Centro emissor de Onda Curta em Sines com os dias contados?
Mau demais para ser verdade: o ano de 2011 ainda vai a meio e já se arrisca a ficar registado na História da rádio em Portugal como o ano da morte da radiodifusão em Onda Curta no nosso país. Depois da "suspensão temporária" da RDPi em Onda Curta, é a vez da Deutsche Welle contar os dias de vida do centro emissor de Sines da ProFunk GmbH.
A DW prepara-se para realizar cortes nas emissões em Onda Curta, reduzindo drasticamente as horas de emissão e as línguas em que a emissora germânica opera. Entre as medidas anunciadas pela estação alemã, destaca-se a desactivação de vários centros emissores, nomeadamente os de Trincomalee (Sri Lanka) e Sines (Portugal) . A partir do dia 1 de Novembro de 2011, o centro emissor de Onda Curta em Sines deverá ser desactivado, deixando de emitir a DW e/ou outras estações que alugam tempo de emissão à rádio internacional da Alemanha. Infelizmente, entre outros efeitos colaterais da decisão, afigura-se provável o cenário de ver os técnicos portugueses ao serviço da DW engrossar a pesada lista de desempregados do nosso país...
Blog do site "Mundo da Rádio". Os comentários aos acontecimentos ao universo da rádio. As últimas notícias da rádio em Portugal e no Mundo. Visite www.mundodaradio.com .
quarta-feira, junho 15, 2011
terça-feira, junho 07, 2011
Rádio Renascença comemora 75 anos:
A Rádio Renascença arrancou as comemorações dos 75 anos de actividade da emissora católica portuguesa, com um concerto no Estádio do Bessa (Porto) que decorreu na noite da passada sexta-feira, dia 3 de Junho.
Uma data importante para a estação, já que as emissões experimentais da jovem emissora iniciaram-se no dia 3 de Junho de 1936, através de um pequeno emissor instalado na Charneca (Lisboa). Todavia, a Rádio Renascença arrancou definitivamente no dia 1 de Janeiro de 1937, servindo a população com emissores em Onda Média e Onda Curta.
Em meados da década de 60, a RR passou a contar também com uma rede nacional de emissores FM, passando a ser escutada em grande parte do país. De referir que, na altura, a RR apenas detinha dois pequenos emissores de Onda Média, um para servir a região de Lisboa (emissor da Buraca, mais tarde bombardeado durante o PREC) e outro na região do Porto.
No início da década de 80, a Rádio Renascença instalou novos emissores de Onda Média que asseguram a cobertura da estação em todo o continente. Mais tarde, o então governo socialista ofereceu à RR uma nova rede de emissores FM, que serviu a RR Onda Média durante pouco tempo. No dia 1 de Janeiro de 1987 (coincidindo com o 50.º aniversário da RR), a nova rede de emissores passou a transmitir um novo canal orientado para um público mais jovem: a RFM.
Em 1998, a emissora católica portuguesa lançou uma nova estação destinada ao público jovem, a Mega FM, disponível em Lisboa (92,4), Porto (90,6 Gondomar) e Coimbra (90,0) MHz.Mais tarde, a Mega FM estende-se a Aveiro, Braga e Sintra.
Dez anos depois, no dia 4 de Agosto de 2008, a RR inaugura as emissões da Rádio Sim , o quarto canal da emissora, cuja programação está direccionada para o público acima dos 55 anos, apostando na música portuguesa e internacional dos anos 1940-1970s.
A Rádio Renascença arrancou as comemorações dos 75 anos de actividade da emissora católica portuguesa, com um concerto no Estádio do Bessa (Porto) que decorreu na noite da passada sexta-feira, dia 3 de Junho.
Uma data importante para a estação, já que as emissões experimentais da jovem emissora iniciaram-se no dia 3 de Junho de 1936, através de um pequeno emissor instalado na Charneca (Lisboa). Todavia, a Rádio Renascença arrancou definitivamente no dia 1 de Janeiro de 1937, servindo a população com emissores em Onda Média e Onda Curta.
Em meados da década de 60, a RR passou a contar também com uma rede nacional de emissores FM, passando a ser escutada em grande parte do país. De referir que, na altura, a RR apenas detinha dois pequenos emissores de Onda Média, um para servir a região de Lisboa (emissor da Buraca, mais tarde bombardeado durante o PREC) e outro na região do Porto.
No início da década de 80, a Rádio Renascença instalou novos emissores de Onda Média que asseguram a cobertura da estação em todo o continente. Mais tarde, o então governo socialista ofereceu à RR uma nova rede de emissores FM, que serviu a RR Onda Média durante pouco tempo. No dia 1 de Janeiro de 1987 (coincidindo com o 50.º aniversário da RR), a nova rede de emissores passou a transmitir um novo canal orientado para um público mais jovem: a RFM.
Em 1998, a emissora católica portuguesa lançou uma nova estação destinada ao público jovem, a Mega FM, disponível em Lisboa (92,4), Porto (90,6 Gondomar) e Coimbra (90,0) MHz.Mais tarde, a Mega FM estende-se a Aveiro, Braga e Sintra.
Dez anos depois, no dia 4 de Agosto de 2008, a RR inaugura as emissões da Rádio Sim , o quarto canal da emissora, cuja programação está direccionada para o público acima dos 55 anos, apostando na música portuguesa e internacional dos anos 1940-1970s.
sábado, maio 28, 2011
RDPi "suspende temporariamente" a Onda Curta a partir do dia 1 de Junho:
Vergonhosa, narcisista, tartufa e sovina: quatro adjectivos para descrever a decisão da RTP dedesligar de vez, perdão, "suspender temporariamente" as emissões em Onda Curta da RDP Internacional, a partir do dia 1 de Junho.
Como se não bastassem os argumentos falaciosos da RTP, eis que a Associação Portuguesa de Radiodifusão tomou a liberdade de, na pessoa do seu presidente, José Faustino, pronunciar-se a respeito desta questão. Segundo o mesmo, «acho que ninguém [fica afetado]. Já ninguém ouvia aquilo e estava-se a gastar dinheiro. Não faço ideia de quanto custa, mas operar em onda curta é bastante caro. E não faz sentido, porque hoje há satélite e há internet». Ora, com todo o respeito pelo Sr. Faustino, tais declarações, baseadas apenas nos comunicados da RTP, não contribuem para uma avaliação séria da situação. A não ser que a APR tenha efectuado um estudo acerca das audiências da RDPi nos vários meios de distribuição, uma entidade reputada no sector da radiodifusão não deveria tirar ilações sem considerar a outra face do problema: os ouvintes.
Será que a APR, instituição que defende o interesse do meio radiofónico não devia olhar para as questões do sector tendo em consideração o elemento-chave do processo de comunicação via rádio, que não é mais nem menos do que o ouvinte? Afinal de contas, de que serviriam as rádios se não houvesse ouvintes? Será que algum iluminado da APR tem uma noção mais ou menos exacta da quantidade de ouvintes da RDPi que a ouve na Onda Curta, do número de ouvintes via satélite e do número de ouvintes via cabo? Exceptuando a Internet, onde a RTP pode determinar o número de ouvintes ligados ao servidor da rádio pública, os restantes meios não podem fornecer dados sobre os ouvintes, devido à unidireccionalidade da transmissão. A única forma de saber quem e como ouve será através de inquéritos dirigidos às comunidades de emigrantes portugueses, luso-descendentes e restantes lusófonos espalhados pelo mundo. E saberá o Sr. Faustino explicar a todos os ouvintes que o solicitem, como poderão aceder a meios alternativos de recepção da RDPi? Será, então, a APR capaz de indicar aos ouvintes como poderão adquirir e montar antenas parabólicas para ouvir a RDPi? Saberá a APR que operadores de cabo espalhados pelo mundo dispõem da RDPi na sua grelha? Mais uma vez, com toda a consideração pela pessoa do Sr. Faustino, seria desejável que o presidente da APR tivesse uma atitude muito mais prudente e responsável, avaliando criteriosamente a situação antes de comentar a situação em causa.
Vai-me desculpar, Sr. Faustino, mas com toda a estima que tenho por si, devia olhar para os nossos compatriotas emigrantes nos quatro cantos do mundo. Afinal, demagogia barata não credibiliza uma pessoa e uma instituição, quando se sabe que há ouvintes que ouvem a RDPi em Onda Curta e, prova disso, serão, certamente, as inúmeras reclamações que têm chegado ao Provedor do Ouvinte da RTP.
Infelizmente, os desenvolvimentos dos últimos dias sugerem que alguns iluminados expõem a sua posição sem se dignarem ouvir de viva voz os principais interessados no serviço da RDPi (os ouvintes), sem se darem conta da sua atitude cínica e hipócrita (para não dizer ignóbil), que em nada defende o direito de acesso à rádio internacional portuguesa por parte dos nossos concidadãos no estrangeiro, a par dos restantes lusófonos que ouvem a RDP Internacional.
Por outro lado, há que louvar a defesa do serviço em Onda Curta da RDPi proveniente de muitos ouvintes da RDPi, é certo, mas também por muitos cidadãos, começando no cidadão comum preocupado com os seus compatriotas residentes fora do seu país natal, mas passando por radioamadores e Dxistas, a par de cidadãos do Brasil e de outros países lusófonos, sem descurar as declarações de um comandante da Marinha Mercante, que não ficam satisfeitos com a argumentação da RTP, expondo um conjunto de situações que podem dificultar ou até aniquilar a recepção da RDPi, mormente em movimento. Trabalhar numa embarcação ou num camião é uma prática que, por força das limitações técnicas inerentes à recepção em movimento, incluindo as restrições de espaço, priva os nossos compatriotas da audição da RDPi enquanto desempenham a sua actividade profissional. Imagine-se o que seria ter uma antena parabólica de 3 metros de diâmetro num camião a circular em plena estrada africana! Imagine-se como um comandante naval poderá sintonizar a RDPi numa embarcação onde não há antena parabólica ou esta tem características inadequadas à recepção da RDPi via satélite. Imagine-se como pode um ouvinte continuar a acompanhar as novidades de Portugal numa qualquer região onde não tem acesso à Internet e não pode recorrer à antena parabólica!
Tal como seria de prever, num país que ao longo de séculos se destacou nas actividades marítimas, começando nos grandes navegadores e passando pelo comum dos pescadores, ainda existem muitos portugueses ligados à pesca nas costas do Canadá e na Terra Nova, por exemplo que se socorrem da RDP Internacional para se manterem a par da actualidade portuguesa. De igual modo, há muitos camionistas portugueses que viajam pela Europa ou pela África a ouvir a emissora internacional portuguesa. A partir da próxima quarta-feira, deixam de poder ouvir a RDPi na estrada e terão dificuldades acrescidas para ouvir no mar.
Mas afinal, não há ouvintes da RDPi em Onda Curta? Naturalmente que sim... os mesmos que não serão decerto acéfalos e já depreenderam as razões pelas quais a RTP está tão interessada em terminar com tecnologias analógicas obsoletas (ironia): tudo se resume ao politicamente correcto, numa óptica de contenção desenfreada de despesas, sem ganhar a coragem de admitir publicamente que tudo não passa de um plano para equilibrar contas sacrificando os ouvintes em detrimento de cortes em áreas sobejas onde os interesses instalados deviam dar lugar ao verdadeiro serviço público prestado aos ouvintes e telespectadores!
Já agora, senhores administradores da RTP, tenho algumas propostas melhores para cortar na despesa: fechem ou privatizem a RTP N. Aproveitem para fundir a RTP África com a RTPi e a RDP África com a RDPi. Por último, acabem de vez com todos os utensílios de cozinha (leia-se tachos) supérfluos no serviço público de rádio e televisão. Os ouvintes e telespectadores, que querem um serviço público eficiente e de qualidade, agradecem! Mas ao menos tenham mais deferência por quem escuta a rádio internacional portuguesa, que desde o seu início (em 1936) sempre enobreceu a Língua e a cultura portuguesas, glorificando um dos mais excelsos símbolos da História de Portugal no mundo, que o nobre povo lusitano divulgou por África, pelo Brasil, por Timor-Leste e um pouco por todo o mundo, que não é senão a própria Língua de Camões!
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Vergonhosa, narcisista, tartufa e sovina: quatro adjectivos para descrever a decisão da RTP de
Como se não bastassem os argumentos falaciosos da RTP, eis que a Associação Portuguesa de Radiodifusão tomou a liberdade de, na pessoa do seu presidente, José Faustino, pronunciar-se a respeito desta questão. Segundo o mesmo, «acho que ninguém [fica afetado]. Já ninguém ouvia aquilo e estava-se a gastar dinheiro. Não faço ideia de quanto custa, mas operar em onda curta é bastante caro. E não faz sentido, porque hoje há satélite e há internet». Ora, com todo o respeito pelo Sr. Faustino, tais declarações, baseadas apenas nos comunicados da RTP, não contribuem para uma avaliação séria da situação. A não ser que a APR tenha efectuado um estudo acerca das audiências da RDPi nos vários meios de distribuição, uma entidade reputada no sector da radiodifusão não deveria tirar ilações sem considerar a outra face do problema: os ouvintes.
Será que a APR, instituição que defende o interesse do meio radiofónico não devia olhar para as questões do sector tendo em consideração o elemento-chave do processo de comunicação via rádio, que não é mais nem menos do que o ouvinte? Afinal de contas, de que serviriam as rádios se não houvesse ouvintes? Será que algum iluminado da APR tem uma noção mais ou menos exacta da quantidade de ouvintes da RDPi que a ouve na Onda Curta, do número de ouvintes via satélite e do número de ouvintes via cabo? Exceptuando a Internet, onde a RTP pode determinar o número de ouvintes ligados ao servidor da rádio pública, os restantes meios não podem fornecer dados sobre os ouvintes, devido à unidireccionalidade da transmissão. A única forma de saber quem e como ouve será através de inquéritos dirigidos às comunidades de emigrantes portugueses, luso-descendentes e restantes lusófonos espalhados pelo mundo. E saberá o Sr. Faustino explicar a todos os ouvintes que o solicitem, como poderão aceder a meios alternativos de recepção da RDPi? Será, então, a APR capaz de indicar aos ouvintes como poderão adquirir e montar antenas parabólicas para ouvir a RDPi? Saberá a APR que operadores de cabo espalhados pelo mundo dispõem da RDPi na sua grelha? Mais uma vez, com toda a consideração pela pessoa do Sr. Faustino, seria desejável que o presidente da APR tivesse uma atitude muito mais prudente e responsável, avaliando criteriosamente a situação antes de comentar a situação em causa.
Vai-me desculpar, Sr. Faustino, mas com toda a estima que tenho por si, devia olhar para os nossos compatriotas emigrantes nos quatro cantos do mundo. Afinal, demagogia barata não credibiliza uma pessoa e uma instituição, quando se sabe que há ouvintes que ouvem a RDPi em Onda Curta e, prova disso, serão, certamente, as inúmeras reclamações que têm chegado ao Provedor do Ouvinte da RTP.
Infelizmente, os desenvolvimentos dos últimos dias sugerem que alguns iluminados expõem a sua posição sem se dignarem ouvir de viva voz os principais interessados no serviço da RDPi (os ouvintes), sem se darem conta da sua atitude cínica e hipócrita (para não dizer ignóbil), que em nada defende o direito de acesso à rádio internacional portuguesa por parte dos nossos concidadãos no estrangeiro, a par dos restantes lusófonos que ouvem a RDP Internacional.
Por outro lado, há que louvar a defesa do serviço em Onda Curta da RDPi proveniente de muitos ouvintes da RDPi, é certo, mas também por muitos cidadãos, começando no cidadão comum preocupado com os seus compatriotas residentes fora do seu país natal, mas passando por radioamadores e Dxistas, a par de cidadãos do Brasil e de outros países lusófonos, sem descurar as declarações de um comandante da Marinha Mercante, que não ficam satisfeitos com a argumentação da RTP, expondo um conjunto de situações que podem dificultar ou até aniquilar a recepção da RDPi, mormente em movimento. Trabalhar numa embarcação ou num camião é uma prática que, por força das limitações técnicas inerentes à recepção em movimento, incluindo as restrições de espaço, priva os nossos compatriotas da audição da RDPi enquanto desempenham a sua actividade profissional. Imagine-se o que seria ter uma antena parabólica de 3 metros de diâmetro num camião a circular em plena estrada africana! Imagine-se como um comandante naval poderá sintonizar a RDPi numa embarcação onde não há antena parabólica ou esta tem características inadequadas à recepção da RDPi via satélite. Imagine-se como pode um ouvinte continuar a acompanhar as novidades de Portugal numa qualquer região onde não tem acesso à Internet e não pode recorrer à antena parabólica!
Tal como seria de prever, num país que ao longo de séculos se destacou nas actividades marítimas, começando nos grandes navegadores e passando pelo comum dos pescadores, ainda existem muitos portugueses ligados à pesca nas costas do Canadá e na Terra Nova, por exemplo que se socorrem da RDP Internacional para se manterem a par da actualidade portuguesa. De igual modo, há muitos camionistas portugueses que viajam pela Europa ou pela África a ouvir a emissora internacional portuguesa. A partir da próxima quarta-feira, deixam de poder ouvir a RDPi na estrada e terão dificuldades acrescidas para ouvir no mar.
Mas afinal, não há ouvintes da RDPi em Onda Curta? Naturalmente que sim... os mesmos que não serão decerto acéfalos e já depreenderam as razões pelas quais a RTP está tão interessada em terminar com tecnologias analógicas obsoletas (ironia): tudo se resume ao politicamente correcto, numa óptica de contenção desenfreada de despesas, sem ganhar a coragem de admitir publicamente que tudo não passa de um plano para equilibrar contas sacrificando os ouvintes em detrimento de cortes em áreas sobejas onde os interesses instalados deviam dar lugar ao verdadeiro serviço público prestado aos ouvintes e telespectadores!
Já agora, senhores administradores da RTP, tenho algumas propostas melhores para cortar na despesa: fechem ou privatizem a RTP N. Aproveitem para fundir a RTP África com a RTPi e a RDP África com a RDPi. Por último, acabem de vez com todos os utensílios de cozinha (leia-se tachos) supérfluos no serviço público de rádio e televisão. Os ouvintes e telespectadores, que querem um serviço público eficiente e de qualidade, agradecem! Mas ao menos tenham mais deferência por quem escuta a rádio internacional portuguesa, que desde o seu início (em 1936) sempre enobreceu a Língua e a cultura portuguesas, glorificando um dos mais excelsos símbolos da História de Portugal no mundo, que o nobre povo lusitano divulgou por África, pelo Brasil, por Timor-Leste e um pouco por todo o mundo, que não é senão a própria Língua de Camões!
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
segunda-feira, maio 16, 2011
RDP África com nova frequência em Cabo Verde (ilha de São Nicolau):
Segundo o relato do membro "TMG" do Fórum da Rádio, a RDP África colocou em funcionamento mais uma frequência em Cabo Verde, passando também a ser escutada na ilha de São Nicolau. O novo centro emissor situa-se no Monte Gordo (ilha de S. Nicolau) e opera nos 95,1 MHz com 1 kW de potência. Esta nova frequência deverá cobrir a totalidade da ilha, mormente a vila da Ribeira Brava.
De referir que a RDP África tem uma rede de emissores que cobre grande parte de Cabo Verde. A saber:
Segundo o relato do membro "TMG" do Fórum da Rádio, a RDP África colocou em funcionamento mais uma frequência em Cabo Verde, passando também a ser escutada na ilha de São Nicolau. O novo centro emissor situa-se no Monte Gordo (ilha de S. Nicolau) e opera nos 95,1 MHz com 1 kW de potência. Esta nova frequência deverá cobrir a totalidade da ilha, mormente a vila da Ribeira Brava.
De referir que a RDP África tem uma rede de emissores que cobre grande parte de Cabo Verde. A saber:
- ILHA DO SAL: Morro Curral - 97,5 MHz
- ILHA DE SANTIAGO: Mte. Tchota - 105,2 MHz
- ILHA DE SANTIAGO: Mte. Pensamento - 106,1 MHz
- ILHA DE S. VICENTE: Mte. Verde - 93,9 MHz
- ILHA DA BOAVISTA: Sal-Rei - 95,1 MHz
- ILHA DE S. ANTÃO: Pedra Rachada - 105,2 MHz
- ILHA DE S. ANTÃO: Pinhão - 95,7 MHz
- ILHA DO FOGO: S.Filipe - 93,9 MHz
- ILHA DE S. NICOLAU: Monte Gordo - 95,1 MHz
Romântica FM regressará em breve ao Grande Porto!
Segundo uma deliberação da ERC, a Rádio 5, cadeia de rádios que utiliza as frequências da Rádio Lidador (100,8 Maia), Rádio Voz de Santo Tirso (98,4), Aveiro FM (96,5), Rádio Mar (89,0 Póvoa de Varzim) e Rádio Trofa (107,8 MHz Trofa) terá solicitado à entidade reguladora a revogação da alteração do projecto aprovado para os 100,8 MHz Maia, que passaria a chamar-se "Rádio 5 FM" e mudaria de categoria, de temática musical para generalista. A estação maiata alega não estarem reunidas as condições técnicas, humanas e económicas para avançar com o projecto, pelo que pretende a manutenção do serviço de programas temático musical, sob a designação "Romântica FM".
A prosseguir esta alteração, a Romântica FM regressará em breve aos 100,8 MHz Maia, mas agora na frequência da Rádio Lidador, já que a Rádio Lidador e a Vodafone FM (ex-Romântica) trocaram de frequência, passando a rádio da operadora de telecomunicações para os 94,3 MHz, ao passo que a Lidador mudou para os 100,8 MHz.
De referir que a estação promete relançar a Romântica FM recorrendo a recursos próprios. Como a Romântica FM deixou de emitir de Lisboa (ex- 107,2 Amadora) e apenas emite nos 92,8 Figueiró dos Vinhos (distrito de Leiria e próximo de Coimbra), é provável que a "nova" Romântica seja emitida a partir dos estúdios da Maia.
Segundo uma deliberação da ERC, a Rádio 5, cadeia de rádios que utiliza as frequências da Rádio Lidador (100,8 Maia), Rádio Voz de Santo Tirso (98,4), Aveiro FM (96,5), Rádio Mar (89,0 Póvoa de Varzim) e Rádio Trofa (107,8 MHz Trofa) terá solicitado à entidade reguladora a revogação da alteração do projecto aprovado para os 100,8 MHz Maia, que passaria a chamar-se "Rádio 5 FM" e mudaria de categoria, de temática musical para generalista. A estação maiata alega não estarem reunidas as condições técnicas, humanas e económicas para avançar com o projecto, pelo que pretende a manutenção do serviço de programas temático musical, sob a designação "Romântica FM".
A prosseguir esta alteração, a Romântica FM regressará em breve aos 100,8 MHz Maia, mas agora na frequência da Rádio Lidador, já que a Rádio Lidador e a Vodafone FM (ex-Romântica) trocaram de frequência, passando a rádio da operadora de telecomunicações para os 94,3 MHz, ao passo que a Lidador mudou para os 100,8 MHz.
De referir que a estação promete relançar a Romântica FM recorrendo a recursos próprios. Como a Romântica FM deixou de emitir de Lisboa (ex- 107,2 Amadora) e apenas emite nos 92,8 Figueiró dos Vinhos (distrito de Leiria e próximo de Coimbra), é provável que a "nova" Romântica seja emitida a partir dos estúdios da Maia.
Venda da Rádio Europa Lisboa volta à estaca zero...
A venda da Rádio Europa Lisboa à Dreamradios, S.A., sociedade fundada, entre outros, por Emídio Rangel, não se concretizou. Ao que parece, a falta de financiamento da empresa levou a abortar o negócio entre a RFI e a empresa do jornalista e fundador da TSF. A estação lisboeta já requereu junto da ERC a revogação da alteração de domínio e projecto aprovado para os 90,4 MHz, que, caso o processo seguisse avante, transformar-se-ia numa rádio de informação.
Nestas circunstâncias, a Rádio France Internationale deverá continuar à procura de comprador. Ofertas, aceitam-se!
A venda da Rádio Europa Lisboa à Dreamradios, S.A., sociedade fundada, entre outros, por Emídio Rangel, não se concretizou. Ao que parece, a falta de financiamento da empresa levou a abortar o negócio entre a RFI e a empresa do jornalista e fundador da TSF. A estação lisboeta já requereu junto da ERC a revogação da alteração de domínio e projecto aprovado para os 90,4 MHz, que, caso o processo seguisse avante, transformar-se-ia numa rádio de informação.
Nestas circunstâncias, a Rádio France Internationale deverá continuar à procura de comprador. Ofertas, aceitam-se!
segunda-feira, maio 09, 2011
NFM emite agora também nos 99,0 + 88,2 MHz Pedrógão Grande (Rádio Triângulo):
A NFM passou a ser retransmitida pela Rádio Triângulo 99,0 + 88,2 MHz Pedrógão Grande (distrito de Leiria). A «Rádio que toca» reforça, assim, a sua posição na região centro, não obstante a cobertura fraca das capitais de distrito mais próximas, Coimbra e Leiria, motivada em grande parte pelas restrições de azimute íimpostas pela ANACOM ao emissor principal da Rádio Triângulo (99,0 MHz). De facto, o emissor localiza-se na Serra de S. João, no vizinho concelho de Figueiró dos Vinhos, a cerca de 1000, de altitude, bem perto do emissor da Romântica FM Figueiró (92,8 MHz); ao estar num concelho limítrofe e por utilizar uma frequência muito próxima da Rádio Foz do Mondego (99,1 Figueira da Foz), o emissor da Rádio Triângulo/ NFM tem um reflector apontado para norte/oeste, limitando muito o sinal na direcção da cidade dos estudantes. Já a segunda frequência, 88,2 MHz, limita-se a ser uma microcobertura para a vila de Pedrógão Grande.
Esta aquisição da NFM reforça a rede de emissores da estação, que passa a constar dos seguintes emissores: 89,2 MHz Amarante, 88,4 MHz Monte da Virgem, 96,0+105,6 Ponte de Sor (distrito de Portalegre), 102,9 MHz Aljezur (Algarve), 94,8 MHz Bombarral, 103,2 MHz Vila de Rei (distrito de Castelo Branco) e 99,0 + 88,2 MHz Pedrógão Grande (distrito de Leiria).
A NFM passou a ser retransmitida pela Rádio Triângulo 99,0 + 88,2 MHz Pedrógão Grande (distrito de Leiria). A «Rádio que toca» reforça, assim, a sua posição na região centro, não obstante a cobertura fraca das capitais de distrito mais próximas, Coimbra e Leiria, motivada em grande parte pelas restrições de azimute íimpostas pela ANACOM ao emissor principal da Rádio Triângulo (99,0 MHz). De facto, o emissor localiza-se na Serra de S. João, no vizinho concelho de Figueiró dos Vinhos, a cerca de 1000, de altitude, bem perto do emissor da Romântica FM Figueiró (92,8 MHz); ao estar num concelho limítrofe e por utilizar uma frequência muito próxima da Rádio Foz do Mondego (99,1 Figueira da Foz), o emissor da Rádio Triângulo/ NFM tem um reflector apontado para norte/oeste, limitando muito o sinal na direcção da cidade dos estudantes. Já a segunda frequência, 88,2 MHz, limita-se a ser uma microcobertura para a vila de Pedrógão Grande.
Esta aquisição da NFM reforça a rede de emissores da estação, que passa a constar dos seguintes emissores: 89,2 MHz Amarante, 88,4 MHz Monte da Virgem, 96,0+105,6 Ponte de Sor (distrito de Portalegre), 102,9 MHz Aljezur (Algarve), 94,8 MHz Bombarral, 103,2 MHz Vila de Rei (distrito de Castelo Branco) e 99,0 + 88,2 MHz Pedrógão Grande (distrito de Leiria).
RTP desactiva DAB no dia 1 de Junho:
A RTP prepara-se desactivar o seu serviço DAB no próximo dia 1 de Junho, alegando as fracas audiências neste sistema de transmissão (em grande parte devido à escassez de receptores no mercado português e ao próprio desconhecimento da rede DAB por grande parte da população), mas principalmente os elevados custos de operação. Acresce o facto de o DAB nunca ter despertado interesse das rádios nacionais privadas, pelo que o Bloco 12B emite a Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP África e RDP Internacional.
A rádio pública alega que as três rádios nacionais disponíveis em modo digital são escutadas também em FM, pelo que os ouvintes não ficarão privados de sintonizar a Antena 1, Antena 2 e Antena 3.
A RTP prepara-se desactivar o seu serviço DAB no próximo dia 1 de Junho, alegando as fracas audiências neste sistema de transmissão (em grande parte devido à escassez de receptores no mercado português e ao próprio desconhecimento da rede DAB por grande parte da população), mas principalmente os elevados custos de operação. Acresce o facto de o DAB nunca ter despertado interesse das rádios nacionais privadas, pelo que o Bloco 12B emite a Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP África e RDP Internacional.
A rádio pública alega que as três rádios nacionais disponíveis em modo digital são escutadas também em FM, pelo que os ouvintes não ficarão privados de sintonizar a Antena 1, Antena 2 e Antena 3.
ANACOM autoriza "suspensão temporária" da Onda curta da RDPi:
Numa decisão perfeitamente aceitada e compreendida pelos ouvintes, a RTP, com o aval da ANACOM, acha por bem terminar com as emissões da RDPi na ruidosa, monofónica e distorcida tecnologia analógica de transmissão em Onda Curta. Afinal, com tecnologias digitais tão modernas e eficientes como as transmissões via satélite e a Internet, quem é que precisa da velha Onda Curta?
De facto, quem é que não poderá instalar uma antena parabólica de 3,5 ou 4 metros para ouvir a RDPi no coração de África ou da Ásia? Até mesmo numa simples varanda é rápido e fácil montar uma antena com 4 metros de diâmetro, que cabe perfeitamente num cantinho, sem causar grandes constrangimentos técnicos ou estéticos. Mesmo na Europa e América, até uma antena com um metro de diâmetro se instala tão facilmente em qualquer prédio do centro de Berlim ou num arranha-céus de Nova Iorque. Que justificação arranjará, então, o ouvinte para não ouvir a RDP Internacional? E, se por mero acaso, o ouvinte não puder instalar uma parabólica, sempre pode recorrer a outros meios para ouvir a RDP Internacional. Afinal,quem será o lusófono radicado em qualquer parte do Mundo que não consegue aceder à Internet? Até no mais remoto cantinho do solo africano é tão fácil ter um computador e uma ligação à Internet em banda larga que permita acompanhar a realidade portuguesa.
Num mundo global, estar em Londres, Nova Iorque, Tóquio, Maputo, Daca ou no Sri Lanka, é basicamente a mesma coisa. Internet rápida e barata está disponível em qualquer cidade ou aldeia de qualquer país do mundo, logo a RDPi pode ser escutada em qualquer recanto do globo terrestre.
E nas principais cidades europeias e americanas? Com o desenvolvimento de redes de cabo que, além dos serviços de TV e Internet costumam ter serviço de rádio, quem é que, servido por tal meio tecnológico em pleno centro de Basileia, Paris ou Toronto não tem acesso à RDPi?
E os camionistas portugueses ouvintes da RDPi que por força da profissão, têm de ouvir a RDPi nos seus camiões? Sempre podem viajar Europa fora com uma antena parabólica montada no veículo. Ou então sempre podem recorrer à Internet móvel, disponível em todas as estradas do continente europeu a preços irrisórios, mormente se recorrerem ao "roaming". O estimado ouvinte da RDPi não precisa da Onda Curta, quando há tecnologias que substituem completamente este modo de transmissão. Estarei certo?
Ah, caro ouvinte da RDPi: quase que me esquecia de referir que, no caso excepcional de não poder ouvir a RDPi via satélite, cabo ou Internet, a RTP dá-lhe uma quarta sugestão: emigre para Timor-Leste, que em Díli poderá ouvir confortavelmente a RDPi em FM nos 105,3 MHz!
Para os estimados leitores deste artigo que não detectaram qualquer ponta de ironia neste meu escrito, este texto reflecte a realidade da implantação das novas tecnologias de comunicação e informação no mundo, evidenciando a improficuidade das emissões em Onda Curta da RDPi face às novas tendências de comunicação desta aldeia global em que vivemos... Aos restantes, apelo que mostrem a vossa "gratidão" à RTP pelo "excelente" serviço público oferecido com a supressão, perdão, suspensão das transmissões em OC...
Numa decisão perfeitamente aceitada e compreendida pelos ouvintes, a RTP, com o aval da ANACOM, acha por bem terminar com as emissões da RDPi na ruidosa, monofónica e distorcida tecnologia analógica de transmissão em Onda Curta. Afinal, com tecnologias digitais tão modernas e eficientes como as transmissões via satélite e a Internet, quem é que precisa da velha Onda Curta?
De facto, quem é que não poderá instalar uma antena parabólica de 3,5 ou 4 metros para ouvir a RDPi no coração de África ou da Ásia? Até mesmo numa simples varanda é rápido e fácil montar uma antena com 4 metros de diâmetro, que cabe perfeitamente num cantinho, sem causar grandes constrangimentos técnicos ou estéticos. Mesmo na Europa e América, até uma antena com um metro de diâmetro se instala tão facilmente em qualquer prédio do centro de Berlim ou num arranha-céus de Nova Iorque. Que justificação arranjará, então, o ouvinte para não ouvir a RDP Internacional? E, se por mero acaso, o ouvinte não puder instalar uma parabólica, sempre pode recorrer a outros meios para ouvir a RDP Internacional. Afinal,quem será o lusófono radicado em qualquer parte do Mundo que não consegue aceder à Internet? Até no mais remoto cantinho do solo africano é tão fácil ter um computador e uma ligação à Internet em banda larga que permita acompanhar a realidade portuguesa.
Num mundo global, estar em Londres, Nova Iorque, Tóquio, Maputo, Daca ou no Sri Lanka, é basicamente a mesma coisa. Internet rápida e barata está disponível em qualquer cidade ou aldeia de qualquer país do mundo, logo a RDPi pode ser escutada em qualquer recanto do globo terrestre.
E nas principais cidades europeias e americanas? Com o desenvolvimento de redes de cabo que, além dos serviços de TV e Internet costumam ter serviço de rádio, quem é que, servido por tal meio tecnológico em pleno centro de Basileia, Paris ou Toronto não tem acesso à RDPi?
E os camionistas portugueses ouvintes da RDPi que por força da profissão, têm de ouvir a RDPi nos seus camiões? Sempre podem viajar Europa fora com uma antena parabólica montada no veículo. Ou então sempre podem recorrer à Internet móvel, disponível em todas as estradas do continente europeu a preços irrisórios, mormente se recorrerem ao "roaming". O estimado ouvinte da RDPi não precisa da Onda Curta, quando há tecnologias que substituem completamente este modo de transmissão. Estarei certo?
Ah, caro ouvinte da RDPi: quase que me esquecia de referir que, no caso excepcional de não poder ouvir a RDPi via satélite, cabo ou Internet, a RTP dá-lhe uma quarta sugestão: emigre para Timor-Leste, que em Díli poderá ouvir confortavelmente a RDPi em FM nos 105,3 MHz!
Para os estimados leitores deste artigo que não detectaram qualquer ponta de ironia neste meu escrito, este texto reflecte a realidade da implantação das novas tecnologias de comunicação e informação no mundo, evidenciando a improficuidade das emissões em Onda Curta da RDPi face às novas tendências de comunicação desta aldeia global em que vivemos... Aos restantes, apelo que mostrem a vossa "gratidão" à RTP pelo "excelente" serviço público oferecido com a supressão, perdão, suspensão das transmissões em OC...
sexta-feira, abril 22, 2011
Média Capital aposta no jazz: Smooth FM
A Média Capital está a estudar o lançamento de uma nova estação de música que apostará no jazz, conforme noticia o "Económico". A nova rádio deverá emitir nos 101,1 MHz Moita e 89,5 MHz Matosinhos, substituindo a Best Rock FM. A ERC ainda se encontra a estudar o processo de alteração do projecto aprovado para as frequências em causa, esperando-se uma decisão final para breve.
A Média Capital está a estudar o lançamento de uma nova estação de música que apostará no jazz, conforme noticia o "Económico". A nova rádio deverá emitir nos 101,1 MHz Moita e 89,5 MHz Matosinhos, substituindo a Best Rock FM. A ERC ainda se encontra a estudar o processo de alteração do projecto aprovado para as frequências em causa, esperando-se uma decisão final para breve.
sexta-feira, abril 15, 2011
Rádio Comercial tem nova frequência:
Segundo vários relatos colocados num tópico do "Fórum Ondas da Rádio", a Rádio Comercial encontra-se a emitir na frequência 98,5 MHz na região da Grande Lisboa, sendo escutada em boas condições em Janas, Praia das Maçãs, Praia Grande, mas também na região de Oeiras. A cobertura do emissor leva a crer que o emissor estará na região de Sintra, provavelmente na Serra de Sintra, onde a RTP já tem emissores para as três antenas nacionais (Janas) e o grupo R/COM já tem emissor para a RR/RFM.
Aparentemente, o emissor encontra-se a operar a título experimental, sob autorização da ANACOM. A confirmar-se esta situação, a Rádio Comercial reconheceu, finalmente, que existem zonas do país onde a estação não é escutada nas melhores condições, tendo menos emissores que as rádios nacionais da RTP e R/Com.
Segundo vários relatos colocados num tópico do "Fórum Ondas da Rádio", a Rádio Comercial encontra-se a emitir na frequência 98,5 MHz na região da Grande Lisboa, sendo escutada em boas condições em Janas, Praia das Maçãs, Praia Grande, mas também na região de Oeiras. A cobertura do emissor leva a crer que o emissor estará na região de Sintra, provavelmente na Serra de Sintra, onde a RTP já tem emissores para as três antenas nacionais (Janas) e o grupo R/COM já tem emissor para a RR/RFM.
Aparentemente, o emissor encontra-se a operar a título experimental, sob autorização da ANACOM. A confirmar-se esta situação, a Rádio Comercial reconheceu, finalmente, que existem zonas do país onde a estação não é escutada nas melhores condições, tendo menos emissores que as rádios nacionais da RTP e R/Com.
Uma guerra de audiências perfeitamente escusada...
Que as rádios locais procuram conquistar audiência, de forma a rentabilizarem os próprios projectos radiofónicos, já sabemos. Mas quando a realidade objectiva das estatísticas dá o mote para uma guerra de números entre as estações, a salutar convivência entre os operadores de radiodifusão local é posta em causa.
Um triste exemplo desta situação é a troca de argumentos entre a Rádio Elvas e a Rádio Portalegre, que resultou do úlltimo Bareme Rádio da Marktest. As duas estações do distrito de Portalegre têm colocado nos respectivos sites comunicados onde ambas afirmam ser a rádio mais ouvida dos distritos de Portalegre e Évora. A Rádio Elvas afirma ser a estação mais ouvida dos distritos de Portalegre e Évora, de acordo com a última sondagem da Marktest, ao passo que a estação portalegrense retorquiu, alegando que a emissora elvense "forjou" os resultados do Bareme.
Esta guerra não começa com as audiências do primeiro trimestre de 2011, mas remonta ao mês de Fevereiro quando, na sequência das audiências do último período de 2011, a Rádio Portalegre foi a estação local mais ouvida no distrito, ao passo que Rádio Elvas ficou em última posição no Bareme.
Para quem assiste de fora, as trocas de acusações entre as duas rádios mais parecem uma "guerra de comadres" tão lastimável quanto ridícula. Todas as estações de rádio deviam aprender a marcar a diferença pela positiva, defendendo a sua posição conquistando o seu público alvo, sem atacar gratuitamente as concorrentes. Afinal, o conceito de "fair play", tão usado no meio desportivo, pode e deve ser aplicado em todos os domínios da sociedade, onde os meios de comunicação social não devem ser excepção.
Criar conflitos desnecessários tem o efeito colateral de colocar em causa a credibilidade e o respeito pelos envolvidos, pelo que, a bem das rádios. dos ouvintes, dos anunciantes e de todas as pessoas envolvidas directa ou indirectamente nas estações, seria desejável que as duas rádios norte-alentejanas tivessem a coragem de poupar os ouvintes e cibernautas a um deplorável espectáculo revestido de comédia portuguesa.
Afinal, com estas atitudes, ambas ficam mal na fotografia. Por muita razão que possam ter, perdem-na a partir do momento que baixam o nível da discussão. Dá vontade de citar uma conhecida personagem da televisão portuguesa imortalizada por Herman José: «não havia necessidade...
Que as rádios locais procuram conquistar audiência, de forma a rentabilizarem os próprios projectos radiofónicos, já sabemos. Mas quando a realidade objectiva das estatísticas dá o mote para uma guerra de números entre as estações, a salutar convivência entre os operadores de radiodifusão local é posta em causa.
Um triste exemplo desta situação é a troca de argumentos entre a Rádio Elvas e a Rádio Portalegre, que resultou do úlltimo Bareme Rádio da Marktest. As duas estações do distrito de Portalegre têm colocado nos respectivos sites comunicados onde ambas afirmam ser a rádio mais ouvida dos distritos de Portalegre e Évora. A Rádio Elvas afirma ser a estação mais ouvida dos distritos de Portalegre e Évora, de acordo com a última sondagem da Marktest, ao passo que a estação portalegrense retorquiu, alegando que a emissora elvense "forjou" os resultados do Bareme.
Esta guerra não começa com as audiências do primeiro trimestre de 2011, mas remonta ao mês de Fevereiro quando, na sequência das audiências do último período de 2011, a Rádio Portalegre foi a estação local mais ouvida no distrito, ao passo que Rádio Elvas ficou em última posição no Bareme.
Para quem assiste de fora, as trocas de acusações entre as duas rádios mais parecem uma "guerra de comadres" tão lastimável quanto ridícula. Todas as estações de rádio deviam aprender a marcar a diferença pela positiva, defendendo a sua posição conquistando o seu público alvo, sem atacar gratuitamente as concorrentes. Afinal, o conceito de "fair play", tão usado no meio desportivo, pode e deve ser aplicado em todos os domínios da sociedade, onde os meios de comunicação social não devem ser excepção.
Criar conflitos desnecessários tem o efeito colateral de colocar em causa a credibilidade e o respeito pelos envolvidos, pelo que, a bem das rádios. dos ouvintes, dos anunciantes e de todas as pessoas envolvidas directa ou indirectamente nas estações, seria desejável que as duas rádios norte-alentejanas tivessem a coragem de poupar os ouvintes e cibernautas a um deplorável espectáculo revestido de comédia portuguesa.
Afinal, com estas atitudes, ambas ficam mal na fotografia. Por muita razão que possam ter, perdem-na a partir do momento que baixam o nível da discussão. Dá vontade de citar uma conhecida personagem da televisão portuguesa imortalizada por Herman José: «não havia necessidade...
"Suspender temporariamente" a RDPi em Onda Curta?!
Não será apenas uma notícia triste para os entusiastas da rádio e DXistas, mas, sobretudo, também para a comunidade lusófona espalhada pelo Mundo e que pode colocar em causa o direito ao acesso à emissora internacional de referência na Língua Portuguesa:
Numa atitude no mínimo lamentável, a RTP entendeu requerer ao Governo a "suspensão temporária" das emissões em Onda Curta da RDPi. A rádio pública justifica esta deplorável decisão com os custos da manutenção do serviço em Onda Curta e as baixas audiências neste modo de transmissão. A RTP alega, entre outros argumentos, que «as estações de Onda Curta estão velhas e a precisar de substituição». Equipamentos velhos... com apenas 5 anos de utilização?! Com emissores Thales de 300 kW e antenas de cortina adquiridas em 2005? Resta saber se o conceito de "suspensão temporária" não passa a significar"suspensão definitiva", pesando os custos do serviço.
Apesar da RDPi não ser a única estação pública portuguesa acessível por via hertziana em África, já que a RDP África é servida em frequência modulada (FM) em Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, a cobertura destes países africanos não é universal, centrando-se nos principais centros populacionais. Além disso, o serviço público prestado pela RDP África concentra-se numa perspectiva maioritariamente regional (africana), não havendo grande divulgação da cultura portuguesa em antena. Exceptua-se a retransmissão da Antena 1 no período nocturno. Com todo o respeito pelas populações dos PALOP, seria interessante que a RDP África integrasse na sua programação mais conteúdos de divulgação da cultura e língua portuguesas, que transcendessem o âmbito africano, abrangendo não só Portugal, como o Brasil, Macau, Timor-Leste e todos os recantos do mundo onde se fala português.
Aliás, (com todo o respeito pela cultura africana), defendo que seria uma boa ideia a RTP fundir a RDP África com a RDPi, mantendo programação regional nas emissões para África, mas transmitindo os restantes programas em simultâneo com a RDPi. Com uma empresa pública de rádio e televisão endividada e em falência técnica, esta opção, a par da fusão da RTPi com a RTP África contribuiriam para a redução das despesa da rádio e televisão públicas, sem prejuízo significativo da prestação do serviço público.
Mesmo considerando o serviço público prestado pela RDP África, um dos casos mais flagrantes de dificuldades acrescidas no acesso à rádio internacional portuguesa será o de países como Angola e África do Sul, onde existe uma considerável comunidade lusófona (e, em particular, portuguesa) mas onde não haverá alternativas à Onda Curta a não ser o recurso ao satélite e Internet, o que pode implicar dificuldades técnicas a muitos ouvintes: a acreditar numa resposta a uma questão colocada no sítio da revista "TeleSatélite", a RTPi, bem como a RDPi poderão ser acedidas em Angola recorrendo a uma antena parabólica de, pelo menos, 3,5 metros de diâmetro(!).
Aliás, a própria RTP admite que essa situação ao colocar na página Internet da RDPi que «(...) Se está na Europa ou na América do Norte, Hawai ou América do Sul poderá captar a RDPi com uma antena parabólica de pequenas dimensões, um receptor digital e um televisor. Se, pelo contrário, se encontra em África, ou na Ásia e Oceânia terá que recorrer a uma antena parabólica de grandes dimensões (cerca de 3 metros) dado que estas transmissões são especialmente destinadas a retransmissões profissionais. (...)». Ora, não obstante existirem situações em que tal poderá não ser entrave ao acesso aos meios de comunicação internacionais da RTP, existem invariavelmente casos em que a instalação de uma antena parabólica com mais de 3 metros se torna impraticável, mormente por razões legais ou de espaço físico (ex: prédios). Tal situação pode comprometer a audição da RDPi por parte de alguns ouvintes. Não havendo RDP África em FM, muito menos RDPi por via hertziana convencional, os ouvintes ficam sem alternativas ao satélite.
Por outro lado, o acesso à Internet também não será fácil para alguns ouvintes radicados em várias regiões do Mundo, mormente em África: se na generalidade da Europa e América do Norte o acesso à rede mundial está praticamente assegurado em qualquer sítio, com velocidades de acesso confortáveis e uma qualidade de serviço boa, o mesmo certamente não ocorrerá em pleno coração de África, onde o acesso é caro e lento, havendo zonas onde a melhor hipótese será recorrer á Internet via satélite, já que não existem ligações telefónicas em banda larga que assegurem um serviço Internet com boas condições técnicas e a preços mais acessíveis.
Ouvir RDPi no centro de Paris, Nova Iorque ou Tóquio através de um computador portátil com uma ligação à Internet não é mesma coisa que ouvir a emissora internacional portuguesa numa cidade africana onde não existem ainda condições tecnológicas que assegurem o acesso generalizado à rede mundial de computadores, comprometendo a ligação dos portugueses e lusófonos em geral à informação, à cultura, ao entretenimento, ao desporto e à defesa das tradições portuguesas que são difundidas para todo o mundo através da RDP Internacional. O mesmo certamente se aplica noutros continentes, em países onde o acesso às novas tecnologias é escasso e caro. Em certos casos, aliás, tal acesso chega a ser praticamente impossível devido a questões legais. Exemplos flagrantes: Cuba, Irão, China, entre outros países que podem restringir o acesso à RDPi por razões políticas, tal como fazem com outros sítios Internet e meios de comunicação internacionais.
Com limitações técnicas inerentes à recepção satélite e com dificuldades no acesso à Internet, existem certamente ouvintes que ficarão privados da audição da RDPi, já que apenas podem recorrer à Onda Curta. Uma situação particular e bem conhecida na Europa será a dos camionistas portugueses que viajam pela Europa em camiões onde não há antena parabólica... e onde poderão não ter acesso à Internet em todos os países e regiões por onde desempenham a sua profissão. Consequentemente, poderão não conseguir acompanhar a actualidade portuguesa enquanto viajam pelas estradas. Aliás, a própria RDPi tem programação vocacionada para este segmento de ouvintes que deixará de fazer sentido a partir do momento em que deixam de poder ouvir a RDPi nos seus camiões, recorrendo a receptores de Onda Curta.
Contrariamente à Internet e à recepção via satélite, para se ouvir emissões em Onda Curta basta ter um pequeno receptor ligado a uma antena, que até poderá ser um simples fio eléctrico: as características de emissão em HF permitem a recepção de sinais mesmo em locais onde a recepção satélite, por força de constrangimentos legais e/ou técnicos não é opção e onde os ouvintes não têm Internet. Volto a insistir: a inexistência de alternativas por via hertziana que assegurem a recepção da RDPi vai privar alguns ouvintes de acompanharem a emissora internacional que divulga a Língua de Camões pelos quatro cantos do Mundo!
Que terá a RDP a dizer a esses ouvintes?!
Redução de custos? Sim, comou sem FMI. Supressão de gastos supérfluos? Sim! Mas que não comprometa o acesso ao serviço internacional de rádio disponibilizado à vasta comunidade de emigrantes portugueses e lusófonos em geral espalhados pelo Mundo! Com a 6.ª/7ª língua com mais falantes nativos do mundo, Portugal pode e deve marcar a sua posição na radiodifusão internacional, promovendo e defendendo a língua honrada por nomes como Luís de Camões e Fernando Pessoa!
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Não será apenas uma notícia triste para os entusiastas da rádio e DXistas, mas, sobretudo, também para a comunidade lusófona espalhada pelo Mundo e que pode colocar em causa o direito ao acesso à emissora internacional de referência na Língua Portuguesa:
Numa atitude no mínimo lamentável, a RTP entendeu requerer ao Governo a "suspensão temporária" das emissões em Onda Curta da RDPi. A rádio pública justifica esta deplorável decisão com os custos da manutenção do serviço em Onda Curta e as baixas audiências neste modo de transmissão. A RTP alega, entre outros argumentos, que «as estações de Onda Curta estão velhas e a precisar de substituição». Equipamentos velhos... com apenas 5 anos de utilização?! Com emissores Thales de 300 kW e antenas de cortina adquiridas em 2005? Resta saber se o conceito de "suspensão temporária" não passa a significar"suspensão definitiva", pesando os custos do serviço.
Apesar da RDPi não ser a única estação pública portuguesa acessível por via hertziana em África, já que a RDP África é servida em frequência modulada (FM) em Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, a cobertura destes países africanos não é universal, centrando-se nos principais centros populacionais. Além disso, o serviço público prestado pela RDP África concentra-se numa perspectiva maioritariamente regional (africana), não havendo grande divulgação da cultura portuguesa em antena. Exceptua-se a retransmissão da Antena 1 no período nocturno. Com todo o respeito pelas populações dos PALOP, seria interessante que a RDP África integrasse na sua programação mais conteúdos de divulgação da cultura e língua portuguesas, que transcendessem o âmbito africano, abrangendo não só Portugal, como o Brasil, Macau, Timor-Leste e todos os recantos do mundo onde se fala português.
Aliás, (com todo o respeito pela cultura africana), defendo que seria uma boa ideia a RTP fundir a RDP África com a RDPi, mantendo programação regional nas emissões para África, mas transmitindo os restantes programas em simultâneo com a RDPi. Com uma empresa pública de rádio e televisão endividada e em falência técnica, esta opção, a par da fusão da RTPi com a RTP África contribuiriam para a redução das despesa da rádio e televisão públicas, sem prejuízo significativo da prestação do serviço público.
Mesmo considerando o serviço público prestado pela RDP África, um dos casos mais flagrantes de dificuldades acrescidas no acesso à rádio internacional portuguesa será o de países como Angola e África do Sul, onde existe uma considerável comunidade lusófona (e, em particular, portuguesa) mas onde não haverá alternativas à Onda Curta a não ser o recurso ao satélite e Internet, o que pode implicar dificuldades técnicas a muitos ouvintes: a acreditar numa resposta a uma questão colocada no sítio da revista "TeleSatélite", a RTPi, bem como a RDPi poderão ser acedidas em Angola recorrendo a uma antena parabólica de, pelo menos, 3,5 metros de diâmetro(!).
Aliás, a própria RTP admite que essa situação ao colocar na página Internet da RDPi que «(...) Se está na Europa ou na América do Norte, Hawai ou América do Sul poderá captar a RDPi com uma antena parabólica de pequenas dimensões, um receptor digital e um televisor. Se, pelo contrário, se encontra em África, ou na Ásia e Oceânia terá que recorrer a uma antena parabólica de grandes dimensões (cerca de 3 metros) dado que estas transmissões são especialmente destinadas a retransmissões profissionais. (...)». Ora, não obstante existirem situações em que tal poderá não ser entrave ao acesso aos meios de comunicação internacionais da RTP, existem invariavelmente casos em que a instalação de uma antena parabólica com mais de 3 metros se torna impraticável, mormente por razões legais ou de espaço físico (ex: prédios). Tal situação pode comprometer a audição da RDPi por parte de alguns ouvintes. Não havendo RDP África em FM, muito menos RDPi por via hertziana convencional, os ouvintes ficam sem alternativas ao satélite.
Por outro lado, o acesso à Internet também não será fácil para alguns ouvintes radicados em várias regiões do Mundo, mormente em África: se na generalidade da Europa e América do Norte o acesso à rede mundial está praticamente assegurado em qualquer sítio, com velocidades de acesso confortáveis e uma qualidade de serviço boa, o mesmo certamente não ocorrerá em pleno coração de África, onde o acesso é caro e lento, havendo zonas onde a melhor hipótese será recorrer á Internet via satélite, já que não existem ligações telefónicas em banda larga que assegurem um serviço Internet com boas condições técnicas e a preços mais acessíveis.
Ouvir RDPi no centro de Paris, Nova Iorque ou Tóquio através de um computador portátil com uma ligação à Internet não é mesma coisa que ouvir a emissora internacional portuguesa numa cidade africana onde não existem ainda condições tecnológicas que assegurem o acesso generalizado à rede mundial de computadores, comprometendo a ligação dos portugueses e lusófonos em geral à informação, à cultura, ao entretenimento, ao desporto e à defesa das tradições portuguesas que são difundidas para todo o mundo através da RDP Internacional. O mesmo certamente se aplica noutros continentes, em países onde o acesso às novas tecnologias é escasso e caro. Em certos casos, aliás, tal acesso chega a ser praticamente impossível devido a questões legais. Exemplos flagrantes: Cuba, Irão, China, entre outros países que podem restringir o acesso à RDPi por razões políticas, tal como fazem com outros sítios Internet e meios de comunicação internacionais.
Com limitações técnicas inerentes à recepção satélite e com dificuldades no acesso à Internet, existem certamente ouvintes que ficarão privados da audição da RDPi, já que apenas podem recorrer à Onda Curta. Uma situação particular e bem conhecida na Europa será a dos camionistas portugueses que viajam pela Europa em camiões onde não há antena parabólica... e onde poderão não ter acesso à Internet em todos os países e regiões por onde desempenham a sua profissão. Consequentemente, poderão não conseguir acompanhar a actualidade portuguesa enquanto viajam pelas estradas. Aliás, a própria RDPi tem programação vocacionada para este segmento de ouvintes que deixará de fazer sentido a partir do momento em que deixam de poder ouvir a RDPi nos seus camiões, recorrendo a receptores de Onda Curta.
Contrariamente à Internet e à recepção via satélite, para se ouvir emissões em Onda Curta basta ter um pequeno receptor ligado a uma antena, que até poderá ser um simples fio eléctrico: as características de emissão em HF permitem a recepção de sinais mesmo em locais onde a recepção satélite, por força de constrangimentos legais e/ou técnicos não é opção e onde os ouvintes não têm Internet. Volto a insistir: a inexistência de alternativas por via hertziana que assegurem a recepção da RDPi vai privar alguns ouvintes de acompanharem a emissora internacional que divulga a Língua de Camões pelos quatro cantos do Mundo!
Que terá a RDP a dizer a esses ouvintes?!
Redução de custos? Sim, com
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
quarta-feira, abril 13, 2011
Rádio Energia regressa ao éter... por 3 dias:
A Rádio Energia vai regressar ao éter, numa emissão especial comemorativa dos 20 anos sobre a fundação da NRJ- Rádio Energia. A mítica estação, que operou entre 1991 e 1997, operava nos 92,4 MHz Lisboa, 90,0 MHz Porto e 98,4 MHz Coimbra, além de ser retransmitida por várias rádios locais. De referir que o projecto começou por designar-se por "NRJ-Rádio Energia", designação que foi alterada em 1996 para "FM Radical". A estação terminou em 1997, cedendo o seu lugar a outras estações.
20 anos volvidos sobre o lançamento desta rádio jovem, alguns dos profissionais que passaram pela Rádio Energia vão realizar uma emissão especial nos 105,4 MHz Cascais, que por três dias (entre a próxima sexta-feira e o domingo), recordará o espírito da Rádio Energia. A emissão pode ser escutada entre as 7h00 da próxima 6.ª, 15/04 e as 0h00 de domingo, dia 17, não só na frequência de Cascais, como também no endereço http://www.myway.pt/#/artista/nrj .
A Rádio Energia vai regressar ao éter, numa emissão especial comemorativa dos 20 anos sobre a fundação da NRJ- Rádio Energia. A mítica estação, que operou entre 1991 e 1997, operava nos 92,4 MHz Lisboa, 90,0 MHz Porto e 98,4 MHz Coimbra, além de ser retransmitida por várias rádios locais. De referir que o projecto começou por designar-se por "NRJ-Rádio Energia", designação que foi alterada em 1996 para "FM Radical". A estação terminou em 1997, cedendo o seu lugar a outras estações.
20 anos volvidos sobre o lançamento desta rádio jovem, alguns dos profissionais que passaram pela Rádio Energia vão realizar uma emissão especial nos 105,4 MHz Cascais, que por três dias (entre a próxima sexta-feira e o domingo), recordará o espírito da Rádio Energia. A emissão pode ser escutada entre as 7h00 da próxima 6.ª, 15/04 e as 0h00 de domingo, dia 17, não só na frequência de Cascais, como também no endereço http://www.myway.pt/#/artista/nrj .
sábado, março 26, 2011
RDPi - Rádio Portugal - Emissões em Onda Curta/ HF - período A11 (a partir do dia 27 de Março) :
UTC - QRG (kHz) - banda (m) - kW - Azimute (º)
Segunda a sexta-feira:
EUROPA
05.00 – 08.00 - 7 240 kHz - 41m - 300 kW - 45º
06.45 – 08.00 - 11 850 kHz - 25m - 250 kW - 55º - via Sines
08.00 – 12.00 - 12 020 kHz- 25m - 300 kW- 45º
16.00 – 18.54 - 11 905 kHz - 25m - 300 kW - 45º
19.00 – 23.00* - 9 820 kHz - 31m - 300 kW – 45º
ÁFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
05.00 – 07.00 - 12 060 kHz - 25m - 300 kW - 144º
07.00 – 10.00 - 15 160 kHz - 19m - 300 kW - 144º
10.00 – 12.00 - 15 180 kHz - 19m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
19.00 – 20.00* - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
20.00 – 23.00* - 13 755 kHz - 22m - 300 kW - 300º
23.00 – 02.00 - 9 715 kHz - 31m - 300 kW - 300º
VENEZUELA
13.00 – 15.54 - 17 575 kHz - 16m - 100 kW - 261,5º
BRASIL / CABO VERDE / GUINÉ BISSAU
13.00 – 19.00 - 21 655 kHz - 13m - 300 kW - 226º
BRASIL
23.00 – 02.00 - 11 940 kHz - 25m - 300 kW - 226º
Sábados e domingos:
EUROPA
07.00 – 14.00 - 12 020 kHz - 25m - 300 kW - 45º
08.30 – 10.00 - 11 995 kHz(DRM) - 25m - 90 kW - 45º - via Sines
14.00 – 19.00 - 11 905 kHz - 25m - 300 kW - 45º
19.00 – 20.00 - 9 820 kHz - 31m - 300 kW - 45º
20.00 – 23.00* - 9 820 kHz - 31m - 300 kW - 45º
AFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
07.00 – 10.00 - 15 160 kHz - 19m - 300 kW - 144º
10.00 – 13.54 - 15 180 kHz - 19m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
14.00 – 20.00 - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
20.00 – 23.00* - 13 755 kHz - 22m - 300 kW - 300º
(*)- emissões extraordinárias
(DRM)- transmissão em modo digital DRM, via Pro-Funk GmbH /DW (Sines, Portugal)
UTC - QRG (kHz) - banda (m) - kW - Azimute (º)
Segunda a sexta-feira:
EUROPA
05.00 – 08.00 - 7 240 kHz - 41m - 300 kW - 45º
06.45 – 08.00 - 11 850 kHz - 25m - 250 kW - 55º - via Sines
08.00 – 12.00 - 12 020 kHz- 25m - 300 kW- 45º
16.00 – 18.54 - 11 905 kHz - 25m - 300 kW - 45º
19.00 – 23.00* - 9 820 kHz - 31m - 300 kW – 45º
ÁFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
05.00 – 07.00 - 12 060 kHz - 25m - 300 kW - 144º
07.00 – 10.00 - 15 160 kHz - 19m - 300 kW - 144º
10.00 – 12.00 - 15 180 kHz - 19m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
19.00 – 20.00* - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
20.00 – 23.00* - 13 755 kHz - 22m - 300 kW - 300º
23.00 – 02.00 - 9 715 kHz - 31m - 300 kW - 300º
VENEZUELA
13.00 – 15.54 - 17 575 kHz - 16m - 100 kW - 261,5º
BRASIL / CABO VERDE / GUINÉ BISSAU
13.00 – 19.00 - 21 655 kHz - 13m - 300 kW - 226º
BRASIL
23.00 – 02.00 - 11 940 kHz - 25m - 300 kW - 226º
Sábados e domingos:
EUROPA
07.00 – 14.00 - 12 020 kHz - 25m - 300 kW - 45º
08.30 – 10.00 - 11 995 kHz(DRM) - 25m - 90 kW - 45º - via Sines
14.00 – 19.00 - 11 905 kHz - 25m - 300 kW - 45º
19.00 – 20.00 - 9 820 kHz - 31m - 300 kW - 45º
20.00 – 23.00* - 9 820 kHz - 31m - 300 kW - 45º
AFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
07.00 – 10.00 - 15 160 kHz - 19m - 300 kW - 144º
10.00 – 13.54 - 15 180 kHz - 19m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
14.00 – 20.00 - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
20.00 – 23.00* - 13 755 kHz - 22m - 300 kW - 300º
(*)- emissões extraordinárias
(DRM)- transmissão em modo digital DRM, via Pro-Funk GmbH /DW (Sines, Portugal)
sexta-feira, março 25, 2011
Rádio Hertz (98,0 MHz Tomar - distrito de Santarém) tem nova frequência (microcobertura):
A Rádio Hertz tem uma nova frequência (microcobertura). Além da frequência principal, 98,0 MHz, a rádio local nabantina emite agora também nos 91,9 MHz. Para já, desconhece-se a cobertura e a localização da nova frequência.
A Rádio Hertz tem uma nova frequência (microcobertura). Além da frequência principal, 98,0 MHz, a rádio local nabantina emite agora também nos 91,9 MHz. Para já, desconhece-se a cobertura e a localização da nova frequência.
Rádio SWtmn - 100,8 Almada (Lisboa) e 102,7 MHz Gondomar (Porto):
Como prometido, a Rádio SWtmn já está no ar nos 100,8 Almada e 102,7 MHz Gondomar. A nova estação de rádio patrocinada pela TMN promete ter programação alternativa, servindo o público jovem das áreas urbanas de Lisboa e Porto. A SWtmn pode ser escutada não só no FM, mas também em todo o mundo através de "stream" online disponível no site oficial da estação.
Como prometido, a Rádio SWtmn já está no ar nos 100,8 Almada e 102,7 MHz Gondomar. A nova estação de rádio patrocinada pela TMN promete ter programação alternativa, servindo o público jovem das áreas urbanas de Lisboa e Porto. A SWtmn pode ser escutada não só no FM, mas também em todo o mundo através de "stream" online disponível no site oficial da estação.
quinta-feira, março 24, 2011
Rádio SWTMN arranca dentro de horas:
A Rádio SWtmn, que resulta de uma parceria entre a empresa "Música no Coração" e a TMN, deverá arrancar às 0h00 de amanhã, nos 100,8 MHz Almada (Lisboa) e 102,7 MHz Gondomar (Porto), substituindo a Rádio Capital.
O novo projecto radiofónico, que foi aprovado pela ERC em condições semelhantes à Vodafone FM, promete apostar na música jovem portuguesa e internacional, associando a experiência de Luís Montez no mercado radiofónico à marca TMN e ao festival de música SWtmn, patrocinado pela primeira operadora de telemóveis a operar em Portugal.
Segundo o SAPO Música, a nova rádio contará com programas como «Palco TMN (artistas que já passaram ou poderão vir a actuar no Palco TMN), Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste (música alternativa e revelações), Groovebox (música de dança) e Sapo Positive Vibes (reggae)».
O site http://radiosw.tmn.pt/ já apresenta a contagem decrescente para o lançamento da nova rádio. Entretanto, a Rádio Capital vai anunciando que as frequências vão ser ocupadas «por uma nova rádio». Dentro de pouco mais de 7 horas, a rádio que dá(va) "música ao trânsito" passa à história.
A Rádio SWtmn, que resulta de uma parceria entre a empresa "Música no Coração" e a TMN, deverá arrancar às 0h00 de amanhã, nos 100,8 MHz Almada (Lisboa) e 102,7 MHz Gondomar (Porto), substituindo a Rádio Capital.
O novo projecto radiofónico, que foi aprovado pela ERC em condições semelhantes à Vodafone FM, promete apostar na música jovem portuguesa e internacional, associando a experiência de Luís Montez no mercado radiofónico à marca TMN e ao festival de música SWtmn, patrocinado pela primeira operadora de telemóveis a operar em Portugal.
Segundo o SAPO Música, a nova rádio contará com programas como «Palco TMN (artistas que já passaram ou poderão vir a actuar no Palco TMN), Palco Jogos Santa Casa Planeta Sudoeste (música alternativa e revelações), Groovebox (música de dança) e Sapo Positive Vibes (reggae)».
O site http://radiosw.tmn.pt/ já apresenta a contagem decrescente para o lançamento da nova rádio. Entretanto, a Rádio Capital vai anunciando que as frequências vão ser ocupadas «por uma nova rádio». Dentro de pouco mais de 7 horas, a rádio que dá(va) "música ao trânsito" passa à história.
quarta-feira, março 23, 2011
Faleceu Artur Agostinho:
Mais uma grande perda para o jornalismo desportivo em Portugal! Artur Agostinho faleceu ontem aos 90 anos. Nome incontornável da divulgação desportiva em Portugal, mas também actor e escritor que se manteve em actividade até que a saúde o traiu, Artur Agostinho iniciou a sua actividade radiofónica na então Emissora Nacional, marcando para sempre o relato futebolístico na rádio portuguesa. Passando pelo departamento de desporto da Rádio Renascença nos anos 80, Artur Agostinho também se destacou na televisão com vários programas, incluindo séries e telenovelas, mas também em vários filmes.
Atrever-me-ia a dizer que falar de rádio em Portugal sem falar de Artur Agostinho é tarefa quase impossível, tendo em conta a invulgar capacidade de comunicação e conhecimento desportivo, que marcou gerações de ouvintes, além de certamente influenciar positivamente muitos profissionais da rádio que lhe sucederam.
Sem dúvida que a sua morte é uma enorme perda para a cultura em Portugal, não obstante a sua memória se perpetuar por gerações e gerações, que hão-de recordar sempre o homem que imortalizou explêndidos relatos de futebol na rádio portuguesa, sem prejuízo das restantes qualidades artísticas deste Senhor da comunicação social. Que descanse em paz.
À família enlutada (e aos amigos de Artur Agostinho), apresento as minhas condolências.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Mais uma grande perda para o jornalismo desportivo em Portugal! Artur Agostinho faleceu ontem aos 90 anos. Nome incontornável da divulgação desportiva em Portugal, mas também actor e escritor que se manteve em actividade até que a saúde o traiu, Artur Agostinho iniciou a sua actividade radiofónica na então Emissora Nacional, marcando para sempre o relato futebolístico na rádio portuguesa. Passando pelo departamento de desporto da Rádio Renascença nos anos 80, Artur Agostinho também se destacou na televisão com vários programas, incluindo séries e telenovelas, mas também em vários filmes.
Atrever-me-ia a dizer que falar de rádio em Portugal sem falar de Artur Agostinho é tarefa quase impossível, tendo em conta a invulgar capacidade de comunicação e conhecimento desportivo, que marcou gerações de ouvintes, além de certamente influenciar positivamente muitos profissionais da rádio que lhe sucederam.
Sem dúvida que a sua morte é uma enorme perda para a cultura em Portugal, não obstante a sua memória se perpetuar por gerações e gerações, que hão-de recordar sempre o homem que imortalizou explêndidos relatos de futebol na rádio portuguesa, sem prejuízo das restantes qualidades artísticas deste Senhor da comunicação social. Que descanse em paz.
À família enlutada (e aos amigos de Artur Agostinho), apresento as minhas condolências.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
domingo, março 13, 2011
RTP pretende desactivar emissões em DAB:
Conforme sugere a leitura de uma recente deliberação da ANACOM, a RTP terá solicitado a revogação da licença para a instalação e exploração de uma rede nacional de emissores DAB. Ao que parece, a rádio pública pretende desactivar os emissores DAB, justificando em grande parte a decisão com os elevados custos de manutenção dos equipamentos, as audiências residuais e o facto de assegurar cobertura nacional das três rádios nacionais públicas via FM. A rede de emissores DAB, instalada em 1998, já terá alguns equipamentos obsoletos, cuja assistência técnica estará comprometida uma vez que o seu fabricante já não existe. Por outro lado, os custos de operação com o DAB ascenderão a pouco mais de 330.000 €, o que numa conjuntura económica que obriga a cortes orçamentais nas empresas públicas, ajuda na consolidação das contas da empresa Rádio e Televisão de Portugal.
Além dos custos económicos, os factores preponderantes que justificam em grande parte o desinteresse da manutenção de um sistema digital de rádio (que inclusivamente se está a tornar obsoleto face a novas tecnologias de radiodifusão digital, como o DAB+), serão a constatação das escassas audiências, aliada à manutenção de uma rede nacional de emissores FM que assegura uma cobertura superior ao DAB.
Não obstante a grande aposta no DAB por parte da então RDP desde 1998, a rádio digital em Portugal, à semelhança da maioria dos restantes países europeus, teve uma adesão fraquíssima, para não dizer muito próxima do zero. A esmagadora maioria dos ouvintes não está(va) equipada com receptores digitais; aliás, adquirir um rádio DAB em Portugal é extermamente difícil, para não dizer quase impossível. Será seguramente mais fácil adquirir um equipamento DAB via Internet a partir do Reino Unido, por exemplo, do que correr casas de material electrónico em Lisboa à procura de rádios digitais!
Recorde-se que a RTP emite no bloco 12B (225,648 MHz) a Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP África e RDP Internacional. Todas, com excepção da Antena 2 que emite a 224 kps, operam a 192 kps (qualidade de som próxima ao CD).
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Conforme sugere a leitura de uma recente deliberação da ANACOM, a RTP terá solicitado a revogação da licença para a instalação e exploração de uma rede nacional de emissores DAB. Ao que parece, a rádio pública pretende desactivar os emissores DAB, justificando em grande parte a decisão com os elevados custos de manutenção dos equipamentos, as audiências residuais e o facto de assegurar cobertura nacional das três rádios nacionais públicas via FM. A rede de emissores DAB, instalada em 1998, já terá alguns equipamentos obsoletos, cuja assistência técnica estará comprometida uma vez que o seu fabricante já não existe. Por outro lado, os custos de operação com o DAB ascenderão a pouco mais de 330.000 €, o que numa conjuntura económica que obriga a cortes orçamentais nas empresas públicas, ajuda na consolidação das contas da empresa Rádio e Televisão de Portugal.
Além dos custos económicos, os factores preponderantes que justificam em grande parte o desinteresse da manutenção de um sistema digital de rádio (que inclusivamente se está a tornar obsoleto face a novas tecnologias de radiodifusão digital, como o DAB+), serão a constatação das escassas audiências, aliada à manutenção de uma rede nacional de emissores FM que assegura uma cobertura superior ao DAB.
Não obstante a grande aposta no DAB por parte da então RDP desde 1998, a rádio digital em Portugal, à semelhança da maioria dos restantes países europeus, teve uma adesão fraquíssima, para não dizer muito próxima do zero. A esmagadora maioria dos ouvintes não está(va) equipada com receptores digitais; aliás, adquirir um rádio DAB em Portugal é extermamente difícil, para não dizer quase impossível. Será seguramente mais fácil adquirir um equipamento DAB via Internet a partir do Reino Unido, por exemplo, do que correr casas de material electrónico em Lisboa à procura de rádios digitais!
Recorde-se que a RTP emite no bloco 12B (225,648 MHz) a Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP África e RDP Internacional. Todas, com excepção da Antena 2 que emite a 224 kps, operam a 192 kps (qualidade de som próxima ao CD).
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
terça-feira, março 01, 2011
Rádio TMN substituirá Rádio Capital nos 100,8 Almada + 102,7 MHz Gondomar:
A Rádio Capital vai ser sujeita a pena Capital muito em breve! Segundo o "M&P" e o "Público", a LusoCanal, proprietária da estação, prepara-se para lançar a Rádio TMN. Tal como o nome sugere, a maior operadora de telecomunicações móveis em Portugal estará a planear o lançamento de uma estação de rádio associada à sua marca, tal como fez a Vodafone.
Segundo as mesmas fontes, a alteração do projecto aprovado para a Rádio Capital já terá entrado na ERC, aguardando uma decisão da entidade reguladora.
A Rádio Capital vai ser sujeita a pena Capital muito em breve! Segundo o "M&P" e o "Público", a LusoCanal, proprietária da estação, prepara-se para lançar a Rádio TMN. Tal como o nome sugere, a maior operadora de telecomunicações móveis em Portugal estará a planear o lançamento de uma estação de rádio associada à sua marca, tal como fez a Vodafone.
Segundo as mesmas fontes, a alteração do projecto aprovado para a Rádio Capital já terá entrado na ERC, aguardando uma decisão da entidade reguladora.
5 Minutos de Jazz: 45 anos no ar!
O mais antigo programa de rádio em Portugal que permanece no ar comemorou no passado dia 21 de Fevereiro o 45.º aniversário das emissões regulares. Os "5 Minutos de Jazz", de José Duarte, começaram a tocar no dia 21 de Fevereiro de 1966 na Rádio Renascença. O programa manteve-se na emissora católica portuguesa até 1975. Depois de um interregno de 9 anos, o programa regressou em 1984, na então RDP-Rádio Comercial. Fruto da privatização da Rádio Comercial, a RDP passou o programa para a Antena 1 em 1993, mantendo as emissões até aos dias de hoje.
Ao José Duarte (e, naturalmente, também à RTP), não posso deixar de dar os parabéns pelos 45 anos de divulgação do jazz em Portugal, num invulgar exemplo de um programa de autor que resiste durante décadas, contrariando as tendências da automação das emissões e do desinvestimento no capital humano das rádios!
O mais antigo programa de rádio em Portugal que permanece no ar comemorou no passado dia 21 de Fevereiro o 45.º aniversário das emissões regulares. Os "5 Minutos de Jazz", de José Duarte, começaram a tocar no dia 21 de Fevereiro de 1966 na Rádio Renascença. O programa manteve-se na emissora católica portuguesa até 1975. Depois de um interregno de 9 anos, o programa regressou em 1984, na então RDP-Rádio Comercial. Fruto da privatização da Rádio Comercial, a RDP passou o programa para a Antena 1 em 1993, mantendo as emissões até aos dias de hoje.
Ao José Duarte (e, naturalmente, também à RTP), não posso deixar de dar os parabéns pelos 45 anos de divulgação do jazz em Portugal, num invulgar exemplo de um programa de autor que resiste durante décadas, contrariando as tendências da automação das emissões e do desinvestimento no capital humano das rádios!
sexta-feira, fevereiro 11, 2011
Noruega: switch-off da rádio analógica até 2017?!
Que a palavra "Digital" agrada aos governos europeus (e mundiais), não é novidade. Mas há decisões controversas que prometem incendiar o debate entre o governo, as autoridades reguladoras do sector radiofónico e as populações. Exemplo disso é o novo plano da Noruega para desligar o sinal FM das rádios nacionais deste país nórdico até 2017, quanto muito até 2019. Os lobbies noruegueses pretendem apostar seriamente no DAB e no DAB+ como tecnologia de radiodifusão digital, substituindo a velha tecnologia analógica dentro de poucos anos, A ideia parece à primeira vista boa, mas, tal como noutros países, há o reverso da medalha: a esmagadora maioria dos ouvintes não está equipada com receptores DAB/DAB+, o que obriga as populações a adquirirem milhões de receptores novos. Por outro lado, a esmagadora maioria dos automóveis não estará equipada com auto-rádios digitais, o que obrigaria à substituição destes equipamentos.
Por último mas não menos importante, o facto de se adoptarem duas tecnologias diferentes (DAB e DAB+) não ajudará à conversão dos ouvintes: os receptores DAB mais antigos não funcionarão com o DAB+, tornando-se limitados ou até inúteis no futuro.
Apesar de as rádios nacionais pretenderem migrar para a rádio digital, as rádios locais e comunitárias poderão, se desejarem, continuar a emitir em FM depois de 2017/19. Os elevados custos de migração serão proibitivos para as estações locais, pelo que as rádios poderão continuar a manter os emissores FM depois do desligamento dos emissores das rádios nacionais.
De referir que a migração acarretará também vantagens económicas, já que os equipamentos DAB terão custos de operação inferiores aos congéneres analógicos FM.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Que a palavra "Digital" agrada aos governos europeus (e mundiais), não é novidade. Mas há decisões controversas que prometem incendiar o debate entre o governo, as autoridades reguladoras do sector radiofónico e as populações. Exemplo disso é o novo plano da Noruega para desligar o sinal FM das rádios nacionais deste país nórdico até 2017, quanto muito até 2019. Os lobbies noruegueses pretendem apostar seriamente no DAB e no DAB+ como tecnologia de radiodifusão digital, substituindo a velha tecnologia analógica dentro de poucos anos, A ideia parece à primeira vista boa, mas, tal como noutros países, há o reverso da medalha: a esmagadora maioria dos ouvintes não está equipada com receptores DAB/DAB+, o que obriga as populações a adquirirem milhões de receptores novos. Por outro lado, a esmagadora maioria dos automóveis não estará equipada com auto-rádios digitais, o que obrigaria à substituição destes equipamentos.
Por último mas não menos importante, o facto de se adoptarem duas tecnologias diferentes (DAB e DAB+) não ajudará à conversão dos ouvintes: os receptores DAB mais antigos não funcionarão com o DAB+, tornando-se limitados ou até inúteis no futuro.
Apesar de as rádios nacionais pretenderem migrar para a rádio digital, as rádios locais e comunitárias poderão, se desejarem, continuar a emitir em FM depois de 2017/19. Os elevados custos de migração serão proibitivos para as estações locais, pelo que as rádios poderão continuar a manter os emissores FM depois do desligamento dos emissores das rádios nacionais.
De referir que a migração acarretará também vantagens económicas, já que os equipamentos DAB terão custos de operação inferiores aos congéneres analógicos FM.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
BBC termina serviço em Português para África:
Mais uma triste notícia para os ouvintes de rádio em Onda Curta e, em especial, para todos os entusiastas da rádio lusófonos: a BBC prepara-se para terminar as emissões em Língua Portuguesa para África. A conhecida emissora pública britânica pretende desenvolver um conjunto de medidas para reduzir despesas, onde se inclui a extinção de alguns serviços internacionais noutras línguas e até o despedimento de 650 funcionários. Não obstante a importância do serviço para África que assegura informação imparcial e programação de qualidade em português, o operador britânico viu o seu financiamento reduzido pelo estado inglês, obrigando a fortes medidas de contenção orçamental... Em prejuízo dos ouvintes.
Criado no dia 4 de Junho de 1939, o serviço em português da BBC começou por servir Portugal e as suas colónias em África. Após o 25 de Abril, a programação na Língua de Camões passou a ser exclusivamente dirigida aos PALOPS, mantendo-se o serviço para o Brasil, entretanto extinto (em 2005).
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Mais uma triste notícia para os ouvintes de rádio em Onda Curta e, em especial, para todos os entusiastas da rádio lusófonos: a BBC prepara-se para terminar as emissões em Língua Portuguesa para África. A conhecida emissora pública britânica pretende desenvolver um conjunto de medidas para reduzir despesas, onde se inclui a extinção de alguns serviços internacionais noutras línguas e até o despedimento de 650 funcionários. Não obstante a importância do serviço para África que assegura informação imparcial e programação de qualidade em português, o operador britânico viu o seu financiamento reduzido pelo estado inglês, obrigando a fortes medidas de contenção orçamental... Em prejuízo dos ouvintes.
Criado no dia 4 de Junho de 1939, o serviço em português da BBC começou por servir Portugal e as suas colónias em África. Após o 25 de Abril, a programação na Língua de Camões passou a ser exclusivamente dirigida aos PALOPS, mantendo-se o serviço para o Brasil, entretanto extinto (em 2005).
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Porto tem uma nova rádio temporária "Oblá FM" (102,1 MHz):
A cidade do Porto tem agora uma nova rádio temporária, que emite até ao próximo sábado. A "Oblá FM" (102,1 MHz) é a rádio do evento "Red Bull Music Academy Porto Hub", que decorre na Rua Cândido dos Reis e um pouco por toda a cidade invicta. Aos leitores do "blog" que residam ou passem na capital do Norte, sugiro que tentem sintonizar os 102,1 MHz.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
A cidade do Porto tem agora uma nova rádio temporária, que emite até ao próximo sábado. A "Oblá FM" (102,1 MHz) é a rádio do evento "Red Bull Music Academy Porto Hub", que decorre na Rua Cândido dos Reis e um pouco por toda a cidade invicta. Aos leitores do "blog" que residam ou passem na capital do Norte, sugiro que tentem sintonizar os 102,1 MHz.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
segunda-feira, janeiro 31, 2011
Best Rock FM: morte anunciada
A Média Capital Rádios prepara-se para "reestruturar" o projecto Best Rock FM, na sequência das parcas audiências da estação. O sítio Web da Best já foi desactivado e a emissão dos 101,1 Moita + 89,5 MHz Matosinhos encontra-se totalmente automatizada, denunciando o fim deste projecto radiofónico tal como o conhecemos.
Surgida em 2003, no rescaldo da reestruturação da Rádio Comercial, que passou de uma rádio rock para uma estação mais "pop/rock", a Best Rock FM, no seu auge, chegou a emitir para Lisboa (96,6 MHz), Porto (105,8 MHz Valongo), Coimbra (103,0 Cantanhede) e Santarém (96,6 MHz). Com o arranque da M80 nos 96,6 MHz Lisboa, 97,7 MHz Santarém e 103,0 Cantanhede, a Best Rock FM mudou-se para os 101,1 MHz Moita, a par do emissor de Valongo. Consequência das mudanças na rede de emissores da M80 e do extinto Rádio Clube Português, a Best passou a emitir, em Fevereiro de 2010, nos 89,5 MHz Matosinhos.
Não obstante nunca ter sido um projecto realmente prioritário para a MCR, a Best morreu sem honra nem glória, tornando-se em mais uma "Cassete FM" (ou talvez seja melhor dizer "Dalet FM"?), aguardando a "manchadada final", isto é, o lançamento de um novo projecto que ocupe as frequências da rádio rock.
A Média Capital Rádios prepara-se para "reestruturar" o projecto Best Rock FM, na sequência das parcas audiências da estação. O sítio Web da Best já foi desactivado e a emissão dos 101,1 Moita + 89,5 MHz Matosinhos encontra-se totalmente automatizada, denunciando o fim deste projecto radiofónico tal como o conhecemos.
Surgida em 2003, no rescaldo da reestruturação da Rádio Comercial, que passou de uma rádio rock para uma estação mais "pop/rock", a Best Rock FM, no seu auge, chegou a emitir para Lisboa (96,6 MHz), Porto (105,8 MHz Valongo), Coimbra (103,0 Cantanhede) e Santarém (96,6 MHz). Com o arranque da M80 nos 96,6 MHz Lisboa, 97,7 MHz Santarém e 103,0 Cantanhede, a Best Rock FM mudou-se para os 101,1 MHz Moita, a par do emissor de Valongo. Consequência das mudanças na rede de emissores da M80 e do extinto Rádio Clube Português, a Best passou a emitir, em Fevereiro de 2010, nos 89,5 MHz Matosinhos.
Não obstante nunca ter sido um projecto realmente prioritário para a MCR, a Best morreu sem honra nem glória, tornando-se em mais uma "Cassete FM" (ou talvez seja melhor dizer "Dalet FM"?), aguardando a "manchadada final", isto é, o lançamento de um novo projecto que ocupe as frequências da rádio rock.
Vodafone FM: «Mexe na música»
Conforme prometido, a Vodafone FM arrancou nos 107,2 MHz Amadora e 94,3 MHz Maia, sendo também escutada no sítio Web da rádio. Para já, a nova estação passa continuamente rock alternativo, sem descurar os projectos musicais portugueses. Entretanto, a rádio está a realizar um "casting" para novos animadores. A Vodafone FM promete em breve arrancar "a sério", entenda-se, com programas de autor e animação em antena.
Conforme prometido, a Vodafone FM arrancou nos 107,2 MHz Amadora e 94,3 MHz Maia, sendo também escutada no sítio Web da rádio. Para já, a nova estação passa continuamente rock alternativo, sem descurar os projectos musicais portugueses. Entretanto, a rádio está a realizar um "casting" para novos animadores. A Vodafone FM promete em breve arrancar "a sério", entenda-se, com programas de autor e animação em antena.
terça-feira, janeiro 25, 2011
Vodafone FM - 100,8 MHz Amadora (Lisboa) + 94,3 MHz Maia (Porto) + 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos (Coimbra):
Contagem decrescente para o arranque da Vodafone FM. À hora a que escrevo esta mensagem, dentro de escassos minutos surge no éter um novo projecto radiofónico que promete apostar em música e programação mais alternativa, num formato que associa a experiência radiofónica da Média Capital Rádios com a Vodafone Portugal. A nova estação arranca às 0h00 desta quarta-feira, nas frequências 107,2 Amadora, 94,3 Maia e 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos.
Contagem decrescente para o arranque da Vodafone FM. À hora a que escrevo esta mensagem, dentro de escassos minutos surge no éter um novo projecto radiofónico que promete apostar em música e programação mais alternativa, num formato que associa a experiência radiofónica da Média Capital Rádios com a Vodafone Portugal. A nova estação arranca às 0h00 desta quarta-feira, nas frequências 107,2 Amadora, 94,3 Maia e 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos.
Rádio Lidador troca de frequência com a Vodafone FM:
A Rádio Lidador (Maia - distrito do Porto) mudou de frequência, dos 94,3 para os 100,8 MHz. Esta alteração não beneficia propriamente a emissora local maiata, mas privilegia sim a outra frequência do concelho da Maia, a ex- Romântica FM/ futura Vodafone FM, que assim passa a emitir nos 94,3 MHz.
Com esta troca de frequências, a Vodafone FM, que arranca às 0h00 de amanhã, dia 26 de Janeiro, chegará melhor e mais longe na região do Porto, através dos 94,3 MHz, que emitirá em paralelo com os 107,2 MHz Amadora.
A Rádio Lidador (Maia - distrito do Porto) mudou de frequência, dos 94,3 para os 100,8 MHz. Esta alteração não beneficia propriamente a emissora local maiata, mas privilegia sim a outra frequência do concelho da Maia, a ex- Romântica FM/ futura Vodafone FM, que assim passa a emitir nos 94,3 MHz.
Com esta troca de frequências, a Vodafone FM, que arranca às 0h00 de amanhã, dia 26 de Janeiro, chegará melhor e mais longe na região do Porto, através dos 94,3 MHz, que emitirá em paralelo com os 107,2 MHz Amadora.
segunda-feira, janeiro 24, 2011
Vodafone FM arranca no dia 26 de Janeiro:
Segundo a edição online do "Meios & Publicidade", que cita fonte do operador de telecomunicações, a Vodafone FM arrancará na próxima quarta-feira, dia 26 de Janeiro. Recorde-se que este projecto radiofónico, que vai substituir a Romântica FM, resulta de uma parceria entre a MCR e a Vodafone Portugal.
Segundo a edição online do "Meios & Publicidade", que cita fonte do operador de telecomunicações, a Vodafone FM arrancará na próxima quarta-feira, dia 26 de Janeiro. Recorde-se que este projecto radiofónico, que vai substituir a Romântica FM, resulta de uma parceria entre a MCR e a Vodafone Portugal.
terça-feira, janeiro 18, 2011
Lousã FM forçada a cessar emissões:
A Lousã FM (95,3 MHz Lousã - distrito de Coimbra) foi obrigada a cessar as emissões regulares, na sequência da não renovação do seu alvará. Segundo o jornal regional "Trevim", a estação fechou de vez no passado dia 10 de Janeiro, quando um fiscal da ANACOM se deslocou às instalações e selou o emissor da rádio lousanense, actuando a pedido da ERC. Desta forma, a estação será desmantelada, sendo o seu património vendido.
A Lousã FM (95,3 MHz Lousã - distrito de Coimbra) foi obrigada a cessar as emissões regulares, na sequência da não renovação do seu alvará. Segundo o jornal regional "Trevim", a estação fechou de vez no passado dia 10 de Janeiro, quando um fiscal da ANACOM se deslocou às instalações e selou o emissor da rádio lousanense, actuando a pedido da ERC. Desta forma, a estação será desmantelada, sendo o seu património vendido.
NFM passa a emitir nos 103,2 MHz Vila de Rei (distrito de Castelo Branco):
Segundo as edições online do M&P e do Briefing , a NFM passou a emitir também para a Beira Baixa, através da frequência 103,2 MHz da Vila de Rei FM.
Com esta aquisição, a rádio que toca passa a ser escutada também no Pinhal Interior Sul, reforçando a sua rede de emissores, que agora conta com as seguintes frequências: 89,2 MHz Amarante, 88,4 MHz Monte da Virgem, 96,0+105,6 Ponte de Sor (distrito de Portalegre), 102,9 MHz Aljezur (Algarve), 94,8 MHz Bombarral e 103,2 MHz Vila de Rei (distrito de Castelo Branco).
Segundo as edições online do M&P e do Briefing , a NFM passou a emitir também para a Beira Baixa, através da frequência 103,2 MHz da Vila de Rei FM.
Com esta aquisição, a rádio que toca passa a ser escutada também no Pinhal Interior Sul, reforçando a sua rede de emissores, que agora conta com as seguintes frequências: 89,2 MHz Amarante, 88,4 MHz Monte da Virgem, 96,0+105,6 Ponte de Sor (distrito de Portalegre), 102,9 MHz Aljezur (Algarve), 94,8 MHz Bombarral e 103,2 MHz Vila de Rei (distrito de Castelo Branco).
ERC aprova Star FM em Cantanhede (103,0 MHz):
A ERC já aprovou a alteração do projecto aprovado para a frequência 103,0 MHz Cantanhede do Rádio Clube de Cantanhede. A estação local vai passar a chamar-se "Star FM Cantanhede", passando a incorporar a rede de emissores da Star FM, o projecto radiofónico da MCR lançado em Novembro de 2010 e que substituiu o extinto Rádio Clube Português.
A ERC já aprovou a alteração do projecto aprovado para a frequência 103,0 MHz Cantanhede do Rádio Clube de Cantanhede. A estação local vai passar a chamar-se "Star FM Cantanhede", passando a incorporar a rede de emissores da Star FM, o projecto radiofónico da MCR lançado em Novembro de 2010 e que substituiu o extinto Rádio Clube Português.
quarta-feira, janeiro 05, 2011
M80 Rádio chegou a Aveiro através dos 94,4 MHz:
Segundo relatos (1/2) oriundos de Aveiro, a M80 Rádio já emite nos 94,4 MHz desta cidade, até agora ocupados pelo Rádio Clube de Aveiro.
Com esta alteração, a MCR melhorou a qualidade de recepção da «rádio dos êxitos dos anos 70, 80 e 90» na região centro, que até agora só podia ser escutada nos 98,4 MHz Coimbra e 90,0 MHz Porto, frequências que certamente não chegarão em perfeitas condições à Veneza portuguesa.
Assim, a rede de emissores da M80 passa a ser constituída pelas seguintes frequências:
M80: 104,3 Lisboa + 96,4 Montejunto + 107,5 Grândola + 107,1 Fóia + 106,1 Faro + 106,4 Mendro + 106,7 MHz Portalegre + 90,0 MHz Porto + 93,0 Leiria (rádio local associada) + 95,6 MHz Penalva do Castelo (distrito de Viseu - rádio local associada) + 98,4 MHz Coimbra (rádio local ) + 103,8 MHz Fafe (rádio local - distrito de Braga) + 97,4 MHz Vila Real (rádio local) + 94,4 MHz Aveiro (rádio local).
Segundo relatos (1/2) oriundos de Aveiro, a M80 Rádio já emite nos 94,4 MHz desta cidade, até agora ocupados pelo Rádio Clube de Aveiro.
Com esta alteração, a MCR melhorou a qualidade de recepção da «rádio dos êxitos dos anos 70, 80 e 90» na região centro, que até agora só podia ser escutada nos 98,4 MHz Coimbra e 90,0 MHz Porto, frequências que certamente não chegarão em perfeitas condições à Veneza portuguesa.
Assim, a rede de emissores da M80 passa a ser constituída pelas seguintes frequências:
M80: 104,3 Lisboa + 96,4 Montejunto + 107,5 Grândola + 107,1 Fóia + 106,1 Faro + 106,4 Mendro + 106,7 MHz Portalegre + 90,0 MHz Porto + 93,0 Leiria (rádio local associada) + 95,6 MHz Penalva do Castelo (distrito de Viseu - rádio local associada) + 98,4 MHz Coimbra (rádio local ) + 103,8 MHz Fafe (rádio local - distrito de Braga) + 97,4 MHz Vila Real (rádio local) + 94,4 MHz Aveiro (rádio local).
Nova Lei da Rádio publicada em Diário da República:
Por ser um instrumento fundamental para o desenvolvimento da actividade radiofónica em Portugal, deixo a hiperligação para a redacção final da Lei da Rádio, promulgada em meados de Dezembro pelo Presidente da República após aprovação parlamentar e, por conseguinte, publicada no Diário da República.
Recorde-se que a nova legislação, que revoga a anterior, vai facilitar a transferência de propriedade das estações de rádio, além de prolongar a validade das licenças de 10 para 15 anos, entre outras novidades.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Por ser um instrumento fundamental para o desenvolvimento da actividade radiofónica em Portugal, deixo a hiperligação para a redacção final da Lei da Rádio, promulgada em meados de Dezembro pelo Presidente da República após aprovação parlamentar e, por conseguinte, publicada no Diário da República.
Recorde-se que a nova legislação, que revoga a anterior, vai facilitar a transferência de propriedade das estações de rádio, além de prolongar a validade das licenças de 10 para 15 anos, entre outras novidades.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
sexta-feira, dezembro 31, 2010
M80 vai emitir para Aveiro (94,4 MHz):
A M80 vai chegar a Aveiro, através da frequência 94,4 MHz do extinto RCP. A ERC deu recentemente luz verde ao pedido de alteração de projecto aprovado para o Rádio Clube de Aveiro, pelo que a MCR já pode oficialmente emitir a rádio dos "êxitos dos anos 70, 80 e 90" na Veneza portuguesa, sob a designação "M80 Aveiro".
A M80 vai chegar a Aveiro, através da frequência 94,4 MHz do extinto RCP. A ERC deu recentemente luz verde ao pedido de alteração de projecto aprovado para o Rádio Clube de Aveiro, pelo que a MCR já pode oficialmente emitir a rádio dos "êxitos dos anos 70, 80 e 90" na Veneza portuguesa, sob a designação "M80 Aveiro".
sexta-feira, dezembro 24, 2010
Vodafone FM arranca no início de 2010:
O novo projecto radiofónico da MCR, fruto de uma parceria efectuada com a Vodafone, deverá arrancar no início de 2011, segundo o "Diário Digital", entre outras fontes que citam declarações de responsáveis pela operadora de telecomunicações. A nova estação, que vai apostar em música mais alternativa, substituirá a Romântica FM, pelo que deverá ocupar as frequências 107,2 Amadora (região de Lisboa), 100,8 Maia (Porto) e 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos (Região Centro).
O novo projecto radiofónico da MCR, fruto de uma parceria efectuada com a Vodafone, deverá arrancar no início de 2011, segundo o "Diário Digital", entre outras fontes que citam declarações de responsáveis pela operadora de telecomunicações. A nova estação, que vai apostar em música mais alternativa, substituirá a Romântica FM, pelo que deverá ocupar as frequências 107,2 Amadora (região de Lisboa), 100,8 Maia (Porto) e 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos (Região Centro).
Maré Alta FM (102,9 MHz Aljezur) passa a designar-se NFM Algarve:
A até agora designada "Maré Alta FM" (102,9 MHz Aljezur - Algarve) passará a designar-se NFM Algarve, reflexo da parceria efectuada com a NFM. A ERC já deu luz verde à alteração do projecto aprovado para a estação em causa, que assim continua a retransmitir a NFM Amarante para o barlavento algarvio, sendo obrigada a manter emissões locais destinadas ao concelho de Aljezur.
A até agora designada "Maré Alta FM" (102,9 MHz Aljezur - Algarve) passará a designar-se NFM Algarve, reflexo da parceria efectuada com a NFM. A ERC já deu luz verde à alteração do projecto aprovado para a estação em causa, que assim continua a retransmitir a NFM Amarante para o barlavento algarvio, sendo obrigada a manter emissões locais destinadas ao concelho de Aljezur.
quarta-feira, dezembro 08, 2010
Vodafone FM arranca no princípio do próximo ano:
A MCR estará a prepara-se para lançar a Vodafone FM no princípio do próximo ano, segundo notícias veiculadas pelo "Jornal de Negócios" e na edição online do "Meios & Publicidade". A nova estação, cujo nome advém da parceria entre a MCR e a operadora de telecomunicações homónima, já tem o aval da ERC e deverá emitir nas frequências da Romântica FM: 107,2 Amadora (Grande Lisboa); 100,8 MHz Maia (região do Porto) e 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos (Coimbra/região Centro).
Entretanto, o "Económico" anuncia que a MCR estará a estudar as condições impostas pela ERC para a autorização do novo projecto, o que, no limite, segundo a mesma fonte, poderá inviabilizar a concretização do mesmo.
A MCR estará a prepara-se para lançar a Vodafone FM no princípio do próximo ano, segundo notícias veiculadas pelo "Jornal de Negócios" e na edição online do "Meios & Publicidade". A nova estação, cujo nome advém da parceria entre a MCR e a operadora de telecomunicações homónima, já tem o aval da ERC e deverá emitir nas frequências da Romântica FM: 107,2 Amadora (Grande Lisboa); 100,8 MHz Maia (região do Porto) e 92,8 MHz Figueiró dos Vinhos (Coimbra/região Centro).
Entretanto, o "Económico" anuncia que a MCR estará a estudar as condições impostas pela ERC para a autorização do novo projecto, o que, no limite, segundo a mesma fonte, poderá inviabilizar a concretização do mesmo.
segunda-feira, novembro 29, 2010
Star FM - O regresso dos clássicos:
... É o slogan da Star FM. Conforme prometido pela MCR, a rádio que substitui o defunto Rádio Clube Português já está no ar, a emitir nos 96,6 Lisboa, 97,7 Santarém, 105,8 Valongo, 104,4 Manteigas e 96,8 MHz Sabugal, além dos 1035 kHz Benavente.
Este novo projecto radiofónico, inaugurado à meia-noite de hoje, oferece uma playlist variada de músicas dos anos 50, 60 e 70, sem descurar a animação em antena e a informação em cima da hora. Para já, o site http://starfm.clix.pt/, limita-se a disponibilizar a emissão online da nova rádio.
... É o slogan da Star FM. Conforme prometido pela MCR, a rádio que substitui o defunto Rádio Clube Português já está no ar, a emitir nos 96,6 Lisboa, 97,7 Santarém, 105,8 Valongo, 104,4 Manteigas e 96,8 MHz Sabugal, além dos 1035 kHz Benavente.
Este novo projecto radiofónico, inaugurado à meia-noite de hoje, oferece uma playlist variada de músicas dos anos 50, 60 e 70, sem descurar a animação em antena e a informação em cima da hora. Para já, o site http://starfm.clix.pt/, limita-se a disponibilizar a emissão online da nova rádio.
sexta-feira, novembro 26, 2010
Star FM arranca na próxima segunda-feira:
A Star FM, estação de êxitos dos anos 50, 60 e 70 vai arrancar na próxima segunda-feira, 29 de Novembro. O novo projecto radiofónico da MCR substituirá o ex-RCP nos 96,6 Lisboa, 105,8 MHz Valongo, 97,7 MHz Santarém, 104,4 Manteigas e 96,8 MHz Sabugal . Para já, as frequências 103,0 MHz Cantanhede e 94,4 Aveiro, que também retransmitem o ex-RCP, continuarão a manter as respectivas designações (R. Clube de Cantanhede e R. Clube de Aveiro), aguardando a formalização junto da ERC dos pedidos de alteração dos projectos radiofónicos aprovados para estas estações locais.
A Star FM, estação de êxitos dos anos 50, 60 e 70 vai arrancar na próxima segunda-feira, 29 de Novembro. O novo projecto radiofónico da MCR substituirá o ex-RCP nos 96,6 Lisboa, 105,8 MHz Valongo, 97,7 MHz Santarém, 104,4 Manteigas e 96,8 MHz Sabugal . Para já, as frequências 103,0 MHz Cantanhede e 94,4 Aveiro, que também retransmitem o ex-RCP, continuarão a manter as respectivas designações (R. Clube de Cantanhede e R. Clube de Aveiro), aguardando a formalização junto da ERC dos pedidos de alteração dos projectos radiofónicos aprovados para estas estações locais.
terça-feira, novembro 09, 2010
Top FM Açores tem novas frequências:
A Top FM Açores reforçou a sua posição no arquipélago, passando a transmitir também para o Grupo Central através das frequências da Rádio Cais (S. Roque do Pico - ilha do Pico): 106,1 MHz 0,5 kW e 90,8 MHz 0,050 kW. Assim, a rádio jovem açoriana passa a estar disponível nas ilha de S. Miguel (Ponta Delgada -102,4 MHz), Terceira (106,6 MHz Praia da Vitória) e agora nos 106,1 e 90,8 MHz nas ilhas do Pico, Faial e S. Jorge.
A Top FM Açores reforçou a sua posição no arquipélago, passando a transmitir também para o Grupo Central através das frequências da Rádio Cais (S. Roque do Pico - ilha do Pico): 106,1 MHz 0,5 kW e 90,8 MHz 0,050 kW. Assim, a rádio jovem açoriana passa a estar disponível nas ilha de S. Miguel (Ponta Delgada -102,4 MHz), Terceira (106,6 MHz Praia da Vitória) e agora nos 106,1 e 90,8 MHz nas ilhas do Pico, Faial e S. Jorge.
quarta-feira, novembro 03, 2010
NFM soma e segue...
A NFM continua a reforçar a sua posição no éter nacional. Depois da inteligente deslocalização do emissor de Espinho (88,4 MHz) para o Monte da Virgem, o que melhorou de forma significativa a cobertura na cidade Invicta, eis que a rádio que toca se prepara para emitir alguns dos seus programas, nomeadamente a "Bancada VIP" nas frequências da Rádio Baía (98,7 MHz) e Lousã FM (95,3 MHz). Estas negociações permitem à NFM promover-se na região da Grande Lisboa e de Coimbra, não obstante a Lousã FM, segundo relatos de ouvintes, não chegar em boas condições à cidade dos estudantes. Já os 98,7 Seixal, se optimizarem o emissor, conseguirá colocar um bom sinal não só na capital, como em muitos dos concelhos limítrofes.
A NFM continua a reforçar a sua posição no éter nacional. Depois da inteligente deslocalização do emissor de Espinho (88,4 MHz) para o Monte da Virgem, o que melhorou de forma significativa a cobertura na cidade Invicta, eis que a rádio que toca se prepara para emitir alguns dos seus programas, nomeadamente a "Bancada VIP" nas frequências da Rádio Baía (98,7 MHz) e Lousã FM (95,3 MHz). Estas negociações permitem à NFM promover-se na região da Grande Lisboa e de Coimbra, não obstante a Lousã FM, segundo relatos de ouvintes, não chegar em boas condições à cidade dos estudantes. Já os 98,7 Seixal, se optimizarem o emissor, conseguirá colocar um bom sinal não só na capital, como em muitos dos concelhos limítrofes.
Emissor na Serra de Ossa: grupo R/Com reforça cobertura no Alto Alentejo:
Já é oficial: a emissora católica já emite da Serra de Ossa, melhorando a recepção da Rádio Renascença e da RFM no Alto Alentejo, nomeadamente na região de Évora. A RR e a RFM são agora escutadas em muito melhores condições em vários concelhos do distrito de Évora, onde se inclui, além da cidade museu, os concelhos de Arraiolos, Estremoz e Redondo; como é natural, o sinal também se propaga a várias localidades de outros concelhos limítrofes, como Vila Viçosa, Borba e Montemor-o-Novo.
O novo emissor serve a RR (98,5 MHz) e a RFM (89,7 MHz) e vem complementar a cobertura dos emissores do Mendro e de S. Mamede (Portalegre), que não são escutados nas melhores condições no norte da cidade de Évora e, regra geral, nas localidades situadas a norte de Évora. Para já, as páginas de frequências da RR e da RFM não referem as novas frequências.
Já é oficial: a emissora católica já emite da Serra de Ossa, melhorando a recepção da Rádio Renascença e da RFM no Alto Alentejo, nomeadamente na região de Évora. A RR e a RFM são agora escutadas em muito melhores condições em vários concelhos do distrito de Évora, onde se inclui, além da cidade museu, os concelhos de Arraiolos, Estremoz e Redondo; como é natural, o sinal também se propaga a várias localidades de outros concelhos limítrofes, como Vila Viçosa, Borba e Montemor-o-Novo.
O novo emissor serve a RR (98,5 MHz) e a RFM (89,7 MHz) e vem complementar a cobertura dos emissores do Mendro e de S. Mamede (Portalegre), que não são escutados nas melhores condições no norte da cidade de Évora e, regra geral, nas localidades situadas a norte de Évora. Para já, as páginas de frequências da RR e da RFM não referem as novas frequências.
terça-feira, novembro 02, 2010
MCR vai preparando o lançamento da Star FM:
A Média Capital Rádios está a preparar o lançamento da Star FM, uma nova estação que substituirá o extinto Rádio Clube Português e que deverá apostar na música dos anos 50, 60 e 70. Consultando o site da ERC, constata-se que a entidade reguladora já aprovou a alteração dos projectos aprovados para os 96,6 Lisboa, 105,8 MHz Valongo e 97,7 MHz Santarém. Para já, desconhece-se quando arrancará a Star FM.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
A Média Capital Rádios está a preparar o lançamento da Star FM, uma nova estação que substituirá o extinto Rádio Clube Português e que deverá apostar na música dos anos 50, 60 e 70. Consultando o site da ERC, constata-se que a entidade reguladora já aprovou a alteração dos projectos aprovados para os 96,6 Lisboa, 105,8 MHz Valongo e 97,7 MHz Santarém. Para já, desconhece-se quando arrancará a Star FM.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
domingo, outubro 31, 2010
Rádio Elvas tem nova microcobertura:
A Rádio Elvas (Elvas- distrito de Portalegre) tem uma nova microcobertura, que já se encontra devidamente aprovada pela ANACOM. A estação elvense passou a emitir também nos 103,0 MHz, a par das frequências 91,5 MHz 0,5 kW (Vila Boim) e 104,3 MHz 0,050 kW (centro da cidade). Segundo um relato publicado no Fórum da Rádio, a nova frequência serve as freguesias rurais de Santa Eulália e São Vicente, situadas a norte da sede de concelho.
Para já, o sítio Internet da estação não faz menção à nova frequência.
A Rádio Elvas (Elvas- distrito de Portalegre) tem uma nova microcobertura, que já se encontra devidamente aprovada pela ANACOM. A estação elvense passou a emitir também nos 103,0 MHz, a par das frequências 91,5 MHz 0,5 kW (Vila Boim) e 104,3 MHz 0,050 kW (centro da cidade). Segundo um relato publicado no Fórum da Rádio, a nova frequência serve as freguesias rurais de Santa Eulália e São Vicente, situadas a norte da sede de concelho.
Para já, o sítio Internet da estação não faz menção à nova frequência.
Nova Lei da Rádio aprovada no Parlamento:
A nova redacção da Lei da Rádio foi aprovada no Parlamento, na passada quinta-feira, dia 29. Esta lei deverá revogar a lei de 2001, introduzindo alterações significativas ao nível das restrições à propriedade dos operadores de radiodifusão, mas também incorpora a obrigatoriedade do cumprimento das quotas de música portuguesa (não obstante as excepções previstas na legislação em vigor). Outras das mudanças será a duração das licenças, que será alargada de 10 para 15 anos.
A nova redacção da Lei da Rádio foi aprovada no Parlamento, na passada quinta-feira, dia 29. Esta lei deverá revogar a lei de 2001, introduzindo alterações significativas ao nível das restrições à propriedade dos operadores de radiodifusão, mas também incorpora a obrigatoriedade do cumprimento das quotas de música portuguesa (não obstante as excepções previstas na legislação em vigor). Outras das mudanças será a duração das licenças, que será alargada de 10 para 15 anos.
ANACOM: actualização da base de dados:
A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) actualizou recentemente a sua base de dados de frequências de radiodifusão sonora. Eis as alterações:
Açores:
Antena 2 - nova frequência: Cabeço Gordo (Faial)- 105,8 MHz 10 kW P.A.R.
Antena 3 - novas frequências:
87,7 MHz 30 kW P.A.R. Pico da Barrosa (S. Miguel)
102,7 MHz 1 kW Espalamaca (Faial)
103,0 MHz 30 kW - St.ª Bárbara (Terceira)
103,9 MHz 1 kW - Serra do Cume (Terceira)
-----------
RR e RFM - novas frequências:
Açores:
95,2 MHz 50 kW - RR - Pico da Barrosa (S. Miguel)
100,0 MHz 50 kW - RFM Pico da Barrosa (S. Miguel)
Madeira:
88,0 MHz 44 kW - RR - Pico do Silva
93,6 MHz 44 kW - RFM - Pico do Silva
Continente:
93,8 MHz 1 kW - RR- Pico da Pena (Vouzela)
95,0 MHz 1 kW - RFM - Pico da Pena (Vouzela)
98,5 MHz 0,5 kW(*) - RR - Serra de Ossa
89,7 MHz 2 kW - RFM - Serra de Ossa
Rádios locais - continente:
Rádio Elvas - nova microcobertura: 103,0 MHz 0,050 kW
(*) naturalmente que a P.A.R. indicada na página (44 kW) estará errada, quando a própria ANACOM informou tratar-se de apenas 0,5 kW; em todo o caso, convém não esquecer que as potências referidas são as máximas autorizadas, pelo que, em vários casos, as mesmas não correspondem aos valores efectivamente utilizados nos emissores.
A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) actualizou recentemente a sua base de dados de frequências de radiodifusão sonora. Eis as alterações:
Açores:
Antena 2 - nova frequência: Cabeço Gordo (Faial)- 105,8 MHz 10 kW P.A.R.
Antena 3 - novas frequências:
87,7 MHz 30 kW P.A.R. Pico da Barrosa (S. Miguel)
102,7 MHz 1 kW Espalamaca (Faial)
103,0 MHz 30 kW - St.ª Bárbara (Terceira)
103,9 MHz 1 kW - Serra do Cume (Terceira)
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RR e RFM - novas frequências:
Açores:
95,2 MHz 50 kW - RR - Pico da Barrosa (S. Miguel)
100,0 MHz 50 kW - RFM Pico da Barrosa (S. Miguel)
Madeira:
88,0 MHz 44 kW - RR - Pico do Silva
93,6 MHz 44 kW - RFM - Pico do Silva
Continente:
93,8 MHz 1 kW - RR- Pico da Pena (Vouzela)
95,0 MHz 1 kW - RFM - Pico da Pena (Vouzela)
98,5 MHz 0,5 kW(*) - RR - Serra de Ossa
89,7 MHz 2 kW - RFM - Serra de Ossa
Rádios locais - continente:
Rádio Elvas - nova microcobertura: 103,0 MHz 0,050 kW
(*) naturalmente que a P.A.R. indicada na página (44 kW) estará errada, quando a própria ANACOM informou tratar-se de apenas 0,5 kW; em todo o caso, convém não esquecer que as potências referidas são as máximas autorizadas, pelo que, em vários casos, as mesmas não correspondem aos valores efectivamente utilizados nos emissores.
RDPi - Rádio Portugal - Emissões em Onda Curta/ HF - período B10 (a partir do dia 31 de Outubro) :
UTC - QRG (kHz) - banda (m) - kW - Azimute (º)
segunda a sexta-feira:
Europa
06.00 – 07.00 - 7 345 kHz - 41m - 300 kW - 45º
07.00 – 13.00 - 9 815 kHz - 31m - 300 kW - 45º
07.45 – 09.00 - 7 360 kHz- 41 m - 250 kW- 52º - via Sines
17.00 – 18.00 - 9 860 kHz - 31m - 300 kW - 45º
18.00 – 20.00 - 9 795 kHz - 31m - 300 kW - 45º
20.00 – 23.00* - 9 795 kHz - 31m - 300 kW – 45º
23.00 – 24.00* - 7 285 kHz - 41m - 300 kW – 45º
Médio Oriente + Índia:
14.00 – 16.00 - 15 690 kHz - 19m - 100 kW - 81,5º
ÁFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
11.00 – 13.00 - 17 745 kHz - 16m - 300 kW - 144º
17.00 – 20.00 - 13 720 kHz - 22m - 300 kW - 144º
20.00 – 24.00* - 11 665 kHz - 25m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
13.00 – 17.00* - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
17.00 – 19.00* - 17 820 kHz - 16m - 300 kW - 300º
19.00 – 24.00* - 12 040 kHz - 25m - 300 kW - 300º
BRASIL / CABO VERDE / GUINÉ BISSAU
11.00 – 13.00 - 21 655 kHz - 13m - 300 kW - 226º
17.00 – 20.00 - 15 465 kHz - 19m - 300 kW - 226º
20.00 – 24.00 (*) - 11 960 kHz - 25m - 300 kW - 226º
3.ª feira a sábado:
VENEZUELA
00.00 – 03.00 - 9 855 kHz - 31m - 100 kW - 261,5º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
00.00 – 03.00 - 9 455 kHz - 31m - 300 kW - 300º
BRASIL
00.00 – 03.00 - 11 655 kHz - 25m - 300 kW - 226º
Sábados e domingos:
EUROPA
08.00 – 12.00 - 12 020 kHz - 25m - 300 kW - 45º
12.00 – 15.00 - 11 885 kHz - 25m - 300 kW - 45º
09.30 – 11.00 - 9 815 kHz(DRM) - 31m - 80 kW - 45º - via Sines
15.00 – 17.00 - 11 635 kHz - 25m - 300 kW - 45º
17.00 – 18.00 - 9 860 kHz - 31m - 300 kW - 45º
18.00 – 21.00 - 9 795 kHz - 31m - 300 kW - 45º
20.00 – 23.00* - 9 795 kHz - 31m - 300 kW - 45º
23.00 – 24.00 - 7 285 kHz - 41m - 300 kW - 45º
AFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
08.00 – 11.00 - 15 520 kHz - 19m - 300 kW - 144º
11.00 – 13.00 - 17 745 kHz - 16m - 300 kW - 144º
13.00 – 15.00 - 17 840 kHz - 16m - 300 kW - 144º
15.00 – 17.00 - 15 520 kHz - 19m - 300 kW - 144º
17.00 – 21.00 - 13 720 kHz - 22m - 300 kW - 144º
20.00 – 24.00* - 11 665 kHz - 25m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
13.00 – 17.00 - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
17.00 – 19.00 - 17 820 kHz - 16m - 300 kW - 300º
19.00 – 21.00 - 12 040 kHz - 25m - 300 kW - 300º
21.00 – 24.00* - 12 040 kHz - 25m - 300 kW - 300º
BRASIL / CABO VERDE / GUINÉ BISSAU
08.00 – 10.55 - 15 555 kHz - 19m - 300 kW - 226º
11.00 – 17.00 - 21 655 kHz - 13m - 300 kW - 226º
17.00 – 21.00 - 15 465 kHz - 19m - 300 kW - 226º
20.00 – 24.00* - 11 960 kHz - 25m - 300 kW - 226º
(*)- emissões extraordinárias
(DRM)- transmissão em modo digital DRM, via Pro-Funk GmbH /DW (Sines, Portugal)
UTC - QRG (kHz) - banda (m) - kW - Azimute (º)
segunda a sexta-feira:
Europa
06.00 – 07.00 - 7 345 kHz - 41m - 300 kW - 45º
07.00 – 13.00 - 9 815 kHz - 31m - 300 kW - 45º
07.45 – 09.00 - 7 360 kHz- 41 m - 250 kW- 52º - via Sines
17.00 – 18.00 - 9 860 kHz - 31m - 300 kW - 45º
18.00 – 20.00 - 9 795 kHz - 31m - 300 kW - 45º
20.00 – 23.00* - 9 795 kHz - 31m - 300 kW – 45º
23.00 – 24.00* - 7 285 kHz - 41m - 300 kW – 45º
Médio Oriente + Índia:
14.00 – 16.00 - 15 690 kHz - 19m - 100 kW - 81,5º
ÁFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
11.00 – 13.00 - 17 745 kHz - 16m - 300 kW - 144º
17.00 – 20.00 - 13 720 kHz - 22m - 300 kW - 144º
20.00 – 24.00* - 11 665 kHz - 25m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
13.00 – 17.00* - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
17.00 – 19.00* - 17 820 kHz - 16m - 300 kW - 300º
19.00 – 24.00* - 12 040 kHz - 25m - 300 kW - 300º
BRASIL / CABO VERDE / GUINÉ BISSAU
11.00 – 13.00 - 21 655 kHz - 13m - 300 kW - 226º
17.00 – 20.00 - 15 465 kHz - 19m - 300 kW - 226º
20.00 – 24.00 (*) - 11 960 kHz - 25m - 300 kW - 226º
3.ª feira a sábado:
VENEZUELA
00.00 – 03.00 - 9 855 kHz - 31m - 100 kW - 261,5º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
00.00 – 03.00 - 9 455 kHz - 31m - 300 kW - 300º
BRASIL
00.00 – 03.00 - 11 655 kHz - 25m - 300 kW - 226º
Sábados e domingos:
EUROPA
08.00 – 12.00 - 12 020 kHz - 25m - 300 kW - 45º
12.00 – 15.00 - 11 885 kHz - 25m - 300 kW - 45º
09.30 – 11.00 - 9 815 kHz(DRM) - 31m - 80 kW - 45º - via Sines
15.00 – 17.00 - 11 635 kHz - 25m - 300 kW - 45º
17.00 – 18.00 - 9 860 kHz - 31m - 300 kW - 45º
18.00 – 21.00 - 9 795 kHz - 31m - 300 kW - 45º
20.00 – 23.00* - 9 795 kHz - 31m - 300 kW - 45º
23.00 – 24.00 - 7 285 kHz - 41m - 300 kW - 45º
AFRICA (S. Tomé e Príncipe/ Angola / Moçambique)
08.00 – 11.00 - 15 520 kHz - 19m - 300 kW - 144º
11.00 – 13.00 - 17 745 kHz - 16m - 300 kW - 144º
13.00 – 15.00 - 17 840 kHz - 16m - 300 kW - 144º
15.00 – 17.00 - 15 520 kHz - 19m - 300 kW - 144º
17.00 – 21.00 - 13 720 kHz - 22m - 300 kW - 144º
20.00 – 24.00* - 11 665 kHz - 25m - 300 kW - 144º
AMÉRICA DO NORTE (EUA E CANADÁ)
13.00 – 17.00 - 15 560 kHz - 19m - 300 kW - 300º
17.00 – 19.00 - 17 820 kHz - 16m - 300 kW - 300º
19.00 – 21.00 - 12 040 kHz - 25m - 300 kW - 300º
21.00 – 24.00* - 12 040 kHz - 25m - 300 kW - 300º
BRASIL / CABO VERDE / GUINÉ BISSAU
08.00 – 10.55 - 15 555 kHz - 19m - 300 kW - 226º
11.00 – 17.00 - 21 655 kHz - 13m - 300 kW - 226º
17.00 – 21.00 - 15 465 kHz - 19m - 300 kW - 226º
20.00 – 24.00* - 11 960 kHz - 25m - 300 kW - 226º
(*)- emissões extraordinárias
(DRM)- transmissão em modo digital DRM, via Pro-Funk GmbH /DW (Sines, Portugal)
segunda-feira, outubro 18, 2010
TSF muda de frequência em Faro, para os 101,6 MHz:
A TSF prepara-se para alterar a frequência do seu emissor de Faro, passando dos actuais 90,9 para os 101,6 MHz, frequência da extinta Rádio Clube do Sul e que foi silenciada há longos meses. Esta mudança, que será realizada amanhã, dia 19 de Outubro, vai permitir a melhoria significativa da cobertura da TSF em terras algarvias, uma vez que os 90,9 MHz sofrem interferências de emissores espanhóis em frequências adjacentes.
A TSF prepara-se para alterar a frequência do seu emissor de Faro, passando dos actuais 90,9 para os 101,6 MHz, frequência da extinta Rádio Clube do Sul e que foi silenciada há longos meses. Esta mudança, que será realizada amanhã, dia 19 de Outubro, vai permitir a melhoria significativa da cobertura da TSF em terras algarvias, uma vez que os 90,9 MHz sofrem interferências de emissores espanhóis em frequências adjacentes.
quarta-feira, outubro 13, 2010
Rádio Futura regressa (temporariamente) ao éter portuense nos 91,5 MHz!
A Rádio Futura, estação temporária que complementa o festival Future Places, regressa ao éter portueuse, emitindo até ao próximo domingo (17 de Outubro) nos 91,5 MHz, servindo parte da cidade Invicta. De destacar que o projecto radiofónico "Rádio Futura" é gerido pela Rádio Zero, a rádio universitária online do IST (Lisboa), que, durante estes escassos dias é retransmitida em FM, nos 91,5 MHz. Segundo Ricardo Reis, presidente da Rádio Zero e colaborador no "Fórum da Rádio", o emissor deverá estar a operar com 30w.
Aos ouvintes que residam ou passem pela Invicta, sugiro que tentem sintonizar a frequência 91,5 MHz, relatando a qualidade de recepção nos locais onde se consiga ouvir a emissão hertziana.
A Rádio Futura, estação temporária que complementa o festival Future Places, regressa ao éter portueuse, emitindo até ao próximo domingo (17 de Outubro) nos 91,5 MHz, servindo parte da cidade Invicta. De destacar que o projecto radiofónico "Rádio Futura" é gerido pela Rádio Zero, a rádio universitária online do IST (Lisboa), que, durante estes escassos dias é retransmitida em FM, nos 91,5 MHz. Segundo Ricardo Reis, presidente da Rádio Zero e colaborador no "Fórum da Rádio", o emissor deverá estar a operar com 30w.
Aos ouvintes que residam ou passem pela Invicta, sugiro que tentem sintonizar a frequência 91,5 MHz, relatando a qualidade de recepção nos locais onde se consiga ouvir a emissão hertziana.
quinta-feira, outubro 07, 2010
Rádio Amália chega a Setúbal (100,6 MHz):
A Rádio Amália chegou finalmente a Setúbal, passando a ser sintonizada na cidade sadina através dos 100,6 MHz, até agora ocupados pela Rádio Voz de Setúbal. Segundo relatos disponíveis, nomeadamente no Fórum "Ondas da Rádio", a rádios dos fados terá melhorado imenso a cobertura da frequência setubalense. Aliás, é provável que o emissor tenha sido deslocalizado, talvez para a Serra da Arrábida, de forma a garantir a cobertura de toda a região. A acreditar nos relatos dos ouvintes, o emissor chega agora inclusivamente a Almada, Lisboa e até ao litoral alentejano, denunciando um alargamento significativo do raio de cobertura a zonas onde as rádios sadinas, até agora, não chegavam.
Aos leitores do blog localizados na região, sugiro que relatem as condições de recepção da Rádio Amália de Setúbal, comentando este tópico. Será interessante apurar até onde se ouvem os 100,6 MHz, pelo que agradeço antecipadamente qualquer ajuda nesse sentido!
A Rádio Amália chegou finalmente a Setúbal, passando a ser sintonizada na cidade sadina através dos 100,6 MHz, até agora ocupados pela Rádio Voz de Setúbal. Segundo relatos disponíveis, nomeadamente no Fórum "Ondas da Rádio", a rádios dos fados terá melhorado imenso a cobertura da frequência setubalense. Aliás, é provável que o emissor tenha sido deslocalizado, talvez para a Serra da Arrábida, de forma a garantir a cobertura de toda a região. A acreditar nos relatos dos ouvintes, o emissor chega agora inclusivamente a Almada, Lisboa e até ao litoral alentejano, denunciando um alargamento significativo do raio de cobertura a zonas onde as rádios sadinas, até agora, não chegavam.
Aos leitores do blog localizados na região, sugiro que relatem as condições de recepção da Rádio Amália de Setúbal, comentando este tópico. Será interessante apurar até onde se ouvem os 100,6 MHz, pelo que agradeço antecipadamente qualquer ajuda nesse sentido!
domingo, outubro 03, 2010
Dom Fuas FM (100,1 MHz Porto de Mós) tem uma nova microcobertura: 98,5 MHz
A rádio Dom Fuas FM (Porto de Mós - distrito de Leiria) tem uma nova microcobertura, destinada a reforçar o sinal em várias localidades do concelho, bem como de concelhos vizinhos. O novo emissor, a operar a título experimental nos 98,5 MHz, foi recentemente instalado na Serra de Candeeiros. Desta forma, a estação portomocense continua a irrradiar nos 100,1 MHz 0,5 kW, aos quais se soma agora a nova frequência.
A rádio Dom Fuas FM (Porto de Mós - distrito de Leiria) tem uma nova microcobertura, destinada a reforçar o sinal em várias localidades do concelho, bem como de concelhos vizinhos. O novo emissor, a operar a título experimental nos 98,5 MHz, foi recentemente instalado na Serra de Candeeiros. Desta forma, a estação portomocense continua a irrradiar nos 100,1 MHz 0,5 kW, aos quais se soma agora a nova frequência.
Rádio 100 (Alpiarça - distrito de Santarém) muda de frequência para os 107,9 MHz:
A Rádio 100 mudou de frequência, dos 107,8 para os 107,9 MHz. Esta alteração, mantida a título experimental, tem como objectivo melhorar a cobertura da emissora ribatejana, evitando as interferências da RFM Leiria 107,7 MHz e até da Record FM (107,7 Sintra). De destacar o facto de, apesar de ter apenas 500 W de P.A.R. , o emissor alpiarcense cobre grande parte do Ribatejo, chegando inclusivamente a vários pontos do norte do distrito de Lisboa.
A Rádio 100 mudou de frequência, dos 107,8 para os 107,9 MHz. Esta alteração, mantida a título experimental, tem como objectivo melhorar a cobertura da emissora ribatejana, evitando as interferências da RFM Leiria 107,7 MHz e até da Record FM (107,7 Sintra). De destacar o facto de, apesar de ter apenas 500 W de P.A.R. , o emissor alpiarcense cobre grande parte do Ribatejo, chegando inclusivamente a vários pontos do norte do distrito de Lisboa.
terça-feira, setembro 21, 2010
93,8 MHz Pico da Pena: Renascença reforça cobertura na região de Viseu/Vouzela/Lafões
Já é oficial, apesar de ainda não divulgado pela ANACOM ou pela própria Renascença, mas fica a informação que a frequência (93,8 MHz) da emissora católica portuguesa no Pico da Pena (Vouzela) já emite regularmente, partilhando a torre não só com a RFM (95,0 MHz), como também com a TSF (102,5).
Com 400 W de potência efectiva, este novo emissor melhora as condições de recepção dos dois canais nacionais do grupo R/Com numa região bastante complicada no que à orografia diz respeito. Reforçando o sinal entre a região do Dão e a cidade de Viriato, a nova frequência da RR também beneficia o coração da capital de distrito, já que o emissor de Viseu serve a Rádio Sim (103,6) e a RFM (99,4 MHz).
Já é oficial, apesar de ainda não divulgado pela ANACOM ou pela própria Renascença, mas fica a informação que a frequência (93,8 MHz) da emissora católica portuguesa no Pico da Pena (Vouzela) já emite regularmente, partilhando a torre não só com a RFM (95,0 MHz), como também com a TSF (102,5).
Com 400 W de potência efectiva, este novo emissor melhora as condições de recepção dos dois canais nacionais do grupo R/Com numa região bastante complicada no que à orografia diz respeito. Reforçando o sinal entre a região do Dão e a cidade de Viriato, a nova frequência da RR também beneficia o coração da capital de distrito, já que o emissor de Viseu serve a Rádio Sim (103,6) e a RFM (99,4 MHz).
segunda-feira, setembro 20, 2010
Top FM (95,9 MHz Sever do Vouga) - alvará não renovado pela ERC:
A ERC não renovou o alvará da Top FM (95,9 MHz Sever do Vouga - distrito de Aveiro). Tal como sucedeu com outras estações cujos processos de renovação de alvará não foram deferidos, consequência da não regularização das dívidas contraídas junto da Segurança Social e Finanças, a rádio local severense não demonstrou ter saldado na totalidade as dívidas assumidas junto da Segurança Social, pelo que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social entendeu que não estavam reunidas todas as condições para renovar a licença da estação.
A ERC não renovou o alvará da Top FM (95,9 MHz Sever do Vouga - distrito de Aveiro). Tal como sucedeu com outras estações cujos processos de renovação de alvará não foram deferidos, consequência da não regularização das dívidas contraídas junto da Segurança Social e Finanças, a rádio local severense não demonstrou ter saldado na totalidade as dívidas assumidas junto da Segurança Social, pelo que a Entidade Reguladora para a Comunicação Social entendeu que não estavam reunidas todas as condições para renovar a licença da estação.
quinta-feira, setembro 16, 2010
Proposta de revisão constitucional do PSD: abrir as portas à privatização da RTP?!
Como os habituais leitores deste blog bem sabem, evito imiscuir-me em questões demagógicas e políticas nos artigos que tenho escrito. Não obstante, creio que, por esta vez, a actualidade impõe que esta questão não passe ao lado da opinião pública e, em particular, dos leitores desta página. Tudo por causa da controversa proposta de revisão constitucional que o PSD insiste em defender, onde na redacção do ponto 6 do artigo 38º passa a constar (citação) «(...)a estrutura e o funcionamento dos meios de comunicação social do setor público, quando existam, devem salvaguardar a sua independência (…)». Qualquer cidadão que domine a Língua Portuguesa compreende que a questão central se resume a duas palavras: «quanto existam», colocando em causa a obrigatoriedade do Estado assegurar o serviço público de rádio e televisão, detendo um grupo de comunicação social pago e gerido com dinheiros públicos (a RTP - Rádio e Televisão de Portugal). O que, implicitamente, coloca em cima da mesa a possibilidade de o serviço público passar a ser oferecido por privados - levando a um processo de privatização do grupo RTP.
A meu ver, o Estado deve manter e assegurar a manutenção de órgãos de comunicação social detidos pelo próprio Estado, desde a imprensa escrita à rádio, à televisão e a outros meios, sempre que os mesmos ofereçam conteúdos com qualidade e importância reconhecidas, mesmo que a sua disponibilização não seja economicamente viável. Já uma empresa privada tem sempre objectivos económicos, tentando maximizar o lucro mesmo em situações em que as populações possam ser afectadas negativamente pela redução/eliminação de serviços não vantajosos para a empresa. Neste contexto, cabe ao Estado assegurar a manutenção de serviços públicos que assegurem o acesso universal das populações a esses mesmos serviços, mesmo havendo situações em que, do ponto de vista estritamente económico, apenas dão prejuízo. Assim, apesar de não ser o serviço público ideal, a RTP não deixa de ser uma marca de qualidade na comunicação social portuguesa, fornecendo conteúdos que, de outro modo, não seriam disponibilizados aos portugueses na rádio ou na televisão, uma vez que teriam custos demasiados elevados ou teriam um público-alvo demasiado restrito para que uma empresa privada se interessasse na sua divulgação.
Se olharmos para o universo RTP, a rádio e a televisão pública oferecem conteúdos destinados não só ao público em Portugal, como também aos emigrantes portugueses e lusófonos espalhados pelo mundo, através da RDP Internacional e da RTP Internacional. Numa perspectiva estritamente financeira, não faria muito sentido manter serviços destinado a um público-alvo disperso pelo mundo, onde não seria viável manter publicidade destinada a esse público, bem como manter programas com audiências relativamente baixas. Voltando à realidade nacional, a RTP tem uma rádio destinada a música erudita e a programas culturais (Antena 2), tem uma rádio para jovens (Antena 3), com programas de autor e que aposta na divulgação de bandas portuguesas sem grande expressão comercial, tem a RDP África, que difunde conteúdos orientados para as populações africanas e de origem africana. Acresce-se (correndo o risco de me repetir) o facto de os vários canais disporem de conteúdos que muito dificilmente seriam mantidos num operador privado por não trazerem receitas. Que rádio privada passa música clássica/erudita? Que rádios privadas (salvo raras e honrosas excepções) apresentam programas de autor destinados a determinadas elites culturais, divulgando expressões artísticas, nomeadamente musicais, destinadas a "imensas minorias", sem pressões de editoras discográficas e fugindo a "tops"? Que rádio privada assegura programação destinada aos portugueses residentes no estrangeiro, bem como aos inúmeros lusófonos espalhados pelo globo, acessível não só via Internet, como também via satélite e até, algumas horas por dia, na Onda Curta para os PALOP, Brasil, América do Norte, Venezuela e até Médio Oriente/Índia? Aos caros leitores do blog indago que empresa privada estaria interessada em manter estes serviços...
Por outro lado, creio bem que os actuais operadores privados de rádio e televisão não veriam com bons olhos uma eventual privatização da RTP, sabendo que tal operação implicaria o alargamento do mercado publicitário aos canais do grupo RTP, aumentando a concorrência publicitária e, por inerência, reduzindo as receitas, quer nas rádios, quer nas televisões privadas. Se o mercado publicitário continua em crise, as rádios (e as TVs) têm maior dificuldade em vender tempos de antena comerciais. Aumentando a oferta de serviços privados, a situação tende a agudizar-se, complicando a situação económica das empresas detentoras das estações.
Política aparte, é sabido que o PSD tem insistido (não só agora, mas ao longo de anos) na privatização de vários serviços do Estado. Refira-se que, da direita à esquerda do partido, os vários partidos com assento parlamentar discordam da potencial privatização da RTP, o que indicia que a opinião maioritária dos políticos portugueses (e provavelmente do cidadão comum), segue em contrário às pretensões dos sociais-democratas. Sem entrar em questões políticas, é de aplaudir o movimento contra a privatização da RTP lançado por militantes do Partido Socialista. Diria que, passando da classe política para o cidadão comum, que seria interessante que um grupo alargado de defensores do serviço público de rádio e televisão, desde figuras públicas ao cidadão comum se juntasse ao movimento e/ou criasse um movimento independente semelhante que salientasse as características próprias de um serviço público de rádio e televisão, marcando firmemente uma posição contra a eventual alienação de empresas públicas de comunicação social, a começar pela RTP.
P.S. - Esperemos que o líder do PSD, Pedro Passos Coelho que será entrevistado hoje (ironicamente) na RTP 1, se digne esclarecer o que faria à comunicação social do Estado, num hipotético cenário de liderança do País, mormente em que modelo defenderia a privatização da RTP e como assegurava o serviço público de rádio e televisão.
Como os habituais leitores deste blog bem sabem, evito imiscuir-me em questões demagógicas e políticas nos artigos que tenho escrito. Não obstante, creio que, por esta vez, a actualidade impõe que esta questão não passe ao lado da opinião pública e, em particular, dos leitores desta página. Tudo por causa da controversa proposta de revisão constitucional que o PSD insiste em defender, onde na redacção do ponto 6 do artigo 38º passa a constar (citação) «(...)a estrutura e o funcionamento dos meios de comunicação social do setor público, quando existam, devem salvaguardar a sua independência (…)». Qualquer cidadão que domine a Língua Portuguesa compreende que a questão central se resume a duas palavras: «quanto existam», colocando em causa a obrigatoriedade do Estado assegurar o serviço público de rádio e televisão, detendo um grupo de comunicação social pago e gerido com dinheiros públicos (a RTP - Rádio e Televisão de Portugal). O que, implicitamente, coloca em cima da mesa a possibilidade de o serviço público passar a ser oferecido por privados - levando a um processo de privatização do grupo RTP.
A meu ver, o Estado deve manter e assegurar a manutenção de órgãos de comunicação social detidos pelo próprio Estado, desde a imprensa escrita à rádio, à televisão e a outros meios, sempre que os mesmos ofereçam conteúdos com qualidade e importância reconhecidas, mesmo que a sua disponibilização não seja economicamente viável. Já uma empresa privada tem sempre objectivos económicos, tentando maximizar o lucro mesmo em situações em que as populações possam ser afectadas negativamente pela redução/eliminação de serviços não vantajosos para a empresa. Neste contexto, cabe ao Estado assegurar a manutenção de serviços públicos que assegurem o acesso universal das populações a esses mesmos serviços, mesmo havendo situações em que, do ponto de vista estritamente económico, apenas dão prejuízo. Assim, apesar de não ser o serviço público ideal, a RTP não deixa de ser uma marca de qualidade na comunicação social portuguesa, fornecendo conteúdos que, de outro modo, não seriam disponibilizados aos portugueses na rádio ou na televisão, uma vez que teriam custos demasiados elevados ou teriam um público-alvo demasiado restrito para que uma empresa privada se interessasse na sua divulgação.
Se olharmos para o universo RTP, a rádio e a televisão pública oferecem conteúdos destinados não só ao público em Portugal, como também aos emigrantes portugueses e lusófonos espalhados pelo mundo, através da RDP Internacional e da RTP Internacional. Numa perspectiva estritamente financeira, não faria muito sentido manter serviços destinado a um público-alvo disperso pelo mundo, onde não seria viável manter publicidade destinada a esse público, bem como manter programas com audiências relativamente baixas. Voltando à realidade nacional, a RTP tem uma rádio destinada a música erudita e a programas culturais (Antena 2), tem uma rádio para jovens (Antena 3), com programas de autor e que aposta na divulgação de bandas portuguesas sem grande expressão comercial, tem a RDP África, que difunde conteúdos orientados para as populações africanas e de origem africana. Acresce-se (correndo o risco de me repetir) o facto de os vários canais disporem de conteúdos que muito dificilmente seriam mantidos num operador privado por não trazerem receitas. Que rádio privada passa música clássica/erudita? Que rádios privadas (salvo raras e honrosas excepções) apresentam programas de autor destinados a determinadas elites culturais, divulgando expressões artísticas, nomeadamente musicais, destinadas a "imensas minorias", sem pressões de editoras discográficas e fugindo a "tops"? Que rádio privada assegura programação destinada aos portugueses residentes no estrangeiro, bem como aos inúmeros lusófonos espalhados pelo globo, acessível não só via Internet, como também via satélite e até, algumas horas por dia, na Onda Curta para os PALOP, Brasil, América do Norte, Venezuela e até Médio Oriente/Índia? Aos caros leitores do blog indago que empresa privada estaria interessada em manter estes serviços...
Por outro lado, creio bem que os actuais operadores privados de rádio e televisão não veriam com bons olhos uma eventual privatização da RTP, sabendo que tal operação implicaria o alargamento do mercado publicitário aos canais do grupo RTP, aumentando a concorrência publicitária e, por inerência, reduzindo as receitas, quer nas rádios, quer nas televisões privadas. Se o mercado publicitário continua em crise, as rádios (e as TVs) têm maior dificuldade em vender tempos de antena comerciais. Aumentando a oferta de serviços privados, a situação tende a agudizar-se, complicando a situação económica das empresas detentoras das estações.
Política aparte, é sabido que o PSD tem insistido (não só agora, mas ao longo de anos) na privatização de vários serviços do Estado. Refira-se que, da direita à esquerda do partido, os vários partidos com assento parlamentar discordam da potencial privatização da RTP, o que indicia que a opinião maioritária dos políticos portugueses (e provavelmente do cidadão comum), segue em contrário às pretensões dos sociais-democratas. Sem entrar em questões políticas, é de aplaudir o movimento contra a privatização da RTP lançado por militantes do Partido Socialista. Diria que, passando da classe política para o cidadão comum, que seria interessante que um grupo alargado de defensores do serviço público de rádio e televisão, desde figuras públicas ao cidadão comum se juntasse ao movimento e/ou criasse um movimento independente semelhante que salientasse as características próprias de um serviço público de rádio e televisão, marcando firmemente uma posição contra a eventual alienação de empresas públicas de comunicação social, a começar pela RTP.
P.S. - Esperemos que o líder do PSD, Pedro Passos Coelho que será entrevistado hoje (ironicamente) na RTP 1, se digne esclarecer o que faria à comunicação social do Estado, num hipotético cenário de liderança do País, mormente em que modelo defenderia a privatização da RTP e como assegurava o serviço público de rádio e televisão.
sábado, setembro 11, 2010
Renascença e RFM chegam aos Açores:
O grupo R/Com inaugurou hoje o novo emissor do Pico da Barrosa (S. Miguel), que irradia a Rádio Renascença (95,2 MHz) e a RFM (100,0 MHz), servindo as ilhas de São Miguel e Santa Maria. Cobrindo cerca de 60 % da população açoriana, a emissora católica portuguesa passa a emitir em frequências próprias no arquipélago, deixando de ser escutada apenas em algumas rádios locais da região que retransmitem os dois canais durante algumas horas por dia.
O grupo R/Com inaugurou hoje o novo emissor do Pico da Barrosa (S. Miguel), que irradia a Rádio Renascença (95,2 MHz) e a RFM (100,0 MHz), servindo as ilhas de São Miguel e Santa Maria. Cobrindo cerca de 60 % da população açoriana, a emissora católica portuguesa passa a emitir em frequências próprias no arquipélago, deixando de ser escutada apenas em algumas rádios locais da região que retransmitem os dois canais durante algumas horas por dia.
terça-feira, setembro 07, 2010
Rádio Renascença chega aos Açores no dia 11 de Setembro:
A Rádio Renascença prepara-se para arrancar com frequências próprias no arquipélago dos Açores. Segundo o "Meios & Publicidade", a emissora católica portuguesa deverá passar a transmitir na frequência 95,2 MHz, desconhecendo-se, para já, a localização do emissor. É provável que a RFM também seja contemplada com uma frequência no arquipélago. A emissão será inaugurada no dia 11 de Setembro, coincidindo com a Declaração Oficial das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, já que a RR é a rádio oficial deste evento.
A Rádio Renascença prepara-se para arrancar com frequências próprias no arquipélago dos Açores. Segundo o "Meios & Publicidade", a emissora católica portuguesa deverá passar a transmitir na frequência 95,2 MHz, desconhecendo-se, para já, a localização do emissor. É provável que a RFM também seja contemplada com uma frequência no arquipélago. A emissão será inaugurada no dia 11 de Setembro, coincidindo com a Declaração Oficial das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, já que a RR é a rádio oficial deste evento.
ERC não renova alvará da Rádio São Mamede (88,9 MHz Portalegre):
Como não seria de admirar, a ERC não renovou o alvará da Rádio São Mamede (88,9 MHz Portalegre). Conforme atesta a deliberação da entidade reguladora, a estação não demonstrou ter regularizado as dívidas junto das Finanças. Acresce o facto de a ANACOM não ter detectado qualquer sinal nos 88,9 MHz, constatando que a estação se encontra sem emitir há meses. Ao que parece, houve profissionais que tentaram reerguer o projecto Rádio São Mamede em meados de 2009, mas o terrível passado da empresa detentora do alvará (Fonógrafo – Produções de Som e Imagem, S.A.) frustrou as expectativas de recuperar economicamente a estação, pelo que não tiveram outra hipótese que não fechar a estação em Julho de 2010.
Como não seria de admirar, a ERC não renovou o alvará da Rádio São Mamede (88,9 MHz Portalegre). Conforme atesta a deliberação da entidade reguladora, a estação não demonstrou ter regularizado as dívidas junto das Finanças. Acresce o facto de a ANACOM não ter detectado qualquer sinal nos 88,9 MHz, constatando que a estação se encontra sem emitir há meses. Ao que parece, houve profissionais que tentaram reerguer o projecto Rádio São Mamede em meados de 2009, mas o terrível passado da empresa detentora do alvará (Fonógrafo – Produções de Som e Imagem, S.A.) frustrou as expectativas de recuperar economicamente a estação, pelo que não tiveram outra hipótese que não fechar a estação em Julho de 2010.
segunda-feira, setembro 06, 2010
ERC autoriza Média Capital a lançar a "Star FM" nos 96,6 MHz Lisboa:
Depois do triste fim do Rádio Clube Português e, por conseguinte, a emissão do Rádio Clube Português nos 96,6 Lisboa (e restantes emissores) se limitar ao mínimo essencial para cumprir as disposições legais, a ERC decide, finalmente, autorizar a MCR a lançar a "Star FM", uma estação que deverá apostar em música dos anos 50, 60 e 70, não só anglo-saxónica, como também brasileira, francesa e italiana, sem descurar a música portuguesa, no que aparenta ser uma nova versão (com uma "playlist" mais variada) da Rádio Nostalgia . É expectável que outras frequências do ex-RCP também migrem para a Star FM, havendo também a forte probabilidade de algumas passarem para a M80.
Depois do triste fim do Rádio Clube Português e, por conseguinte, a emissão do Rádio Clube Português nos 96,6 Lisboa (e restantes emissores) se limitar ao mínimo essencial para cumprir as disposições legais, a ERC decide, finalmente, autorizar a MCR a lançar a "Star FM", uma estação que deverá apostar em música dos anos 50, 60 e 70, não só anglo-saxónica, como também brasileira, francesa e italiana, sem descurar a música portuguesa, no que aparenta ser uma nova versão (com uma "playlist" mais variada) da Rádio Nostalgia . É expectável que outras frequências do ex-RCP também migrem para a Star FM, havendo também a forte probabilidade de algumas passarem para a M80.
domingo, setembro 05, 2010
Rádio Renascença com nova frequência no Alto Alentejo (Serra de Ossa?):
A Rádio Renascença está a ser escutada na região de Évora e Estremoz através da frequência 98,5 MHz. Apesar de ainda não estar confirmado, presumo que se trata do emissor experimental da emissora católica portuguesa situado na Serra de Ossa, que, como se sabe, emite a RFM nos 89,7 MHz. A confirmar-se a localização dos 98,5 MHz, o grupo R/COM já terá instalado definitivamente o emissor da Serra de Ossa, servindo as duas rádios nacionais do grupo (RR e RFM).
A Rádio Renascença está a ser escutada na região de Évora e Estremoz através da frequência 98,5 MHz. Apesar de ainda não estar confirmado, presumo que se trata do emissor experimental da emissora católica portuguesa situado na Serra de Ossa, que, como se sabe, emite a RFM nos 89,7 MHz. A confirmar-se a localização dos 98,5 MHz, o grupo R/COM já terá instalado definitivamente o emissor da Serra de Ossa, servindo as duas rádios nacionais do grupo (RR e RFM).
sexta-feira, setembro 03, 2010
ERC não renova alvará da Rádio Atlântico Sul (104,0 MHz Lagos):
Sem surpresa, a ERC não renovou o alvará da Rádio Atlântico Sul (104,0 MHz Lagos - distrito de Faro). Tal como ocorreu com outras rádios (Rádio Praia, Rádio Guadalupe e Rádio Restauração ), a revogação dos alvarás levada a cabo em Dezembro de 2001 pela então AACS foi peremptória na decisão da entidade reguladora.
Recorde-se que Lagos já perdeu as duas rádios locais licenciadas para o concelho algarvio. O Rádio Clube Lacobrigense emitia nos 95,5 MHz até que perdeu também o alvará, depois de retransmitir ilegalmente a Rádio Cidade. A R. Atlântico Sul começou, em meados dos anos 90, a retransmitir a Rádio Capital 24 horas por dia, desrespeitando a Lei da Rádio, prática que levou a então AACS a actuar em conformidade, revogando os alvarás das rádios locais que faziam ilegalmente cadeia com a Rádio Capital.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Sem surpresa, a ERC não renovou o alvará da Rádio Atlântico Sul (104,0 MHz Lagos - distrito de Faro). Tal como ocorreu com outras rádios (Rádio Praia, Rádio Guadalupe e Rádio Restauração ), a revogação dos alvarás levada a cabo em Dezembro de 2001 pela então AACS foi peremptória na decisão da entidade reguladora.
Recorde-se que Lagos já perdeu as duas rádios locais licenciadas para o concelho algarvio. O Rádio Clube Lacobrigense emitia nos 95,5 MHz até que perdeu também o alvará, depois de retransmitir ilegalmente a Rádio Cidade. A R. Atlântico Sul começou, em meados dos anos 90, a retransmitir a Rádio Capital 24 horas por dia, desrespeitando a Lei da Rádio, prática que levou a então AACS a actuar em conformidade, revogando os alvarás das rádios locais que faziam ilegalmente cadeia com a Rádio Capital.
**Este texto não foi escrito ao abrigo do "Acordo" Ortográfico**
Antena 2 tem nova frequência nos Açores: 105,8 MHz Cabeço Gordo (Faial):
Ainda não foi oficialmente divulgada pela RTP (pelo menos na lista de frequências da Antena 2 no sítio da RTP), mas fica a informação aos ouvintes da rádio clássica da RTP: a Antena 2 reforçou a cobertura no arquipélago dos Açores, através de uma nova frequência (105,8 MHz) no Cabeço Gordo (concelho da Horta - ilha do Faial). O emissor da RDP Açores situado nesta elevação orográfica passa, assim, a irradiar a Antena (88,9) e a Antena 2 (105,8 MHz), servindo a ilha do Faial.
Ainda não foi oficialmente divulgada pela RTP (pelo menos na lista de frequências da Antena 2 no sítio da RTP), mas fica a informação aos ouvintes da rádio clássica da RTP: a Antena 2 reforçou a cobertura no arquipélago dos Açores, através de uma nova frequência (105,8 MHz) no Cabeço Gordo (concelho da Horta - ilha do Faial). O emissor da RDP Açores situado nesta elevação orográfica passa, assim, a irradiar a Antena (88,9) e a Antena 2 (105,8 MHz), servindo a ilha do Faial.
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