente a SIDA. Vinte anos depois do "Live Aid", voltamos a lutar pela vida de milhões.
Acompanhem todas as informações no blog especialmente criado pela Antena 3 para este evento: http://live8antena3.blogspot.com/
A transmissão tem sido excelente na Antena 3, non-stop, sem qualquer interrupção, até às 2 horas de Domingo pode-se acompanhar quase todos os espectáculos. Infelizmente, a RTP 1 não está a prestar o melhor serviço, preferindo ter comentadores no estúdio a falar desta manifestação de solidariedade do que retransmitir todos os concertos em directo. Contrariamente à TVE2 (televisão espanhola) que não tem parado as transmissões em directo, da grande maioria dos palcos, tirando uns poucos segundos para publicidade. Será que os portugueses não gostam de ver concertos em directo? A Antena 1 também não tem estado a acompanhar a 100%, mas como há a Antena 3, compreende-se. Em termos televisivos é totalmente inaceitável privar os telespectadores de verem emissões em directo para todo o mundo quando não há alternativa noutro canal livre!
quinta-feira, junho 30, 2005
A morte da cassete analógica, aos 40 anos de vida:
A cassete áudio analógica. depois de 40 anos de vida brevemente encontrará a morte. Durante muitos anos, quer jornalistas, quer o comum do entusiasta pela rádio, quer os amantes da música usaram esta caixinha quase mágica onde uma fita magnética passava entre duas bobines, com o habitual ruído de fundo. Tornou-se um formato muito popular, com o surgimento dos leitores portáteis, conhecidos como Walkmans (embora este termo seja uma marca comercial da Sony).
Criada pela Philips nos anos 60, era bastante fácil de manusear, não obstante ser lenta a enrolar e rebobinar, até ao ponto da gravação desejado. Com a chegada dos leitores digitais de CD, nos anos 80, anunciou-se a morte da cassete. Mas como na altura não era possível gravar cd's, a cassete resistiu para as gravações caseiras. Recentemente, com a rápida adesão aos leitores de MP3 e WMA, já é possível ter um sistema pequeno, prático e de grande qualidade para gravar as músicas que se quiserem, e até emissões de rádio ou entrevistas e reuniões.
É a despedida da cassete. Mas ficam as saudades...
Ver notícia em http://dn.sapo.pt//2005/06/27/artes/a_morte_anunciada_cassete_40_anos_vi.html
A cassete áudio analógica. depois de 40 anos de vida brevemente encontrará a morte. Durante muitos anos, quer jornalistas, quer o comum do entusiasta pela rádio, quer os amantes da música usaram esta caixinha quase mágica onde uma fita magnética passava entre duas bobines, com o habitual ruído de fundo. Tornou-se um formato muito popular, com o surgimento dos leitores portáteis, conhecidos como Walkmans (embora este termo seja uma marca comercial da Sony).
Criada pela Philips nos anos 60, era bastante fácil de manusear, não obstante ser lenta a enrolar e rebobinar, até ao ponto da gravação desejado. Com a chegada dos leitores digitais de CD, nos anos 80, anunciou-se a morte da cassete. Mas como na altura não era possível gravar cd's, a cassete resistiu para as gravações caseiras. Recentemente, com a rápida adesão aos leitores de MP3 e WMA, já é possível ter um sistema pequeno, prático e de grande qualidade para gravar as músicas que se quiserem, e até emissões de rádio ou entrevistas e reuniões.
É a despedida da cassete. Mas ficam as saudades...
Ver notícia em http://dn.sapo.pt//2005/06/27/artes/a_morte_anunciada_cassete_40_anos_vi.html
Nova Lei da Rádio?
Fala-se que poderá ser aprovada uma nova Lei da Rádio. É uma assunto delicado, o sector há muito tempo aguarda mudanças que beneficiem as rádios. Desde o tempo de Salazar, pouco mudou no paronama radiofónico, à excepção do surgimento das rádios piratas nos anos 80 e, mais tarde, da sua legalização. Hoje temos 6 rádios nacionais: RDP Antena 1 (ex- Emissora Nacional), RDP Antena 2 (ex- Emissora Nacional Programa 2), Rádio Renascença, RFM (Ex- Renascença FM), Rádio Comercial (ex- Rádio Clube Português); mais tarde surgiu a Antena 3. Desde o 25 de Abril que só temos mais uma rádio nacional (a Antena 3). Depois, temos duas redes regionais, a do Norte emite a TSF, a do SUL a nova versão do RCP - Rádio Clube Português. Falta falar das rádios locais, com emissores de 400 a 2000 W de PAR que estão espalhadas um pouco por todo o país.
Com a actual organização do espectro radioeléctrico feita pela ANACOM, é fundamental que a nova Lei permita:
1) Criar mais rádios nacionais. A TSF e o RDP devem ter uma rede nacional de emissores.
2) Aumentar as PARs atribuídas às rádios locais. Efectivamente, haver rádios que são obrigadas a emitir com 400 W é criar uma quase micro-cobertura que impede que essas rádios consigam chegar a maior número de ouvintes. Obviamente, este problema também se aplica às rádios com 500 W, tirando algumas felizes excepções não chegam a atingir mais de 40/50 km de cobertura, isto quando não sofrem fortes interferências de outras rádios. Mesmo 1000 ou 2000 W em algumas situações são pouco... Porque não começar a atribuir potências, digamos de 5000 até uns 10000W?
3) Permitir às rádios locais a instalação dos emissores em serras e locais altos. Ao lado da RDP, RR, Comercial e redes regionais. Ajudava bastante a melhorar a cobertura.
4) Permitir o uso de RDS dinâmico e a exploração de todas as funcionalidades oferecidas por este sistema de transmissão de dados.
5) Atribuir mais licenças a rádios locais. Não existem rádios universitárias (e outras?) que esperam e desesperam por uma licença?
6) Impedir o uso de rádios locais como retransmissores dos grandes grupos, como a TSF e Média Capital.
7) Resolver de vez os erros da ANACOM, no que concerne à atribuição de frequências; permitir às rádios afectadas a mudança de frequência de emissão.
8) Estimular a rádio digital, atribuir licenças para emissão em DAB e DRM.
9) Estipular quotas de música portuguesa: é escandaloso que a rádio despreze quase por completo a música desenvolvida neste país! Sejam honradas a RDP e algumas rádios locais!
Por enquanto tudo é ficção... Até quando??
Fala-se que poderá ser aprovada uma nova Lei da Rádio. É uma assunto delicado, o sector há muito tempo aguarda mudanças que beneficiem as rádios. Desde o tempo de Salazar, pouco mudou no paronama radiofónico, à excepção do surgimento das rádios piratas nos anos 80 e, mais tarde, da sua legalização. Hoje temos 6 rádios nacionais: RDP Antena 1 (ex- Emissora Nacional), RDP Antena 2 (ex- Emissora Nacional Programa 2), Rádio Renascença, RFM (Ex- Renascença FM), Rádio Comercial (ex- Rádio Clube Português); mais tarde surgiu a Antena 3. Desde o 25 de Abril que só temos mais uma rádio nacional (a Antena 3). Depois, temos duas redes regionais, a do Norte emite a TSF, a do SUL a nova versão do RCP - Rádio Clube Português. Falta falar das rádios locais, com emissores de 400 a 2000 W de PAR que estão espalhadas um pouco por todo o país.
Com a actual organização do espectro radioeléctrico feita pela ANACOM, é fundamental que a nova Lei permita:
1) Criar mais rádios nacionais. A TSF e o RDP devem ter uma rede nacional de emissores.
2) Aumentar as PARs atribuídas às rádios locais. Efectivamente, haver rádios que são obrigadas a emitir com 400 W é criar uma quase micro-cobertura que impede que essas rádios consigam chegar a maior número de ouvintes. Obviamente, este problema também se aplica às rádios com 500 W, tirando algumas felizes excepções não chegam a atingir mais de 40/50 km de cobertura, isto quando não sofrem fortes interferências de outras rádios. Mesmo 1000 ou 2000 W em algumas situações são pouco... Porque não começar a atribuir potências, digamos de 5000 até uns 10000W?
3) Permitir às rádios locais a instalação dos emissores em serras e locais altos. Ao lado da RDP, RR, Comercial e redes regionais. Ajudava bastante a melhorar a cobertura.
4) Permitir o uso de RDS dinâmico e a exploração de todas as funcionalidades oferecidas por este sistema de transmissão de dados.
5) Atribuir mais licenças a rádios locais. Não existem rádios universitárias (e outras?) que esperam e desesperam por uma licença?
6) Impedir o uso de rádios locais como retransmissores dos grandes grupos, como a TSF e Média Capital.
7) Resolver de vez os erros da ANACOM, no que concerne à atribuição de frequências; permitir às rádios afectadas a mudança de frequência de emissão.
8) Estimular a rádio digital, atribuir licenças para emissão em DAB e DRM.
9) Estipular quotas de música portuguesa: é escandaloso que a rádio despreze quase por completo a música desenvolvida neste país! Sejam honradas a RDP e algumas rádios locais!
Por enquanto tudo é ficção... Até quando??
quinta-feira, junho 23, 2005
90.0 Porto da Ex-Voxx a meio gás?
O emissor da Ex-Voxx do Porto (90.0 MHz) está a "meio gás" há vários dias. A potência de emissão é muito reduzida, a cobertura está reduzida a umas escassas centenas de metros do emissor. Quem fica a ganhar com a situação é a Mega FM Coimbra que emite na mesma frequência e entra bem no Porto à custa desta redução da potência. Existe algum problema técnico, ou a Média Capital está à espera de começar a emitir a Cidade FM neste emissor para este voltar à normalidade? Veremos qual o desenvolvimento desta situação...
O emissor da Ex-Voxx do Porto (90.0 MHz) está a "meio gás" há vários dias. A potência de emissão é muito reduzida, a cobertura está reduzida a umas escassas centenas de metros do emissor. Quem fica a ganhar com a situação é a Mega FM Coimbra que emite na mesma frequência e entra bem no Porto à custa desta redução da potência. Existe algum problema técnico, ou a Média Capital está à espera de começar a emitir a Cidade FM neste emissor para este voltar à normalidade? Veremos qual o desenvolvimento desta situação...
quinta-feira, junho 16, 2005
O uso (ou não) do RDS em Portugal
O RDS, como se sabe, é uma ferramenta muito útil para o ouvinte. Além de permitir identificar de imediato a estação sintonizada, permite que os auto-rádios procurem automaticamente a melhor frequência para essa estação, caso existam vários emissores. Mesmo que uma rádio tenha um só emissor, não deixa de ser útil saber logo qual o nome da estação, o tipo de programação (se disponível), um texto que muitas vezes é o "slogan" da rádio que passa nos jingles (obviamente, esta informação tem de estar disponível para que se possa beneficiar dela).
Assim, não se compreende como algumas rádios abandonam o RDS, como a Rádio Jovem de Évora (105.4 MHz que retransmite a TSF, usava o RDS "_105,40_", que tinha o mesmo PI que a TSF, o que permitia aos auto-rádios "considerarem" esta frequência como um emissor da TSF. Outra rádio, é a Rádio Despertar de Estremoz (94.5 MHz), tinha o RDS "ESTREMOZ". Também, noutros pontos do país, não se compreende como alguns retransmissores da Média Capital (rádios locais) não usem RDS. Será que todos nós sabemos as frequências de todas as rádios de uma região que não conhecemos bem, quando estamos no carro? Ou teremos sempre a base de dados da ANACOM, do Rádio Informa ou de qualquer outro site impressa em papel no porta luvas? É para isso que serve o RDS. A RDP, Grupo Renascença, a maioria dos emissores da MCR, TSF, e outras rádios usam o RDS. Os ouvintes sabem sempre que podem ouvir nas melhores condições possíveis a sua rádio preferida, não se perdendo num espectro radiofónico entre os 87.5 e os 108.0 MHz. Felizmente, nas principais auto-estradas do país há sinais de informação com as frequências das rádios que passam informações de trânsito.
A questão do RDS é particularmente notável em rádios locais que tem mais do que uma frequência, visto terem emissores de microcobertura: Dentro da microcobertura, os ouvintes sintinizam um emissor de uma PAR baixa, muitas vezes 50 W. Fora dessa área, os ouvintes sintonizam o emissor principal. Mais uma vez, o RDS aqui é uma grande ajuda, por exemplo a Rádio Portalegre usa o RDS "PORTLGRE" (100.5 MHz [emissor principal] e 104.5 MHz [microcobertura]), A Rádio Elvas emite "RADELVAS" (91.5 [emissor principal], 104.3 MHz [Microcobertura]); em outras localidades onde há microcoberturas a situação é equivalente. Mais uma vez no Alentejo a regra tem excepção: Renascença Elvas (99.8 MHz [emissor principal] e 102.3 MHz [microcobertura]), nunca emitiu RDS. Este emissor da RR deveria ter o mesmo direito ao RDS que quaisquer outros emissores da Renascença.
Falo do Alentejo, porque é a região que melhor conheço, mas pelo que sei, noutros pontos do país a situação não é muito diferente... Os 103.0 de Cantanhede da Best Rock Coimbra, além de entrar muito mal na cidade dos estudantes, também não tem RDS. A Best de Valongo só muito recentemente incorporou RDS.
Se algum leitor do blog quiser acrescentar mais algum caso...
O RDS, como se sabe, é uma ferramenta muito útil para o ouvinte. Além de permitir identificar de imediato a estação sintonizada, permite que os auto-rádios procurem automaticamente a melhor frequência para essa estação, caso existam vários emissores. Mesmo que uma rádio tenha um só emissor, não deixa de ser útil saber logo qual o nome da estação, o tipo de programação (se disponível), um texto que muitas vezes é o "slogan" da rádio que passa nos jingles (obviamente, esta informação tem de estar disponível para que se possa beneficiar dela).
Assim, não se compreende como algumas rádios abandonam o RDS, como a Rádio Jovem de Évora (105.4 MHz que retransmite a TSF, usava o RDS "_105,40_", que tinha o mesmo PI que a TSF, o que permitia aos auto-rádios "considerarem" esta frequência como um emissor da TSF. Outra rádio, é a Rádio Despertar de Estremoz (94.5 MHz), tinha o RDS "ESTREMOZ". Também, noutros pontos do país, não se compreende como alguns retransmissores da Média Capital (rádios locais) não usem RDS. Será que todos nós sabemos as frequências de todas as rádios de uma região que não conhecemos bem, quando estamos no carro? Ou teremos sempre a base de dados da ANACOM, do Rádio Informa ou de qualquer outro site impressa em papel no porta luvas? É para isso que serve o RDS. A RDP, Grupo Renascença, a maioria dos emissores da MCR, TSF, e outras rádios usam o RDS. Os ouvintes sabem sempre que podem ouvir nas melhores condições possíveis a sua rádio preferida, não se perdendo num espectro radiofónico entre os 87.5 e os 108.0 MHz. Felizmente, nas principais auto-estradas do país há sinais de informação com as frequências das rádios que passam informações de trânsito.
A questão do RDS é particularmente notável em rádios locais que tem mais do que uma frequência, visto terem emissores de microcobertura: Dentro da microcobertura, os ouvintes sintinizam um emissor de uma PAR baixa, muitas vezes 50 W. Fora dessa área, os ouvintes sintonizam o emissor principal. Mais uma vez, o RDS aqui é uma grande ajuda, por exemplo a Rádio Portalegre usa o RDS "PORTLGRE" (100.5 MHz [emissor principal] e 104.5 MHz [microcobertura]), A Rádio Elvas emite "RADELVAS" (91.5 [emissor principal], 104.3 MHz [Microcobertura]); em outras localidades onde há microcoberturas a situação é equivalente. Mais uma vez no Alentejo a regra tem excepção: Renascença Elvas (99.8 MHz [emissor principal] e 102.3 MHz [microcobertura]), nunca emitiu RDS. Este emissor da RR deveria ter o mesmo direito ao RDS que quaisquer outros emissores da Renascença.
Falo do Alentejo, porque é a região que melhor conheço, mas pelo que sei, noutros pontos do país a situação não é muito diferente... Os 103.0 de Cantanhede da Best Rock Coimbra, além de entrar muito mal na cidade dos estudantes, também não tem RDS. A Best de Valongo só muito recentemente incorporou RDS.
Se algum leitor do blog quiser acrescentar mais algum caso...
quarta-feira, junho 15, 2005
As frequências "fastasmas" e a ANACOM:
Em Portugal, nos últimos tempos tem surgido retransmissores de rádios nacionais da RDP e RR, ainda não oficializados. Nomeadamente o emissor de Vouzela (distrito de Viseu) da Renascença em 97.4 MHz; no sul do país, a RDP instalou novos retransmissores da Antena 2 e Antena 3 no distrito de Portalegre , mais concretamente em Elvas (frequências respectivas de 93.2 e 101.6 MHz).
A instalação de retransmissores é sempre bem-vinda para as populações locais que tem dificuldade em sintonizar as rádios nacionais. Mas agora surge a questão: e a Média Capital? Não terá também direito a melhorar a cobertura do Rádio Clube Português, quer melhorando a rede regional sul, quer criando uma nova rede de emissores a Norte? E a TSF a sul?
Com excepção da RDP, na minha opinião as melhores coberturas são a da Comercial e da RFM: na maioria dos casos, as frequências atribuídas não sofrem interferências de outras rádios e há emissores com excelente cobertura. Por exemplo, os 92.0 MHz do Mendro (Rádio Comercial) cobrem grande parte do Alentejo e não há uma única rádio que possa interferir com este emissor. Já os 98.9 Portalegre, também da Rádio Comercial, também não sofre quaiquer interferências na área de cobertura, excepto no distrito de Évora, onde os 99.0 MHz da Unirádio (Reguengos de Monsaraz) são "engolidos" pela Comercial, o que é grave, mas os 92.0 entram muito bem na região. A RFM entra bem na mesma região, quer pelos 100.9 Mendro, quer pelos 101.1 Portalegre. A RR, idem pelos 96.5 Mendro e 95.3 Portalegre. E nem falo na RDP, com a sua excelente rede de emissores.
O mais irónico de tudo é que em algumas localidades fronteiriças há emissores espanhóis que entram melhor que os emissores portugueses! Apenas a RDP se dá ao "luxo" de ter uma invejável rede de emissores que prestam um excelente serviço público. É para isso que pagamos taxa de radiodifusão. Mas será que as outras rádios não tem direito a melhorar a rede de emissores? Ou será que para a ANACOM existem (passo a expressão) os "menimos bonitos" da RDP e da RR e os "meninos feios" da Média Capital? É uma questão de amizades?
Estou completamente de acordo que todos temos o direito de receber as rádios locais, regionais e nacionais em excelentes condições de recepção, mas parece que há beneficiados e outros que tem de recorrer a rádios locais para alargar a sua cobertura...
Porque é que as rádios locais instalam emissores de microcobertura? Para melhorar a recepção em locais onde o emissor principal não entra ou entra com sinal fraco. Será que a ANACOM já pensou alargar esse conceito a rádios nacionais e regionais? O RCP precisava de algumas microcoberturas a sul, além da cobertura regional a norte. O mesmo se passa a RFM e Comercial. Eu nem estou a pedir muito, umas microcoberturas de 100 a 500 W de P.A.R. podiam ajudar em muito os ouvintes.
Isto tudo também se aplica à televisão: a RTP tem uma excelente rede de emissores em VHF e UHF, a SIC tem também uma boa rede em UHF, mas ainda há um considerável número de telespectadores que não conseguem sintonizar a TVI a não ser que adiram à TV Cabo!
Em Portugal, nos últimos tempos tem surgido retransmissores de rádios nacionais da RDP e RR, ainda não oficializados. Nomeadamente o emissor de Vouzela (distrito de Viseu) da Renascença em 97.4 MHz; no sul do país, a RDP instalou novos retransmissores da Antena 2 e Antena 3 no distrito de Portalegre , mais concretamente em Elvas (frequências respectivas de 93.2 e 101.6 MHz).
A instalação de retransmissores é sempre bem-vinda para as populações locais que tem dificuldade em sintonizar as rádios nacionais. Mas agora surge a questão: e a Média Capital? Não terá também direito a melhorar a cobertura do Rádio Clube Português, quer melhorando a rede regional sul, quer criando uma nova rede de emissores a Norte? E a TSF a sul?
Com excepção da RDP, na minha opinião as melhores coberturas são a da Comercial e da RFM: na maioria dos casos, as frequências atribuídas não sofrem interferências de outras rádios e há emissores com excelente cobertura. Por exemplo, os 92.0 MHz do Mendro (Rádio Comercial) cobrem grande parte do Alentejo e não há uma única rádio que possa interferir com este emissor. Já os 98.9 Portalegre, também da Rádio Comercial, também não sofre quaiquer interferências na área de cobertura, excepto no distrito de Évora, onde os 99.0 MHz da Unirádio (Reguengos de Monsaraz) são "engolidos" pela Comercial, o que é grave, mas os 92.0 entram muito bem na região. A RFM entra bem na mesma região, quer pelos 100.9 Mendro, quer pelos 101.1 Portalegre. A RR, idem pelos 96.5 Mendro e 95.3 Portalegre. E nem falo na RDP, com a sua excelente rede de emissores.
O mais irónico de tudo é que em algumas localidades fronteiriças há emissores espanhóis que entram melhor que os emissores portugueses! Apenas a RDP se dá ao "luxo" de ter uma invejável rede de emissores que prestam um excelente serviço público. É para isso que pagamos taxa de radiodifusão. Mas será que as outras rádios não tem direito a melhorar a rede de emissores? Ou será que para a ANACOM existem (passo a expressão) os "menimos bonitos" da RDP e da RR e os "meninos feios" da Média Capital? É uma questão de amizades?
Estou completamente de acordo que todos temos o direito de receber as rádios locais, regionais e nacionais em excelentes condições de recepção, mas parece que há beneficiados e outros que tem de recorrer a rádios locais para alargar a sua cobertura...
Porque é que as rádios locais instalam emissores de microcobertura? Para melhorar a recepção em locais onde o emissor principal não entra ou entra com sinal fraco. Será que a ANACOM já pensou alargar esse conceito a rádios nacionais e regionais? O RCP precisava de algumas microcoberturas a sul, além da cobertura regional a norte. O mesmo se passa a RFM e Comercial. Eu nem estou a pedir muito, umas microcoberturas de 100 a 500 W de P.A.R. podiam ajudar em muito os ouvintes.
Isto tudo também se aplica à televisão: a RTP tem uma excelente rede de emissores em VHF e UHF, a SIC tem também uma boa rede em UHF, mas ainda há um considerável número de telespectadores que não conseguem sintonizar a TVI a não ser que adiram à TV Cabo!
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