Mostrar mensagens com a etiqueta Rádio Nacional de Espanha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rádio Nacional de Espanha. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, novembro 18, 2025

Rádio Nacional de Espanha encerra todas as emissões em Onda Média até ao dia 31 de Dezembro

Uma notícia triste vinda da vizinha Espanha. A Rádio Nacional de Espanha anunciou que vai encerrar toda a rede de emissores de Onda Média da Rádio Nacional (ex- RNE 1) e da Rádio 5, até ao dia 31 de Dezembro. A rádio pública do país vizinho de Portugal vai apostar brevemente no sistema DAB+, prometendo reforçar o sinal FM nas zonas onde ainda se ouve a Onda Média por falta de alternativa.

E assim vai morrendo a Onda Média. A RNE opera nesta faixa há 88 anos. Resta aproveitar os últimos dias para sintonizar a rádio pública nacional espanhola - e muitas das frequências da Rádio Nacional e da Rádio 5 são captáveis em Portugal não só durante o período nocturno mas também durante o dia.

quinta-feira, fevereiro 24, 2022

A guerra ao vivo contada através das ondas de rádio

Hoje, dia 24 de Fevereiro de 2022, Portugal e o mundo ocidental acordaram com más notícias vindas da Ucrânia. Se os canais de televisão não têm poupado esforços no sentido de acompanhar em tempo real a invasão da Ucrânia pela Rússia, as rádios não têm ficado de fora da cobertura informativa.

A Antena 1 esteve, até depois das 17h, a realizar uma emissão especial. Também a TSF, a Rádio Observador e a RR têm acompanhado a situação na Ucrânia.

Fora de Portugal, a Rádio Nacional de Espanha, a Radio France Internationale, a BBC e muitas outras estações de outros países, sobretudo europeus, têm falado bastante do conflito.

A rádio é, definitivamente, o meio de comunicação social que mesmo nos  momentos mais complicados do mundo,  está sempre disponível para, sem precisar do aparato visual exigido pela televisão, falar, em tempo real, do que aconteceu, do que acontece e do que acontecerá. Da Segunda Guerra Mundial à guerra na Ucrânia provocada pelo déspota Vladimir Putin, o maior tirano expansionista das últimas décadas, a rádio não pára de deixar de informar o mundo do que sucede nos cenários de combate. E acrescento: os jornalistas que eu mais respeito, sem menosprezo pelos grandes profissionais que não saem do conforto das redacções, são aqueles que, trabalhando para a rádio e/ou para a televisão, arriscam a vida entre balas para relatar cada movimento, cada acção militar ou civil, em nome do direito à informação exigido pelos ouvintes e/ou telespectadores.

Homens e mulheres de coragem, com a mão no microfone para contar as histórias de quem ataca militares e, infelizmente, civis, e de quem  defende a sua vida como pode. Uma guerra é sempre triste e cruel.